30 de abril de 2009

Para onde foi Março?

Devo ter hibernado ou qualquer coisa assim, para não ter dado conta que se passaram dois meses inteiros desde a última vez que cá vim. Se acharam que me fartei e desisti disto tudo, desenganem-se. A verdade é que estes últimos dois meses foram... olha, foram complicados. O Mestre e eu andámos uns tempos chateados um com o outro (e por causa de uma parvoíce, ainda por cima), e a Páscoa foi uma merda (para variar, lá fui obrigada a voltar à santa terrinha, parece que nunca mais me livro dela) e, com isso tudo, andei muito infeliz. Mas já passou. Vamos então passar ao sexo.

Este fim de semana que passou não só foi o primeiro em algum tempo que o Mestre e eu passámos juntos e bem dispostos como também, como quem estuda na UA como eu sabe, foi o último antes da semana académica, ou seja, dois dias sem fazer nada antes de uma semana sem aulas. Muito tempo livre, portanto. No domingo, à tarde, não dava nada de jeito na televisão (precisamos de canais novos cá em casa. Isto de ver sempre as mesmas séries e sempre os mesmos filmes já cansa), e o Mestre e eu estávamos aconchegados no sofá. Como estavamos carentes, depois de termos feito as pazes da zanga que tivémos, não era de estranhar que estivéssemos a dar mais atenção um ao outro que à televisão. Depois de algumas meias-horas (dá mais jeito medir o tempo passado em frente à televisão em meias horas, já que muitas séries têm episódios de meia hora) de beijinhos e carícias leves e de muitos dias sem brincarmos, tornou-se evidente que estava na hora de desligar a televisão e partir para uma brincadeira.

"Traz uma toalha para a cozinha." Disse-me o Mestre.

Posso não ser lá muito inteligente (também não sou nenhuma loira), mas "toalha + cozinha + brincadeira = atar a Catarina à viga" é um raciocínio que eu sou perfeitamente capaz de fazer sozinha. Lá fui buscar a toalha enquanto o Mestre ia buscar as cordas e mais o que ele quisesse para brincarmos. Mal entrei na cozinha senti logo um arrepio. O Mestre já tinha posto na mesa duas cordas pequenas e uma maior e um cinto. Só de imaginar o cabedal a estalar contra a minha pele senti logo o rabinho a arder. Antes mesmo de o Mestre me mandar fazer alguma coisa, estendi a toalha no chão, debaixo da viga. Quando me endireitei, o Mestre, que estava atrás de mim, enfiou a mão no meu cabelo, a acariciar-me, mas eu desejei logo que ele me agarrasse e me puxasse o cabelo e me começasse a dominar logo. E foi mesmo isso que ele fez. Agarrou-me pelos cabelos e forçou-me a virar a cara para cima. Respirei fundo de excitação.

"Então temos uma submissa proactiva, ahn?" Comentou.

Depois mandou-me descalçar os chinelos e empurrou-me para cima da toalha.

"Despe-te!" Ordenou-me.

Nem ousei virar-me para ele. Arranquei logo a t-shirt do corpo e atirei-a para o lado. Depois, enquanto me vergava para despir as cuecas, o Mestre assentou-me a primeira chibatada com o cinto nas nádegas. Quase me desequilibrei com o choque. Sentir a dor daquela forma, pela primeira vez em semanas, foi como voltar a encontrar uma amiga dos tempos de liceu que já não visse desde que vim para a universidade. Depois aquele ardor na tira de pele onde o cinto me bateu excitou-me.

Acabei de me despir, endireitei-me e virei-me para o Mestre. Ele estendeu a mão direita para tocar na minha mama. Primeiro agarrou-a, sem apertar, só a acariciar, depois apertou-a um bocadinho, sem magoar. A seguir roçou a ponta do dedo à volta do meu mamilo, a pô-lo duro, antes de o apertar e o torcer um bocadinho. Depois deu-me uma palmada em cada mama, de cima para baixo. Soltei um gemido de prazer, porque palavra de honra que me souberam a rosas.

"De joelhos." Comandou ele. "Desaperta-me as calças." Enquanto desapertava os botões das calças dele, o Mestre tirou a t-shirt. Por debaixo dos boxers, podia ver os contornos da pila dele, já mais ou menos dura. "De que é que estás à espera?"

Abaixei-lhe os boxers e peguei no pau e nos tomates dele. Levei-o à boca e comecei a chupar a ponta ao mesmo tempo que lhe batia uma, a princípio, depois agarrei-o pela base e chupei o resto todo. O Mestre agarrou-me pelos cabelos outra vez e forçou o pau dele pela minha boca adentro. Engasguei-me logo e empurrei as coxas dele, a afastá-lo, por reflexo. Ainda não tinha recuperado o fôlego quando o mestre me deu uma bofetada em cada bochecha.

"Mãos atrás das costas!" Bradou ele. Depois apontou a verga na direcção da minha boca, e eu voltei a abocanhá-la. Lambi e chupei um bocado até que o Mestre me voltou a forçar e eu voltei a engasgar-me, mas, desta vez, aguentei mais tempo. Quando eu já estava a babar-me e a tossir, ainda com a pila dele na boca (quase na garganta, na verdade), a tentar afastar-me, mas sem tirar as mãos de detrás das costas, ele empurrou-me para trás e largou-me.

"Pfff! Que miséria!" Disse ele, com desprezo. "Vá, levanta-te."

Tínhamos começado depressa. Eu ainda não tinha sido atada e já tinha o rabo a arder do cinto, as mamas vermelhas das palmadas, a cara a doer das bofetadas e sentia-me ligeiramente humilhada do tratamento que tinha recebido. E estava a adorar! Levantei-me, sem tirar as mãos de detrás das costas. Com a corda maior, o Mestre atou-me os pulsos um ao outro e passou a ponta livre por cima da viga. Depois começou a puxar-me os pulsos para cima, o que foi uma estreia para nós, apesar de já termos visto esta posição antes na internet (que o Mestre e eu também gostamos de pornografia). Já estava à espera que fosse um bocado desconfortável. Também não me surpreendeu que desse por mim com tendência a inclinar-me para a frente para tentar ficar mais confortável. Depois, com as cordas mais curtas, o Mestre atou os meus joelhos e os meus tornozelos.

