Desde que acabaram os exames que ando a ir a um ginásio. Acontece que ganhei um bocado de peso, a comer mal e a petiscar demasiado enquanto estudava, e quero voltar à minha antiga silhueta. Não é que me custe, eu até gosto de ir para o ginásio fazer cardio-fitness, mas depois vir cá para fora para o calor, já transpirada, faz-me suar em bica. Fico com a roupa toda a colar-se ao meu corpo, e só penso em chegar a casa e tomar um duche. Isso traz desvantagens, já que leva a que o Mestre, que não toma duche à hora a que eu chego a casa, não tome duche comigo, como estamos habituados. Isso deixa-nos aos dois um bocadinho tristes. Mas hoje o Mestre resolveu a questão.
O Mestre tinha ido a casa dos pais este fim de semana. Eu tinha ficado preocupada, porque, às vezes, volta de lá chateado ou aborrecido, e às vezes fica assim durante dias, mas, desta vez, disse que foi para encontrar uns amigos de antigamente, ou seja, copos e galhofa. Voltou ontem, muito bem disposto, cheio de saudades, e eu fiquei aliviada. Isto interessa para a história de hoje, mas só mais adiante.
Cheguei a casa depois do ginásio, com a roupa colada ao corpo, cheia de vontade de tomar duche. Ouvi a televisão, e calculei que o Mestre estivesse na sala. Fui procurá-lo, dar-lhe um beijinho, e lá estava ele. Acerquei-me do sofá, dobrei-me para o beijar, e ele correspondeu. Quando me ia a levantar, ele agarrou-me por um pulso e fez-me desequilibrar. Dei por mim com os pés no chão, as ancas pousadas no braço do sofá e as mãos no estofo, quase deitada sobre o colo do Mestre. Ainda que não tenha pensado nisso na altura, devo ter ficado em boa posição para que o Mestre me açoitasse, ou que me penetrasse por trás. Em vez disso, o Mestre agarrou no meu corpo e fez-me rodar, deitou-me de costas no colo dele, com as pernas penduradas do lado do sofá.
“Deixa-me ir tomar duche primeiro.” Pedi eu. “Estou toda a cheirar mal.”
O Mestre lançou-me um olhar de incredulidade.
“Só acredito quando vir.” Disse-me.
Começou a descolar-me a T-shirt do corpo, a levantá-la, até que a tinha toda enrolada junto aos ombros. Ver o soutien desportivo que estava a usar foi outra coisa que me desanimou. Não gosto dos soutiens desportivos, prefiro lingerie bonita. Se não fosse pelo conforto, nem para o ginásio os usava. Já o Mestre, ainda que já me tenha dito que também prefere a lingerie de que eu gosto, não se importa com eles. E hoje, assim que o expôs, enterrou a cara no meu peito, encostou-se bem às minhas mamas e inspirou profundamente, de forma audível. Deu-me uma certa vontade de rir.
“Adoro o teu cheiro.” Disse ele. “Tens mesmo que ir já para o duche?”
Eu estava cansada, suada (já o teria dito?) e não me sentia lá muito atraente, com o cabelo preso atrás com um puchinho e tal, mas pensei que pudéssemos dar uns beijinhos e fazer uns miminhos e que isso nos abrisse o apetite para alguma coisa mais tarde… tipo, depois do jantar.
“Também não tenho assim tanta pressa…” Disse eu.
Os beijinhos e os miminhos não se fizeram tardar. Na verdade, excitaram-me bastante e depressa. Quando o Mestre parou de repente e me olhou de forma dominadora, e por mais que tivesse ideias de não fazer nada, senti-me toda a derreter e a ficar submissa. Então o Mestre ordenou-me que me levantasse e me despisse até ficar só em roupa interior. Não ousei desobedecer. Quando já estava quase despida, o Mestre levantou-se e agarrou-me. Deu-me um beijo muito terno e voltou logo à personagem.
“Vem comigo.” Ordenou-me.