Quando eu já estava atada e ambos já estávamos nus, o Mestre pôs-se à minha frente com o pau na mão.

"Vá, anda cá chupá-lo."

Era evidente que não ia chegar lá. Não estava tão inclinada para a frente quanto isso, e não me podia inclinar muito mais por causa da corda que me prendia os pulsos à viga, mas, mesmo assim, estiquei-me o mais que pude na direcção do membro dele, sem sucesso. O Mestre estendeu os braços, a apalpar-me as mamas.

"Então? Recusas?" Interpelou-me o Mestre.

"Não consigo..." Choraminguei eu.

O Mestre largou-me as mamas e pôs-se atrás de mim. Ouvi-o a pegar no cinto e senti a mão dele a acaricar-me as nádegas.

"Se não chupas vamos ter que te castigar."

Primeiro deu-me algumas palmadas nas nádegas, a princípio ao de leve, mas depois já com força. Quando o meu rabinho estava todo aquecido, começou a bater-me com o cinto. A dor de cada chibatada mais o som do cinto a estalar na minha pele como um chicote deixou a minha ratinha ensopada e a arder de vontade. Depois o Mestre continuou a chicotear as minhas coxas e, a princípio, também foi bom, mas depois começou a doer a sério, mais a posição, que começava a fazer-me doer os braços, e pedi-lhe que parasse. Muitas vezes peço-lhe que pare quando quero que ele continue, para criar ambiente, mas, desta vez, não foi o caso, e o Mestre percebeu isso e pousou o cinto.

Ele agarrou-me pelas ancas e puxou-me bruscamente contra si. Enfiou o membro erecto no meio das minhas coxas, contra a minha ratinha e esfregou-se em mim a provocar-me.

"Queres?"

"Quero!"

"Mentirosa!"

"A sério! Quero!"

"Então implora."

"Por favor..."

"Chamas a isso implorar? Que desgraça..."

"Por favor! Por favor, por favor, por favor..."

"Por favor o quê?"

"Por favor mete-mo todo e fode-me como se fôssemos coelhos."

"Quando pões as coisas nesses termos, começo a acreditar em ti."

O Mestre enterrou-se em mim, todo de uma só vez, e fez-me gritar de prazer e excitação. Agarrou-me os cabelos com uma mão e, com a outra, ia-me agarrando pela anca, apalpando a mama ou açoitando as minhas nádegas enquanto me dava com força por detrás (aqui estive para escrever "enquanto me fodia à bruta por detrás". Não é que não fosse verdade, mas ainda não me sinto confortável a escrever as coisas dessa maneira). Vim-me duas vezes antes do Mestre se vir dentro de mim. Depois desatou-me fomos para a sala, continuar a não fazer nada, agarradinhos no sofá.

Durante o resto do dia, o Mestre andou a chamar-me "Coelhinha". Não me importo, até ao dia que lhe apeteça coelho à caçador LOL.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos.

26 de fevereiro de 2009

Brincadeira de Carnaval

Quando eu era pequenina não achava grande piada ao Carnaval. Essa história dos disfarces sempre me pareceu um frete. Agora as partidas de Carnaval eram outra história, dessas gostava. Agora que sou (mais) crescida, continuo a achar um bocado idiota ver crianças (grandes e pequenas) pela rua disfarçadas de bruxas ou princesas ou palhaços ou qualquer coisa assim. E, no entanto....

No dia de Carnaval, conforme tínhamos agendado, o Mestre e eu encenámos uma fantasia de Reitor e menina mal comportada, mas com atenção ao pormenor, ou seja, disfarces (ironicamente, não acham?). Pela minha parte, vesti uma camisa branca que "por azar" encolheu na máquina e me está apertada (a sério, encolheu, não fui eu que engordei. Foi de propósito e tudo) e uma saia com um padrão mais ou menos escocês que eu tratei de subir desavergonhadamente. A sério, dá-me pelo meio da coxa ou menos. Não me atrevo a usá-la em público. Também comprei umas meias brancas quase até ao joelho. Até pintei o cabelo de loiro (logo menos 50 pontos de Q.I.). Só não tinha sapatos de menina de colégio, por isso foram mesmo uns sapatos de salto de agulha. O Mestre, não sei bem como, porque não é nada o estilo dele, arranjou um fato cinzento com o que parece mesmo ser o emblema de um colégio qualquer no bolso do casaco. Com isso e uma camisola de malha, mais o ar autoritário dele, parecia mesmo o Sr. Reitor. Melhor, só se tivesse bigode.

Quando acabei de me mudar, a meio da tarde, fui ter com o Mestre à sala. Ele estava sentado à mesa de jantar, a fingir que tratava de uns papéis. Bati à porta.

"Dá-me licença, Sr. Reitor?" Perguntei, timidamente.

"Ente, entre. Sente-se." Respondeu, com impaciência. Pôs os papéis que tinha à frente de lado e pegou noutro papel. "Então vamos lá a ver o que é que a traz cá hoje. Foi apanhada por uma professora a fumar na casa de banho, certo?"

"Certo." Disse eu, baixinho, com os olhos baixos.

"Depois, quando a professora a repreendeu, insultou-a." Continuou o Sr. Reitor.

"Não foi nada!" Protestei eu.

"Ah não?" Perguntou ele, sarcástico (como um perfeito reitor). "Não a chamou de »Cabra Maluca», por acaso?"

"Não..." Disse eu, desviando o olhar outra vez.

"Então o que é que disse?"

"Só lhe disse que me não chateasse."

"Pois. Então vamos lá tratar do seu castigo." O Sr. Reitor levantou-se e pegou na régua de madeira. Senti logo um arrepio pela espinha acima. Aquela régua estava destinada ao meu rabinho. "Levante-se e assuma a posição." Mandou o Sr. Reitor.

Fui para a cabeceira da mesa e dobrei-me pela cintura. O Sr. Reitor pôs-se atrás de mim e tocou-me com a régua nas coxas, na parte de dentro, a mandar-me abrir as pernas. Depois pôs-me a régua nas costas.