Não fomos longe, foi só do sofá até à mesa de jantar. No tampo de uma cadeira, o Mestre tinha posto umas cordas. Não se podia dizer que estivessem escondidas, mas foi quanto bastasse para não as ter visto quando entrei na sala. O Mestre fez-me ficar de pé, junto a um dos lados mais largos da mesa, de frente para o sofá. Encostado a mim por detrás, começou a dar-me beijinhos nos ombros, enquanto libertava o meu cabelo.
“A sério, estou toda transpirada e…” Protestei
“Shhh…” O Mestre silenciou-me com um dedo nos meus lábios.
Senti as mãos dele a descerem pelos flancos do meu corpo até às minhas ancas. Depois pegou nas minhas cuecas e começou a tirar-mas, a fazê-las descer pelas minhas pernas abaixo devagar, a acariciar-me pelo caminho. Quando, finalmente, as deixou cair em redor dos meus tornozelos, mandou-me abrir as pernas. Ainda abaixado, atou cada um dos meus tornozelos às pernas da mesa, para eu não poder fechar as pernas. Depois pegou nas minhas cuecas e levantou-se. Ainda atrás de mim, mas com os braços à minha volta, para que eu pudesse ver o que ele fazia, segurou nas cuecas, esticadas entre um dedo de cada mão, como se estivessem em exposição numa loja. Depois dobrou-as até ficarem quase numa bolinha de tecido e mandou-me abrir a boca. Não me apetecia muito, mas são ordens do Mestre. Escusado será dizer que mas meteu na boca e empurrou o meu queixo com um dedo até eu a fechar.
“Essa é a tua mordaça, e não quero que a tires até eu te mandar, entendido?” Disse-me.
Como resposta, acenei que sim. Valeu-me uma palmada no rabo.
“Então agora não mereço uma resposta de gente?” Perguntou, quase zangado.
“Sim, Mestre.” Disse entredentes, com tanta clareza quanto consegui, com a boca cheia.
O Mestre tirou-me o soutien (e já não era sem tempo, malvado soutien feio!) e libertou as minhas mamas, que logo tomou com as mãos e acariciou. Brincou um bocadinho com os meus mamilos e deu a volta à mesa. Ordenou-me que estendesse os pulsos, e eu pensei que ele mos queria atar juntos, mas, em vez disso, ele pegou num só pulso e afastou-mo em direcção ao canto da mesa. Entendi que o Mestre não me ia atar de maneira fácil para mim. Se ele me tivesse atado com os pulsos juntos, então, mesmo inclinada para a frente, eu podia manter os braços esticados e fincar as mãos na mesa, para me apoiar, ou então inclinar-me ainda mais e apoiar os cotovelos, e ficar até bastante confortável. Em vez disso, com um pulso apontado para cada lado, não tinha nenhuma posição particularmente estável ou confortável. Mor mais que tentasse apoiar-me na mesa, as mãos haviam de querer deslizar, e se apoiasse os cotovelos ficaria demasiado desequilibrada, se ele me quisesse penetrar com mais força. Ia ser cansativo.
Depois de me amarrar, pensei que o Mestre voltasse logo para trás de mim e começasse logo a fazer-me coisas, mas, em vez disso, deu-me um beijinho na testa e disse que já vinha. Inclinada para a frente, sem boa posição de apoio, com as minhas cuecas suadas nas boca, nua e de pernas abertas na sala, sozinha, de certeza que me pareceu que o Mestre demorou mais tempo que na realidade. Mesmo assim, estou convencida de que ele se demorou de propósito. Quando voltou, trazia alguma coisa, escondida atrás de si.
“Lembras-te de te falar daquele meu amigo lá da terra?” O Mestre disse o nome dele, mas não o vou dizer aqui. Se calhar, ele não quer. “Sabes que ele agora é carpinteiro? Eu pedi-lhe que me fizesse uma coisinha especial.” Quando ele revelou o que era que trazia escondido, veio-se a ver que era só uma vara de madeira, fina como um dedo, mas comprida, talvez tanto quanto o braço do Mestre, talvez mesmo mais. “Não sei bem que madeira é esta, eu não percebo nada disso, mas olha, até é para o flexível.” Disse o mestre, vergando a vara um bocadinho com as mãos. “O rapaz fez um bom trabalho nisto.” Mais uma vez, o Mestre disse o nome do «rapaz». “Vê como é macia.” O Mestre esfregou levemente a vara contra a pele das minhas costas. Mal senti o grão da madeira, e, claro, nada de farpas. Senti foi a carícia da madeira, pelas minhas costas abaixo. Quando chegou ao meu rabinho, o Mestre afastou a vara, e logo me deu uma vergastada em cheio nas nádegas. Mordi as cuecas enquanto o meu corpo se sacudiu do choque. Imediatamente o meu coração desatou a bater mais depressa daquela emoção que alastrou pelo meu corpo fora. Assim que me viu acalmar, o Mestre deu-me mais umas palmadinhas no rabinho com a vergasta, devagarinho, quase carinhosas, até que voltou a levantá-la e, quando dei por ela, já tinha levado outra vergastada em cheio no nalguedo. O Mestre continuou a vergastar-me no rabo e nas coxas, cada vez com mais força, até eu chegar perto do limite da dor que consigo tolerar. Como já nos conhecemos bem, o Mestre consegue ver quando é que a dor me está a saber bem, e assim que viu que estava a entrar naquela zona em que só tolero a dor porque sou a submissa dele e faço como ele quiser, parou de me bater. Pousou a vergasta à minha frente, para eu ter a certeza de que não me ia voltar a bater com ela e abraçou-me. Voltou a abaixar-se para inspeccionar as minhas nádegas e as minas coxas, senti os dedos dele a percorrer a marcas a direito das vergastadas, devo dizer que me soube bem. Depois os beijinhos, para tirar a dor, e o Mestre viu logo como eu estava molhada. A seguir, encostou a língua ao fundo das minas costas, mesmo em cima da minha coluna e lambeu a minha pele suada até à nuca. Fez ruídos com a língua perto do meu ouvido, como se estivesse a saborear.
“Mmmmm, é bom.” Disse-me ao ouvido.
Depois agarrou-me pela anca e eu já sabia o que aí vinha. Nem a mordaça foi capaz de abafar completamente o gemido de antecipação que soltei. Senti a vara dele (a outra vara. A mais grossa :P) a encostar-se à minha ratinha, a esfregar-se, primeiro, depois a penetrar-me. Enquanto me dava por detrás com força, agarrou as minhas mamas e massajou-mas com carinho e volúpia, parando, de vez em quando, para acariciar as minhas auréolas e brincar com os meus mamilos. Todo o tempo os seus lábios cobriam o lado do meu pescoço de beijos escaldantes, excepto quando ele dava dentadinhas excitantes na minha orelha. Não tardou até que, cansada de me tentar apoiar, desse por mim em bicos de pés, mas com a testa encostada ao tampo da mesa. O Mestre permitiu-mo, a princípio, mas, quando achou que eu já tinha descansado os braços o suficiente, agarrou-me pelos cabelos e forçou-me a levantar. Com uma mão a puxar-me o cabelo, as carícias pesadas da outra no meu peito souberam-me ainda melhor. Amordaçada ou não, a morder o tecido das minhas cuecas, não consegui conter os uivos de prazer com que me vim. O Mestre sacudiu o meu corpo com mais umas investidas (abanou bem as minhas mamas LOL) e tirou de mim. Deu a volta à mesa e virou-se de frente para mim. O seu pau duro, ensopado dos meus fluidos, estava pouco mais baixo que a minha boca, quando me apoiava nos cotovelos.
“Deita fora a mordaça e chupa.” Ordenou-me.
As cuecas caíram da minha boca na mesa, ensopadas, não só de suor mas também de saliva. Como estava amarrada, não podia engolir o membro dele todo, mas fiz o que pude, trabalhei na cabeça com a língua, e o Mestre pareceu satisfeito. Agarrou-me pelos cabelos outra vez, veio-se na minha boca e deixou-me engolir. Depois desatou-me e abraçou-me, trocámos uns beijinhos.
“Agora podes ir tomar duche.” Disse o Mestre. “E, já agora, eu também vou.”
E pronto, problema resolvido!