"Se a régua cair antes de eu lhe pegar, o castigo vai ser pior." Ameaçou. Depois atou-me os tornozelos às pernas da mesa. A seguir pegou na régua, pô-la ao meu lado e pegou-me nos braços. Atou-me os antebraços um ao outro atrás das costas, com os cotovelos dobrados, para não poder cobrir as nádegas nem com as mãos nem com os pés.

O Sr. Reitor puxou-me a saia para cima e entalou o tecido na cintura, para não cair. Depois agarrou no tecido das minhas cuecas e deu-lhe um puxão para cima, de maneira a apertarem as minhas partes delicadas com força. Contive um gemido, mas fiquei em bicos de pés até o Sr. Reitor me baixar as cuecas até aos joelhos.

Tínhamos combinado que o Mestre havia de tirar fotografias desta brincadeira. Há já muito tempo que me andava a apetecer fazer isso, para ficarmos com mais do que memórias como recordações das nossas brincadeiras. Desta vez decidimos mesmo fazê-lo. Já tínhamos algumas fotografias de mim a fazer pose com o "uniforme". O Sr. Reitor tirou mais uma, comigo dobrada e com as cuecas pelos joelhos. Ficou muito gira. Há alguma coisa de depravado e humilhante ao mesmo tempo em ter as cuecas pelos joelhos, não acham?

"Por ter sido apanhada a fumar, dez reguadas." Sentenciou o Sr. Reitor. "Conte-as."

A primeira doeu. A segunda doeu muito. A terceira doeu que se fartou. A quarta começou a saber-me bem, mas o Sr. Reitor percebeu e começou a bater-me com mais força. Lá para a sétima, quando eu já tinha o rabinho a arder e cada reguada me fazia tremer entre as pernas, não consegui ter tento na língua.

"O que é que disse, menina?" Perguntou logo o Sr. Reitor, em vez de me dar a oitava.

"Disse «foda-se»..." Admiti eu, com voz sumida de temor.

"Mais cinco no fim por praguejar." Sentenciou ele, e continuou a castigar-me.

A décima fez-me dizer «porra», e o Sr. Reitor condenou-me a mais cinco em cima das cinco a mais por praguejar.

"Por insultar uma professora, vinte reguadas." Decretou o Sr. Reitor, depois de um curto intrevalo, enquanto me acariciava as nádegas doridas.

"Mas eu não insultei ninguém!" Choraminguei.

O Sr. Reitor continuou a acariciar-me as nádegas enquanto pensava no que fazer em relação a isso.

"Mais cinco reguadas por mentir." Decretou.

Senti-me desanimada, frustrada e irritada. Mas isso passou logo tudo quando a primeira das vinte por ter insultado a puta da professora me apanhou nas nádegas. Não foi tanto a dor, foi mais o choque que me mandou uma tal descarga pelo corpo acima que me ia endireitando, mas o Sr. Reitor pôs-me a mão nas costas e empurrou o meu corpo de encontro à mesa com força. O que valeu foi que o Sr. Reitor deve ter achado que eram muitas reguadas para o meu rabinho suportar, e distribuiu-as por entre as nádegas e as coxas. Mesmo assim, bateu-me a sério, com força, e dei por mim a contorcer-me de dor umas quantas vezes. No final das vinte, o Sr. Reitor deu-me mais um intervalo para recuperar o fôlego enquanto me acariciava as nádegas e as coxas, que me doíam como tudo.

"Cinco por mentir." Decretou, secamente.

Eu já tinha lágrimas nos olhos, e aguentei o melhor que pude, mas logo a quinta fez-me gritar um impropério, e o Sr. Reitor não deixou passar. Ainda faltavam mais quinze por dizer palavrões. Essas quinze custaram, passei-as o tempo todo a chorar, mas o Mestre deu conta e bateu-me com menos força. Depois equilibrou a régua no topo do meu rabinho e mandou-me não a deixar cair. Afastou-se e tirou mais uma fotografia do meu rabo e das minhas coxas vermelhas, quase a brilhar, já com umas negras a quere aparecer. Depois deu a volta à mesa e mandou-me levantar os ombros e olhar para ele, para tirar uma fotografia que ficou mesmo muito provocante, num ângulo pela camisa abaixo que deixa ver boa parte do meu peito, e com a minha maquiagem toda esborratada das lágrimas. Ainda dava para ver a dor nos meus olhos. Claro que quando levantei os ombros da mesa fiz cair a régua. Na altura não me preocupei, estava convencida de que a parte dos castigo já tinha acabado, mas, quando vi a expressão maliciosa do Sr. Reitor, fiquei um bocado aflita. Ele deu a volta à mesa em silêncio, apanhou a régua do chão e pô-la à minha frente.

"Vamos ter que a castigar por ter deixado cair a régua." Disse ele. Eu nem queria acreditar. "Vamos a umas bastonadas."

"Quantas?" Perguntei eu, cheia de medo.

O Sr. Reitor agarrou-me as ancas antes de responder.

"Quantas forem precisas." Disse ele, já a desapertar as calças.

Meteu-me o "bastão" todo de uma vez, com força, e arrancou-me um grande gemido gutural. O encontrão nas minhas nádegas doridas doeu, mas a "bastonada" soube-me tão bem que nem dei conta.

"Uma!" Contei eu, como se ainda estivesse a contar as reguadas.

O Sr. Reitor (agora que penso nisso, um Reitor a ter sexo com uma aluna depois de a disciplinar é um bocado esquesito. Só agora é que me lembrei. Deve ser de andar loira) riu-se. Depois continuou a penetrar-me. A dada altura puxou-me os cabelos e fez-me endireitar-me um bocado. Então deitou as mãos à minha camisa e abriu-ma com um puxão. Na altura nem quis saber que tivesse feito os botões saltar, tal foi o alívio de ter libertado as minhas mamas e a excitação de mas ter apertado outra vez logo a seguir com as mãos. Entre investidas fortes e apalpões deliciosos, viémo-nos em pouco tempo. O Mestre tirou mais uma fotografia de mim, exausta, mas satisfeita, deitada na mesa, com os olhos meio fechados de cansaço. Essa também ficou muito gira, com a minha expressão de prazer, a maquiagem toda borrada e a minha mama entalada entre o meu peito e a mesa a querer espreitar. Depois desatou-me, e foi à cozinha. Voltou com um frasco de creme hidratante gelado, vindo do frigorífico, mas guardado entre dois sacos de gelo. Sentou-se no sofá e convidou-me a deitar-me de bruços no colo dele enquanto me punha o creme no rabo e nas coxas. Maravilha...