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
22 de julho de 2008
1 de julho de 2008
Junho passou a correr...
Junho é o meu mês favorito. É o mês em que começa o Verão, o mês em que fica calor e, antigamente, era o mês em que as férias começavam. Agora as férias começam mais tarde, mas ainda gosto do mês de Junho. Este ano é que nem deu para aproveitar... Com aulas, trabalhos e exames, foi uma desgraça.
Claro que não foi um desastre completo, e, apesar de mais parecerem quinze dias do que um mês, deu para fazer umas brincadeiras com o Mestre. A última, e talvez a melhor deste mês (a concorrência era pouca, mas feroz), foi aqui há dias.
Já era tarde, e eu tinha tido exame. No dia a seguir não tinha nada planeado, a não ser talvez começar a estudar para o próximo, de maneira que levantar-me cedo estava fora de questão. Tinha acabado de me deitar e o Mestre vinha deitar-se ao meu lado. Aproximei-me e detei a cabeça no ombro dele, e ele abraçou-me. Demos um beijinho de boas noites. Fechei os olhos e aninhei-me, lancei a perna por cima das ancas do Mestre e pretendia ficar assim agarradinha a ele. Foi aí que senti a dureza do seu membro.
"Que temos aqui?" Perguntei eu, passando outra vez com a coxa por cima do pau duro do Mestre.
"Oh, sabes como é..." Desculpou-se ele. "Às vezes, quando um homem se deita com uma mulher atraente, pode acontecer uma coisa destas."
"Deixa-me tratar disso." Ofereci.
"Já é para o tarde. Não estás cansada?"
"Só um bocadinho." Disse eu, com a mão a caminho das calças do pijama dele.
Agarrei-lhe na vara e acariciei-o devagarinho a princípio, depois mais depressa, a sentir a respiração dele a tornar-se cada vez mais superficial e mais rápida.
"Pára!" Disse o Mestre, quando eu julgava que ele estava mais excitado.
"O que foi?" Perguntei eu. "Não estás a gostar?"
"Ó fofinha, estou a adorar." Disse ele. "Deixa-me dar-te prazer também."
Claro que não ia recusar. Deitei-me de costas e afastei só um bocadinho as pernas. Senti a mão dele a levantar-me a parte de cima do pijama e a pousar levemente na minha barriga. Como uma aranha que arrastasse os pés, as pontas dos dedos dele rastejaram pelo meu corpo até ao meu peito. Os dedos do Mestre começaram a brincar com um mamilo e a acariciar o resto da mama, devagar e com volúpia. Os seus lábios beijaram-me o rosto várias vezes até encontrarem os meus e continuámos a beijarmo-nos enquanto ele me acariciava até que a paixão me fez arquear as costas, mesmo sem eu dar conta. Foi então que o Mestre deixou o meu peito e deslizou a mão pela minha pele, desta vez para baixo. Acariciou as minhas coxas nuas (nesta altura do ano prefiro pijamas curtos, com calções em vez de calças), passando de uma para a outra, acariciando um pouco mais acima de cada vez que mudava de perna. Quando já não havia mais coxa por onde subir, o Mestre pousou a mão contra a minha ratinha, por cima do pijama. Acariciou-me com movimentos curtos e lentos por um momento, que se tornaram em movimentos longos e lânguidos até que, de tão longos, permitiram que os dedos deles se enfiassem debaixo do meu pijama e me tocassem onde eu estava mais sensível e mais ardente de antecipação pelo toque dele.
"Vamos fazer amor..." Propus eu, num suspiro de paixão.
"Vamos." COncordou o Mestre.