Acho que foi a única vez que gostei de me disfarçar no Carnaval.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos.

14 de fevereiro de 2009

Às escuras

Aqui há dias reparei no que julgo ser um centro de explicações chamado "O Mestre". O Mestre nega todo e qualquer envolvimento nisso. O que é pena, de certa forma, que já há algumas semanas que me anda a apetecer fazer um role-play em que eu fosse uma menina de escola mal comportada a quem o Director tivesse de dar um tau-tau...

Na quarta feira fui ao ginásio. Quando voltei, a morrer por um duche, o Mestre estava para sair de casa, deu-me só um beijinho e foi-se embora. De certa forma, até deu jeito, porque eu gosto de me demorar no duche. Quando tomamos duche juntos, isso não é problema, mas, se o Mestre está à minha espera para alguma coisa, é pior. Mas com o Mestre ocupado e fora de casa, pude demorar-me à vontade. Vinha cansada e um bocadinho dorida (durante a época de exames não fui muitas vezes ao ginásio, de maneira que estava um bocado "enferrujada"), e a água quente soube-me maravilhosamente bem. Quando já estava satisfeita, enrolei uma toalha à volta do corpo e saí.

Já estava escuro lá fora e tinha a persiana do quarto corrida (é verdade que me excita descrever as minhas aventuras sexuais aqui, num blog, anonimamente, mas ser observada pela janela não :P), de maneira que, quando entrei, acendi a luz num gesto mecânico, sem sequer olhar para o interruptor. Assim que as luzes se acenderam, um pano cobriu-me a cara e eu não vi mais nada. Dei um gritinho de surpresa. Duas mãos agarraram-me os braços e puxaram-me, primeiro sem grande sentido, para me desequilibrar, depois fui atirada para o lado como uma boneca de trapos. Aterrei de bruços na cama, com as pernas a pender da borda, sem me magoar. O meu primeiro instinto foi o de tentar tirar o saco que me cobria a cabeça, mas antes de conseguir tocar no pano voltei a sentir as mãos a agarrarem-me os braços, a forçarem-me a dobrar os cotovelos e a juntar os pulsos atrás das costas. De repente, o toque da corda na minha pele, rápido e brutal, nem parecia a mesma sensação que conheço tão bem. A corda apertou-me os pulsos antes mesmo de eu ter tido tempo de reagir. Não tenho vergonha de dizer que, naquele momento, nua, a sentir o corpo do meu agressor a prender-me contra a cama, com os pulsos atados e o ar dentro do saco pesado com a minha respiração rápida, estava cheia de medo. Os gritinhos de surpresa eram agora gritinhos de pavor, a pedir para ser libertada.

"Demoraste..." A voz do Mestre, abafada pelo pano foi, de certa maneira um alívio. Por outro lado, agora que sabia que não havia nada a temer, pude desfrutar do medo.

Com brusquidão, o Mestre forçou-me a ajoelhar-me e a levantar o corpo. Primeiro passou as cordas à volta do meu peito e dos meus braços, por baixo das minhas mamas, depois por cima, depois de trás para a frente, junto ao meu pescoço, por entre as mamas, a juntar as cordas de cima com as de baixo, a apertar um pouco e, finalmente, outra vez para trás, pelo outro lado do pescoço e a atar nos pulsos, a puxá-los para cima, numa posição rígida e com pouco espaço de manobra. Com um puxão rápido, as cordas cravaram-se na minha pele e apertaram-me o peito, deixaram-me sem fôlego. Nem por isso deixei de implorar ao "violador" que parasse e me deixasse ir. Tinha os nervos à flor da pele, e sentir as mamas apalpadas com força, de repente foi quase tão bom como sentir os mamilos apertados, logo a seguir (Ui! Que dor tão boa!).

O Violador levantou-se, e pegou em mim pelas cordas que me amarravam. Desequilibrada, sem conseguir mexer os braços, lá fiz o melhor que pude por me levantar, mas fui logo atirada outra vez para cima da cama. Desta vez, aterrei com as pernas também em cima da colcha. O Violador (já é a segunda vez que o chamo Violador em vez de Mestre. É ele que insiste!) sentou-se em cima das minhas coxas e empurrou-me os ombros para baixo, contra a cama. Depois agarrou-me as nádegas, ainda húmidas do duche, apertou-as um bocado antes de me assentar uma valente palmada em cada uma delas, que me fizeram gritar. Com a pele molhada dói mais, e é uma dor mais aguda. Não é que me esteja a queixar... As palmadas sucederam-se e choveram no meu traseiro, fazendo-me gritar a cada estalo de pele com pele, e trouxeram-me lágrimas aos olhos. Quando, à força dos açoites, já tinha o rabinho tão quente que, se não estivesse já seco, ia secar sozinho muito brevemente, o Violador levantou-se e sentou-se em cima das minhas nádegas doridas. Agarrou-me os tornozelos com força e puxou-os para si, fazendo-me dobrar as pernas. Quando me forçou a cruzá-los, nem os meus melhores esforços para manter as pernas fechadas me valeram. Depois os violador levantou-se (para meu alivio) e deixou-me deitada na cama, atada, por uns momentos. Debati-me o melhor que pude contra as cordas que me prendiam, mas em vão. Conseguia levantar os ombros um bocadinho da cama, mas, de resto, só conseguia contorcer os braços. Com os tornozelos cruzados e atados, conseguia dobrar as pernas mais ou menos, mas não conseguia esticá-las nem fechá-las.