Afastámos o lençol, não íamos precisar dele por um bocado. Sentámo-nos na cama e logo as mãos do Mestre agarraram o meu pijama a despir-me, com eu ao Mestre. Logo nos achámos nus, e os nossos corpos, de encontro um contra o outro, contorciam-se levemente de uma paixão quente e carnal deliciosa. O Mestre deitou-se de costas e eu, que estava a beijá-lo, montei-o para continuar. Sentada sobre as suas ancas, a sentir a sua carne firme a roçar, oacasionalmente, contra as minhas partes mais sensíveis, deixei os seus lábios por um momento para lhe beijar o peito largo. As mãos dele emaranharam-se no meu cabelo e continuaram a acariciar-me enquanto ele se deleitava com o toque dos meus lábios. Depois senti-o a tomar-me pela força dos seus braços, deitar-me de costas na cama e ficar sobre mim. Os seus lábios procuraram o meu pescoço com uma volúpia quase animalesca e consumiam-me com beijos enquanto uma das suas mãos agarrava com firmeza e suavidade a minha mama. Foi aí que um ruído que eu conheço bem me fez sentir um baque: uma gaveta a abrir-se.
"Vais atar-me?" Perguntei eu, desnecessariamente, sem fôlego da excitação.
O Mestre saiu de cima de mim e eu sentei-me na cama. No escuro, apenas com o toque dele e da corda para me guiar, ele amarrou-me um arnês de peito, sem me prender os braços. Depois precebi que ele queria que eu me inclinasse para a frente e agarrasse os tornozelos. Com várias cordas curtas, o Mestre atou cada um dos meus cotovelos ao joelho correspondente, depois os pulsos aos tornozelos. Atou ainda os tornozelos juntos, para me restringir ainda mais os movimentos. Sentada na cama, com os braços entre as pernas dobradas e incapaz de me levantar ou sequer de me endireitar, contorci-me nas minhas amarras. Estava bem presa, mas confortável. Depois o Mestre pegou-me pelos ombros e deitou-me de costas. Por uns minutos o Mestre deleitou-se com as minhas coxas.
Deixem-me fazer aqui um parêntesis. Já tenho recebido e-mails de alguns leitores que se "queixam" que escrevo sempre como se o meu corpo fosse o melhor. Primeiro deixem-me dizer-vos que gosto do meu corpo e acho que, sem favor, sou boa. Talvez não seja de parar o trênsito ou de voltar cabeças, mas quero deixar ficar bastante claro que, sem arrogância, não sou nada de deitar fora. Está bem que não tenho um corpo perfeito, mas é claro que não venho para aqui falar dos defeitos que lhe acho. Quanto às acusações de ser convencida, sim, sou um pouco convencida, não muito, mas acho sinceramente que tenho um bocadinho de motivos para isso. Depois, há outra coisa: o Mestre é sempre tão apaixonado quando fazemos amor que me faz sentir, pelo menos naquele momento, como se o meu corpo fosse melhor que o que realmente é, e quando escrevo acerca disso volto-me a sentir um pouco como me senti na altura, e, às vezes, lá exagero um bocadinho. Mas, sinceramente, se não podem suportar isso, não sei que vos faça.
Adiante. O Mestre acariciou as minhas coxas por uns minutos. Depois agarrou nos meus pulsos e tornozelos pelas voltas de corda que os prendiam e tocou-me ao de leve na planta do pé. Torci-me de cócegas. Ele fez-me cócegas mais algumas vezes, forçou o meu corpo a debater-se contra as cordas, e senti-las cravarem-se na minha pele deixou-me louca de excitação. Tocou a minha ratinha e viu como eu estava ensopada. Enfiou um único dedo dentro de mim, uma provocação, que um dedo não me chega, mas fez-me umas carícias por dentro que me deixaram a salivar (de vários lados) por mais.