Senti o pano a ser puxado da minha cara, e pensei que me ia ver livre do saco, mas o Violador limitou-se a dobrá-lo para cima, de maneira a destapar-me a boca e o nariz (e ainda bem, porque, entre a gritaria e a emoção, estava a ficar difícil respirar ali dentro), e aquela primeira lufada de ar fresco quase me fez esquecer o ardor no meu rabo. Senti o pano a apertar-se contra a minha cabeça, quando o Violador lhe deu um nó, de maneira a deixar-me respirar à vontade, mas manter os olhos e os ouvidos tapados e sem sair do sítio. Aproveitei para pedir, mais uma vez, e agora entre soluços, que me libertasse. A dada altura devo ter dito "faço o que quiseres" ou qualquer coisa nesses termos, porque o Violador me perguntou:

"O que é que queres fazer?"

Não sabia o que responder, e hesitei. De castigo, senti uma valente vergastada nas nádegas.

"Um broche!" Gritei eu, com uma linha de chamas a arder onde a vergasta me tinha acertado. "Faço-te um broche se me soltares!" Choraminguei.

Durante uns segundos só ouvi a minha respiração pesada e um ou outro gemido (meu), como se o Violador estivesse a ponderar a minha oferta. Depois voltei a ouvir a vergasta a estalar na minha pele (com o saco, não ouvi o so da vergasta a cortar o ar) e voltei a sentir outra linha de fogo nas nádegas. Instintivamente, dobrei as pernas, a tentar proteger-me, e logo senti o Violador a pegar-me nos tornozelos e a afastar-mos com uma mão enquanto continuava a chicotear-me a parte de trás das coxas com a vergasta. Não tardou até que as minhas coxas estivessem também a arder e sentisse um formigueiro a alastrar até à minha ratinha, que também começava a arder, mas por outros motivos LOL. Pouco depois, o Violador largou-me os tornozelos e parou de me bater. Em vez disso, enfiou a mão por entre as minhas coxas e agarrou as minhas partes íntimas. Eu já estava molhada, e ele enfiou dois dedos dentro de mim. Penetrou-me com os dedos uns segundos, depois deixou-me vazia e a chorar por mais (e de dor, para dizer a verdade). A seguir agarrou-me por um ombro e virou-me ao contrário, de barriga para cima. Apalpou-me imediatamente as mamas, deu-me uma palmada em cada uma. Antes mesmo de eu ter tido tempo de lhe implorar que não me fizesse mais nada, senti uma pila a entrar-me pela boca adentro, a ir-me até à garganta e a fazer-me engasgar algumas vezes. Tal era a violência do ataque na minha boca que, por mais que quisesse, não conseguia chupar, porque assim que tentava sentia o pau a ir fundo demais e engasgava-me. Quando eu já estava com falta de ar, o Violador voltou a bater-me com a vergasta, desta vez na parte de dentro das coxas. Eu ia ficando cada vez mais dorida, mas também cada vez mais molhada. Então ele desatou-me os tornozelos e atou-os aos pés da cama. Ainda sem ver nada, senti-o a apoiar os cotovelos ao meu lado e a acomodar-se entre as minhas pernas. Logo senti o membro dele contra a minha rachinha, primeiro a explorar, a encontrar o sítio certo, e logo a seguir a forçar-se por mim adentro com tanta força que pensei que me ia sair pela boca (OK, pronto, também não era tanto assim...). Depois deste primeiro ataque brutal, continuou a violar-me com o mesmo vigor, a mesma bruteza que me fazia as mamas abanar descontroladamente e me fazia gritar como se me estivesse a estripar. No meio daquele turbilhão de encontrões das ancas dele contra as minhas, das estocadas da verga dele dentro de mim e ainda a dor viva nas minhas nadegas e nas minhas coxas, tive um orgasmo brutal, para condizer. Pouco depois, ainda tonta, senti-o sair de mim à pressa e encostar a cabeça da verga à minha boca, agora sem parecer que me ia fazer uma endoscopia. Exausta, lambi e chupei por uns segundos, até que o senti a vir-se na minha boca. Se o Mestre me deixou engolir, não ouvi, com o saco na cabeça, mas engoli à mesma.

Quando o Mestre me desatou, vim a saber que o saco era, afinal, uma fronha. Olhei-me ao espelho por uns minutos, a admirar as marcas da vergasta. Aquelas linhas vermelhas, ainda a doer, pareciam-me lindas e, na verdade, ainda não desapareceram completamente. É da maneira que tenho alguma coisa para me lembrar do Mestre durante o fim de semana, já que ele foi chamado à terra dele :(. Só espero que não volte "traumatizado", como às vezes acontece.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos.

26 de janeiro de 2009

A minha fixação mais recente

Antes de começar, hoje voltei a ver o Homem da Pêra. É verdade, já não o via há uma temporada. Parecia irritado com alguma coisa. Às tantas, os exames estão a correr-lhe mal. Desejo-lhe boa sorte (quanto mais não seja, porque sou uma menina bonita e simpática e só quero tudo de bom para toda a gente, menos as pessoas de quem não gosto :P). OK, pronto, vamos lá à parte gira...

Já tenho contado de vezes em que o Mestre me tortura com cera quente. Ultimamente temos feito isso com mais frequência, quase sempre a pedido meu. Começo a adorar a cera. Aqui há uns tempor eram molas da roupa nos mamilos. Ainda gosto delas (e beliscões nos mamilos... Mmmmm!), mas já não tenho aquele desejo de antes. Com a cera, bem, nem posso olhar para uma vela sem sentir um assomo de volúpia.

Ontem combinámos fazer amor à noite. Eu tinha que estudar durante o dia e o Mestre também tinha que fazer, por isso deixámos para a noite. À noite fomos para o quarto e acendemos só um candeeiro, o da mesa de cabeceira do Mestre. A luz é fraquinha, mas, para os nossos propósitos, servia perfeitamente. O Mestre começou por acender uma vela. Senti-me logo a arder por dentro, como se a vela estivesse acesa dentro de mim (metaforicamente, seus perversos!). Depois virou-se para mim, abraçou-me e começou a beijar-me. Enquanto curtíamos, fomo-nos encaminhando para a cama. O Mestre sentou-se primeiro e mandou-me sentar-me ao colo dele, ao que eu obedeci. Imediatamente me afastou o cabelo de um dos lados e começou a beijar-me o pescoço. Entretanto as mãos dele pousaram-se nas minhas coxas nuas e foram-se arrastando em direcção às minhas ancas, e depois percorreram a minha barriga enquanto o Mestre me beijava e mordiscava com mais intensidade. Quando as mãos dele me chegaram ao peito os nossos corpos estavam colados um ao outro, e eu tinha inclinado a cabeça para trás, por cima do ombro dele, a oferecer-lhe toda a pele que podia. Entre a minha respiração pesada e as carícias do Mestre nas minhas mamas, mesmo por cima da minha t-shirt, que não era nada grossa (aliás, os meus mamilos rijinhos notavam-se perfeitamente, e o Mestre aproveitou bem isso), dei por mim tão excitada que não me consegui impedir de virar a cabeça e começar eu própria a beijar o Mestre.