O Mestre virou-me, fez-me ajoelhar na cama, com as ancas no ar e os ombros no colchão. Claro que, com o meu rabo assim, todo exposto, o Mestre me deu umas palmadas, primeiro devagar, depois com força, sempre entrecortadas com deliciosas carícias, até eu ter o rabinho rosado e quente. Senti a ponta do seu membro erecto a procurar a minha entrada, a encontrá-la e a penetrar-me só mesmo um bocadinho, só a pontinha. Foi aí que a minha respiração, a mil à hora, começou a tronar-se mais vocal, como pequenos gemidos excitados, à espera que ele enfiasse o resto do seu vergalho em mim, mas ele quis deixar-me frustrada por mais um momento e voltou a sair. Ia chorando, mas outro som familiar confortou-me: o zumbido do vibrador novo, o da Hitachi que me deixa toda maluca. O Mestre ligou-o na velocidade mais baixa e pôs-mo na mão. Estava na posição ideal para o levar ao clitóris e desfrutar das vibrações. Para ajudar, o Mestre penetrou-me, e desta vez meteu-mo todo (que saudades de escrever esta deliciosamente brejeira expressão). Agarrou-me pelas ancas e penetrou-me fundo e com força. Cada impacto das ancas dele contra as minhas nádegas, que um tapinha aqui e ali mantinham vermelhinhas e a arder, forçava mais um gemido de mim. As vibrações e a penetração ao mesmo tempo são uma combinação extremamente intensa, e excitei-me muito depressa. Quando eu estava já bem lançada, o Mestre tirou de mim e tirou-me o vibrador. Não foi uma coisa sádica, de me privar do prazer como o Mestre já me tem feito (e eu adoro), senti que o Mestre estava a quere despachar-se, e, em menos de nada, pôs o vibrador na velocidade alta e voltou a penetrar-me. Com um prazer tão intenso, não tardei em vir-me, a morder a borda do colchão para não acordar os vizinhos com o gemido que me apetecia libertar. Nem o Mestre nem muito menos o vibrador se cansaram, e logo outro orgasmo me tomou como uma onda a abater-se sobre mim, a cobrir o meu corpo, imiscuir-se em todo o lado e a deixar-me encharcada de prazer. Mais algumas deliciosas vagas de prazer se sucederam rapidamente até que, quando já não aguentava mais, o vibrador me caiu dos dedos. Sentia-me como se tivesse a ratinha toda dormente e exausta, como quando uma pessoa chega a casa do ginásio, mas só na minha ratinha. O Mestre percebeu que eu já tinha dado (ou recebido) tudo o que tinha a dar e não me penetrou mais; em vez disso fez-me sentar outra vez e levou o seu caralho quente e a escorrer dos meus fluidos aos meus lábios. Abocanhei-o com a volúpia de querer agradecer ao Mestre pelo prazer que me tinha dado e chupei-o até que ele se veio na minha boca. Engoli, o Mestre desamarrou-me, deitou-me devagarinho e cobriu-me com o lençol. Dormimos agarradinhos até quase ao meio dia.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
Claro que não foi um desastre completo, e, apesar de mais parecerem quinze dias do que um mês, deu para fazer umas brincadeiras com o Mestre. A última, e talvez a melhor deste mês (a concorrência era pouca, mas feroz), foi aqui há dias.
Já era tarde, e eu tinha tido exame. No dia a seguir não tinha nada planeado, a não ser talvez começar a estudar para o próximo, de maneira que levantar-me cedo estava fora de questão. Tinha acabado de me deitar e o Mestre vinha deitar-se ao meu lado. Aproximei-me e detei a cabeça no ombro dele, e ele abraçou-me. Demos um beijinho de boas noites. Fechei os olhos e aninhei-me, lancei a perna por cima das ancas do Mestre e pretendia ficar assim agarradinha a ele. Foi aí que senti a dureza do seu membro.
"Que temos aqui?" Perguntei eu, passando outra vez com a coxa por cima do pau duro do Mestre.
"Oh, sabes como é..." Desculpou-se ele. "Às vezes, quando um homem se deita com uma mulher atraente, pode acontecer uma coisa destas."
"Deixa-me tratar disso." Ofereci.
"Já é para o tarde. Não estás cansada?"
"Só um bocadinho." Disse eu, com a mão a caminho das calças do pijama dele.
Agarrei-lhe na vara e acariciei-o devagarinho a princípio, depois mais depressa, a sentir a respiração dele a tornar-se cada vez mais superficial e mais rápida.
"Pára!" Disse o Mestre, quando eu julgava que ele estava mais excitado.
"O que foi?" Perguntei eu. "Não estás a gostar?"
"Ó fofinha, estou a adorar." Disse ele. "Deixa-me dar-te prazer também."