"Estás a gostar?" Perguntou o Mestre, ainda com as mãos nas minhas mamas.

Arfei algumas vezes de excitação antes de lhe conseguir dizer que sim.

O Mestre mandou-me despir-me enquanto foi tirar as cordas da gaveta. As roupas pareciam que me incomodavam, e desembaracei-me delas tão depressa quanto pude. Então o Mestre sugeriu atar-me os braços atrás da cabeça, com os pulsos cruzados. Na altura, eu só queria era ser atada, se o Mestre me tivesse dito que me ia atar ao condeeiro do tecto pelo pescoço eu teria dito que sim. Mesmo assim, essa posição é das minhas favoritas. Se ficar deitada de costas, é bastante confortável, e não consigo mexer os braços de todo. Quando já tinha os braços imobilizados e o Mestre me tinha ajudado a deitar na cama, ele atou os meus joelhos aos lados da cama e os meus tornozelos ao fundo da cama. COm o cordame concluído, o Mestre pôs as mãos na parte de dentro das minhsa coxas, em baixo, junto às cordas, mas com as palmas das mãos completamente em contacto com a minha pele. Acariciou-me aí um momento antes de começar a acariciar-me cada vez mais acima, em direcção às minhas virilhas. Mesmo antes de ele chegar a meio caminho eu já só queria que ele saltasse o resto do caminho e que me tocasse entre as pernas, onde eu sentia um fogo de desejo a arder por ele, mas ele continuou no mesmo ritmo, devagar, até chegar às minhas virilhas. Nessa altura, a minha respiração era ruidosa, e a minha barriga agitava-se de vez em quando com tremores de volúpia. Quando eu julgava que ele ia finalmete tocar as minhs partes sensíveis, ele inclinou-se em direcção ao meu baixo ventre, fez-me sentir a sua respiração quente e húmida onde eu estava ainda mais quente e mais húmida, e deu-me um beijinho logo acima de onde eu queria que ele pusesse os lábios. Depois outro só um bocadinho mais abaixo. Eu estava a dar em maluca.

"Mestre, por favor... Por favor..." Gemi eu.

"Por favor, o quê?" Perguntou o Mestre, do fundo do meu corpo.

"Por favor... Dá-me prazer com a boca."

"Assim?" Perguntou o Mestre, imediatamente antes de rastejar de onde estaa em direcção ao meu peito de me me chupar um mamilo.

"Não!" Choraminguei eu.

"Ora essa!" Ralhou o Mestre, a fingir indignação. "És pobre e mal agradecida. Mereces um castigo!"

Ele pegou na vela e deixou cair um fio de cera quente entre as minhas mamas. Esqueci-me logo da vontade que tinha de que o Mestre me fizesse sexo oral. Mordi o lábio, a tentar reprimir um gemido de dor e abafa-lo num grunhido gutural de prazer. As minhas costas arquearam-se para trás e o meu peito subiu, como se pedisse mais cera. O Mestre apalpou as minhas mamas com jeitinho, enquanto a cera derretia na ponta da vela e depois salpicou as minhas mamas de gotas quentes e maravilhosas. Aquela tortura repetida fez soltar os meus gemidos de dor e prazer, apesar dos meus esfrços para os reprimir.

"Peço desculpa, Mestre!" Consegui articular, por entre as gotas de cera que me queimavam quase tanto como me excitavam.

"Desculpas aceites." Disse o Mestre. "Era isto qe querias?" Perguntou-me, momentos antes de voltar a recuar para junto das minhas ancas e de me dar uma valente lambidela com a língua toda na minha ratinha. Soube-me tão bem...!

Disse que sim, e o Mestre continuou a dar-me prazer oral e a fazer-me implorar por mais. Não demorou muito tempo até eu me vir. O Mestre deu-me beijinhos na barriga enquanto aquela magífica vertigem que vem depois de um orgasmo desaparecia. Por uns momentos, deixei-me ficar ali, deitada, sem me conseguir (ou querer) mexer, a respirar fundo. Então o Mestre soergueu-se e deu-me uma palmada no interior da coxa.

"Então não se agradece?" Ralhou ele, outra vez.

Exclamei "obrigado" uma dúzia de vezes, mas era tarde demais. O Mestre bateu-me até as coxas me arderem. Depois, na penumbra do quarto, vi os olhos dele a brilharem de malícia e sadismo. Nem precisei de o ver a estender a mão na direcção da vela para adivinhar o que ele ia fazer a seguir.

Implorei-lhe que não o fizesse, mas já sabia que ele não ia ouvir. Na verdade se quisesse mesmo que ele não o fizesse, tinha usado a palavra de segurança. Ele demorou-se de propósito, a fazer-me sofrer a antecipação da dor, depois deixou cair a cera a arder na minha ratinha. As minhas ancas tentaram fugir, mesmo só por reflexo, mas não consegui mais que fazer as cordas enterrare-se mais nas minhas pernas. Depois ou Mestre tirou-me a cera das minhas partes pudendas à palmada. Quando viu nos meus olhos marejados de lágrimas que a dor se estava a tornar demais, parou, acariciou-me a cara e beijou-me na boca. Foi um daqueles linguados mravilhosos, em que me senti mesmo ligada ao Mestre só pelo acto de beijar, mas também porque dava a entender que ele estaria sempre disponível para me beijar quando me doesse alguma coisa (fisicamente ou não), e só isso pareceu aliviar-me a dor. Depois senti o órgão dele a querer entrar em mim, e a enterrar-se fundo, devagarinho, depois algumas estocadas lentas e fundas, que rapidamente passaram a estocadas rápidas, fundas e fortes que faziam o meu corpo todo abanar e me arrancavam gritos e gemidos de puro prazer. Entre o estado de dor e excitação em que estava e a sensibilidade aumentada da minha ratinha, por já me ter vindo antes, vim-me umas duas ou três vezes antes de o Mestre colar as ancas às minhas e me apalpar uma mama com força, para se excitar ainda mais enquanto o corpo dele tremia de prazer e ele se vinha dentro de mim.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos.