Claro que não ia recusar. Deitei-me de costas e afastei só um bocadinho as pernas. Senti a mão dele a levantar-me a parte de cima do pijama e a pousar levemente na minha barriga. Como uma aranha que arrastasse os pés, as pontas dos dedos dele rastejaram pelo meu corpo até ao meu peito. Os dedos do Mestre começaram a brincar com um mamilo e a acariciar o resto da mama, devagar e com volúpia. Os seus lábios beijaram-me o rosto várias vezes até encontrarem os meus e continuámos a beijarmo-nos enquanto ele me acariciava até que a paixão me fez arquear as costas, mesmo sem eu dar conta. Foi então que o Mestre deixou o meu peito e deslizou a mão pela minha pele, desta vez para baixo. Acariciou as minhas coxas nuas (nesta altura do ano prefiro pijamas curtos, com calções em vez de calças), passando de uma para a outra, acariciando um pouco mais acima de cada vez que mudava de perna. Quando já não havia mais coxa por onde subir, o Mestre pousou a mão contra a minha ratinha, por cima do pijama. Acariciou-me com movimentos curtos e lentos por um momento, que se tornaram em movimentos longos e lânguidos até que, de tão longos, permitiram que os dedos deles se enfiassem debaixo do meu pijama e me tocassem onde eu estava mais sensível e mais ardente de antecipação pelo toque dele.
"Vamos fazer amor..." Propus eu, num suspiro de paixão.
"Vamos." COncordou o Mestre.
Afastámos o lençol, não íamos precisar dele por um bocado. Sentámo-nos na cama e logo as mãos do Mestre agarraram o meu pijama a despir-me, com eu ao Mestre. Logo nos achámos nus, e os nossos corpos, de encontro um contra o outro, contorciam-se levemente de uma paixão quente e carnal deliciosa. O Mestre deitou-se de costas e eu, que estava a beijá-lo, montei-o para continuar. Sentada sobre as suas ancas, a sentir a sua carne firme a roçar, oacasionalmente, contra as minhas partes mais sensíveis, deixei os seus lábios por um momento para lhe beijar o peito largo. As mãos dele emaranharam-se no meu cabelo e continuaram a acariciar-me enquanto ele se deleitava com o toque dos meus lábios. Depois senti-o a tomar-me pela força dos seus braços, deitar-me de costas na cama e ficar sobre mim. Os seus lábios procuraram o meu pescoço com uma volúpia quase animalesca e consumiam-me com beijos enquanto uma das suas mãos agarrava com firmeza e suavidade a minha mama. Foi aí que um ruído que eu conheço bem me fez sentir um baque: uma gaveta a abrir-se.
"Vais atar-me?" Perguntei eu, desnecessariamente, sem fôlego da excitação.
O Mestre saiu de cima de mim e eu sentei-me na cama. No escuro, apenas com o toque dele e da corda para me guiar, ele amarrou-me um arnês de peito, sem me prender os braços. Depois precebi que ele queria que eu me inclinasse para a frente e agarrasse os tornozelos. Com várias cordas curtas, o Mestre atou cada um dos meus cotovelos ao joelho correspondente, depois os pulsos aos tornozelos. Atou ainda os tornozelos juntos, para me restringir ainda mais os movimentos. Sentada na cama, com os braços entre as pernas dobradas e incapaz de me levantar ou sequer de me endireitar, contorci-me nas minhas amarras. Estava bem presa, mas confortável. Depois o Mestre pegou-me pelos ombros e deitou-me de costas. Por uns minutos o Mestre deleitou-se com as minhas coxas.
Deixem-me fazer aqui um parêntesis. Já tenho recebido e-mails de alguns leitores que se "queixam" que escrevo sempre como se o meu corpo fosse o melhor. Primeiro deixem-me dizer-vos que gosto do meu corpo e acho que, sem favor, sou boa. Talvez não seja de parar o trênsito ou de voltar cabeças, mas quero deixar ficar bastante claro que, sem arrogância, não sou nada de deitar fora. Está bem que não tenho um corpo perfeito, mas é claro que não venho para aqui falar dos defeitos que lhe acho. Quanto às acusações de ser convencida, sim, sou um pouco convencida, não muito, mas acho sinceramente que tenho um bocadinho de motivos para isso. Depois, há outra coisa: o Mestre é sempre tão apaixonado quando fazemos amor que me faz sentir, pelo menos naquele momento, como se o meu corpo fosse melhor que o que realmente é, e quando escrevo acerca disso volto-me a sentir um pouco como me senti na altura, e, às vezes, lá exagero um bocadinho. Mas, sinceramente, se não podem suportar isso, não sei que vos faça.