17 de janeiro de 2009

Ano Novo e essas coisas...

Já vai sendo altura de escrever aqui qualquer coisinha. Acontece que tenho andado chateada. Este Natal foi um desastre completo e a passagem de ano foi a condizer. Francamente, às vezes nem eu percebo porque raio continuo a voltar a casa dos meus pais nestas ocasiões. Não é que eles não saibam que eu vivo com o meu namorado (só não sabem é que ele é o meu Mestre). Está bem que eles não concordem, lá têm a opinião deles, também têm direito a ser puritanos (eu digo isto no plural, mas, na verdade, acredito mais que seja só a minha mãe e que o meu pai até nem se importa que eu viva "em pecado" - muito obrigado, malvada Igreja Católica, por esta e todas as outras horríveis expressões que inventaste para tentares fazer com que nos sintamos culpados por fazermos o que nos faz felizes, sem fazer mal a ninguém), mas bem que me podiam apoiar quando eu tento prosseguir com a minha vida afectiva. Nem peço que me dissessem para passar o Natal e o Ano Novo com o Mestre, como queríamos; já só queria que não fizessem chantagem de cada vez que falo nalguma coisa do género. Mas pronto...

Outra coisa é que, na porcaria da província, quase que fico à espera que as pessoas fiquem admiradas com tecnologias banais, tipo, luzes elétricas ou relógios digitais, o que serve para dizer que, às duas por três, a net não funciona. E wireless? Que piada! Já para não falar do frio. Por essas e por outras (como, por exemplo, o meu portátil estar a dar as últimas. Devia ter pedido um novo ao Pai Natal, mas, a ajuizar pela atenção que ele me deu este ano, se calhar não fazia diferença) é que não escrevi o que vem a seguir mais cedo.

Isto já se passou o mês passado. Fiquei em Aveiro tanto tempo quanto consegui sem a minha mãe ter um ataque de histeria e exigir que eu voltasse imediatamente (já devem estar fartos de me ouvir a queixar-me sempre do mesmo, desculpem lá, mas é que há coisas que me tiram do sério...). Na última noite de 2008 em que estivemos juntos, o Mestre e eu achámos que devíamos fazer alguma coisa especial, alguma coisa de que nos lembrássemos durante as semanas que íamos ficar sem nos vermos. Portanto, já perto da hora de irmos para a cama, acendemos umas velas na sala (velas aromáticas, cheiram mais ou menos a coco, compro-as na Natura, no Glicínias) e trocámos presentes de Natal, já que, no Natal propriamente dito, não íamos estar juntos. O Mestre ofereceu-me um conjunto de soutien e cuecas vermelhos, da Réverie (já lá tenho passado. A loira que lá trabalha é bem gira. O que vale é que eu não tenho ciúmes :P). Eu ofereci-lhe chocolates (não tenho grande imaginação para prendas...). Depois bebemos um cálice de Bailey's, só um, porque, quando se vai praticar sadomasoquismo, é importante estar-se sóbrio por várias razões. Passámos uns minutos no sofá, à luz das velas, aos beijinhos, até ficarmos excitados e nos começarmos a despir um ao outro. Continuámos a tocarmo-nos e a beijarmo-nos durante algum tempo, mesmo depois de já estarmos nus. Não me lembro da última vez que o Mestre me beijou com tanta paixão. Quando enterrou a cara entre as minhas mamas, a agarrar-me com um braço pela cintura e a tocar-me numa mama com a mão livre enquanto me beijava as mamas alternadamente, com dentadinhas amorosas pelo meio, senti que estava pronta para passar à fase seguinte. Disse-o ao Mestre, mas ele, em vez de parar e pegar nas cordas, disse-me que esperasse e continuou a acariciar o meu corpo e a beijar-me. Inclinou-se sobre mim e fez-me deitar no sofá. Depois cobriu a minha barriga de beijos escaldantes enquanto me acariciava as mamas com as mãos. Então levantou-se e foi buscar as cordas.

Já tínhamos combinado de antemão o que íamos fazer, por isso não houve surpresas. Eu sentei-me logo na otomana e pus as mãos atrás das costas. O Mestre atou-me os pulsos um ao outro e depois os cotovelos. Gosto dessa posição, obriga-me e empurrar o peito para a frente e mostrar bem as mamas. Tenho algum orgulho nas minhas mamas, acho que são bem bonitas! O Mestre acabou essa atadura e passou a atar os meus joelhos e os meus tornozelos. Depois sentou-se atrás de mim, encostado a mim, acariciou-me os braços e perguntou-me se estava tudo bem, se eu estava confortável. Disse-lhe que sim, e ele agarrou as minhas mamas e acariciou-mas um bocadinho enquanto me beijava, depois fez círculos à volta dos meus mamilos com os dedos antes de me vendar. Levantou-se e eu fiquei à espera que ele fosse buscar a vergasta, mas não esperava que ele me agarrasse e desatasse a beijar-me o pescoço outra vez. Depois foi mesmo buscar a vergasta. Ouvi o som da vara de madeira a cortar o ar. O Mestre faz sempre isso antes de me vergastar, só para estabelecer o ambiente. Às vezes até o faz duas ou três vezes, é normal. Antes de me bater acariciou-me a cara e os lábios com os dedos, disse-me que eu era linda e que me adorava. Depois voltei a ouvir o zunido da vergasta e senti a vergastada nas pernas. A segunda vergastada foi nas mamas. A terceira na barriga. Depois voltei a ouvir o som da vara e tremi de medo, à espera da pancada, os sítios onde já tinha levado parecia que doíam ainda mais com a antecipação, mas o Mestre não me bateu, foi só para assustar. Depois outra vez a mesma coisa. A seguir voltou a bater-me no peito, mesmo nos mamilos. Gemi por entredentes, porque doeu mesmo, não sei se de me ter batido com força, se de ter sido numa zona tão sensível ou se porque, depois de duas vergastadas em falso, não estava à espera que, à terceira, fosse de vez. O Mestre ainda me vergastou mais algumas vezes, com algumas sem me acertar de premeio, para me assustar (e bem que funcionava, de cada vez que ouvia a vergasta encolhia-me toda, de medo, mas adorei). A seguir, o Mestre pôs a mão no alto da minha cabeça e puxou-a devagarinho para a frente, em direcção ao seu pau. Naquela posição, sentada, não podia ir tão fundo como, por exemplo, ajoelhada entre as pernas dele, mas fiz questão de usar bem a língua na cabeça do órgão dele enquanto chupava. Depois, sem aviso, agarrou-me pelos ombros e forçou-me a deitar-me de costas na otomana.