Adiante. O Mestre acariciou as minhas coxas por uns minutos. Depois agarrou nos meus pulsos e tornozelos pelas voltas de corda que os prendiam e tocou-me ao de leve na planta do pé. Torci-me de cócegas. Ele fez-me cócegas mais algumas vezes, forçou o meu corpo a debater-se contra as cordas, e senti-las cravarem-se na minha pele deixou-me louca de excitação. Tocou a minha ratinha e viu como eu estava ensopada. Enfiou um único dedo dentro de mim, uma provocação, que um dedo não me chega, mas fez-me umas carícias por dentro que me deixaram a salivar (de vários lados) por mais.
O Mestre virou-me, fez-me ajoelhar na cama, com as ancas no ar e os ombros no colchão. Claro que, com o meu rabo assim, todo exposto, o Mestre me deu umas palmadas, primeiro devagar, depois com força, sempre entrecortadas com deliciosas carícias, até eu ter o rabinho rosado e quente. Senti a ponta do seu membro erecto a procurar a minha entrada, a encontrá-la e a penetrar-me só mesmo um bocadinho, só a pontinha. Foi aí que a minha respiração, a mil à hora, começou a tronar-se mais vocal, como pequenos gemidos excitados, à espera que ele enfiasse o resto do seu vergalho em mim, mas ele quis deixar-me frustrada por mais um momento e voltou a sair. Ia chorando, mas outro som familiar confortou-me: o zumbido do vibrador novo, o da Hitachi que me deixa toda maluca. O Mestre ligou-o na velocidade mais baixa e pôs-mo na mão. Estava na posição ideal para o levar ao clitóris e desfrutar das vibrações. Para ajudar, o Mestre penetrou-me, e desta vez meteu-mo todo (que saudades de escrever esta deliciosamente brejeira expressão). Agarrou-me pelas ancas e penetrou-me fundo e com força. Cada impacto das ancas dele contra as minhas nádegas, que um tapinha aqui e ali mantinham vermelhinhas e a arder, forçava mais um gemido de mim. As vibrações e a penetração ao mesmo tempo são uma combinação extremamente intensa, e excitei-me muito depressa. Quando eu estava já bem lançada, o Mestre tirou de mim e tirou-me o vibrador. Não foi uma coisa sádica, de me privar do prazer como o Mestre já me tem feito (e eu adoro), senti que o Mestre estava a quere despachar-se, e, em menos de nada, pôs o vibrador na velocidade alta e voltou a penetrar-me. Com um prazer tão intenso, não tardei em vir-me, a morder a borda do colchão para não acordar os vizinhos com o gemido que me apetecia libertar. Nem o Mestre nem muito menos o vibrador se cansaram, e logo outro orgasmo me tomou como uma onda a abater-se sobre mim, a cobrir o meu corpo, imiscuir-se em todo o lado e a deixar-me encharcada de prazer. Mais algumas deliciosas vagas de prazer se sucederam rapidamente até que, quando já não aguentava mais, o vibrador me caiu dos dedos. Sentia-me como se tivesse a ratinha toda dormente e exausta, como quando uma pessoa chega a casa do ginásio, mas só na minha ratinha. O Mestre percebeu que eu já tinha dado (ou recebido) tudo o que tinha a dar e não me penetrou mais; em vez disso fez-me sentar outra vez e levou o seu caralho quente e a escorrer dos meus fluidos aos meus lábios. Abocanhei-o com a volúpia de querer agradecer ao Mestre pelo prazer que me tinha dado e chupei-o até que ele se veio na minha boca. Engoli, o Mestre desamarrou-me, deitou-me devagarinho e cobriu-me com o lençol. Dormimos agarradinhos até quase ao meio dia.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
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