Não me devia ter surpreendido, afinal tínhamos planeado que assim fosse, mas apanhou-me suficientemente desprevenida para me fazer dar um gritinho. Dei por mim deitada, imobilizada, com a cabeça a pender de um lado e as pernas do outro, ainda com várias linhas de dor a queimarem-me a pele e a tentar respirar fundo, na escuridão. Quando as primeiras gotas de cera quente das velas me caíram na barriga contorci-me toda e voltei a gritar de dor. O Mestre parou de deixar a cera pingar e deu-me tempo para me acalmar enquanto a cera arrefecia na minha pele. Então acariciou-me o cabelo e deu-me um grande beijo na boca. Logo a seguir, parecia que ainda nem tinha separado os lábios dos meus, deixou a cera pingar para cima das minhas mamas. Mordi o lábio de baixo, a tentar conter mais gemidos, por esta altura, tanto de dor como de excitação, e continuei a contorcer-me contra as minhas amarras enquanto o Mestre gotejava cera quente, ora na minha mama direita ora na esquerda. Deixou cair algumas gotas de menos alto, ou seja, mais quentes, em cheio nos meus mamilos. Depois parou e acariciou-me o corpo todo antes de pegar em mim, virar-me ao contrário e me deitar, de barriga para baixo e com as pernas de fora da otomana.

As mãos dele acariciaram o meu rabinho, o Mestre apalpou-me ligeiramente as nádegas antes de começar. Depois deu-me uns valentes açoites. Cada palmada parecia que ressoava pelo meu corpo todo, mas também que mandava choques eléctricos pelo meu corpo acima. No fim, o meu rabinho estava vermelho e a arder, e, de cada vez que o meu coração batia, sentia-o a tremer, como se inchasse por um momento. Sentia o mesmo pulsar do outro lado, na minha ratinha molhada e esfomeada pela verga do Mestre. O Mestre acariciou o meu rabinho dorido e beijou as minhas nádegas ardentes. Depois encostou o pau às minhas partes femininas.

"Queres, fofinha?" Perguntou.

"Quero!" Arfei, excitada. "Por favor, Mestre, por favor, mete-mo! Mete-mo todo!" Implorei-lhe, não só porque já sabia que ele me ia mandar fazê-lo mas também porque me excita. Na verdade, continuei a implorar-lhe com algumas palavras menos elegantes à mistura (do tipo "fode a minha cona de puta"), porque, às vezes, esse palavreado também me excita, e estava a ser uma noite memorável.

O Mestre também deve ter ficado excitado com aquele chorrilho de palavrões, porque mo enfiou todo de um só vez e deu-me com força, estocadas fortes e fundas que me fizeram soltar gemidos guturais até me vir. Duas vezes! Depois senti o Mestre a vir-se dentro de mim. Então, inesperadamente, ele virou-me, arrancou-me a venda dos olhos e beijou-me com sofreguidão.

"Amo-te tanto, querida Catarina!" OK, pronto, o Mestre não me chamou Catarina, disse mesmo o meu nome, mas façam de contas.

Depois o Mestre desatou-me e aninhámo-nos aos beijinhos no sofá. Ainda bebemos mais um ou dois Bailey's antes de irmos dormir. Por um lado estava feliz por ter feito amor com o Mestre, mas, por outro, só de pensar que ia ficar mais de duas semanas sem o ver (já para não falar de não lhe tocar ou de não o beijar ou de não fazermos amor) ficava tristíssima. Mas ao menos essa parte já passou!

Espero que tenham gostado.

Beijinhos.

8 de dezembro de 2008

Não podia ficar calada...

Isto não é para criar hábito, mas cá vai mais uma entrada sem sexo. A sério, é a última em muito tempo.

Hoje estive a ver o "Zé Carlos", dos Gato Fedorento. Acho-lhes piada. Hoje fizeram um sketch que era uma entrevista com um masoquista, em que a piada era que o masoquista não gostava de dor. Depois disseram que era raro os masoquisas não gostarem de dor.

Então, da boca (das mãos, mas façam de conta) de uma masoquista a sério, senhores gatinhos (estou mesmo a falr convosco, Sr. Ricardo Araújo Pereira, Sr. José Diogo Quintela, Sr. Miguel Góis e Sr. Tiago Dores), "masoquismo" é ter prazer sexual em assumir um papel submisso numa relação, muitas vezes numa relação sexual. A maior parte dos masoquistas (eu incluida) gosta de ser açoitada ou chicoteada durante as relações sexuais como prova do poder que o dominante tem, mas alguns não gostam de dor de maneira nenhuma. Também não gosto de dor noutros contextos, por exemplo, cortar-me a descascar fruta.

Falta dizer aqui que, segundo a Wikipedia, ter prazer em sentir dor chama-se algolagnia. É diferente.

Resumindo, masoquistas que não gostem de dor há muitos (como os chapéus:P).

Pronto, só queria deixar o esclarecimento.

Beijinhos.

6 de dezembro de 2008

O prometido é devido

Bem, não seria o fim do semestre sem esta tensão que se faz sentir...

Da última vez prometi uma história de sexo, já que a última entrada, se calhar, foi um bocado insalubre. Vamos já tratar disso. Esta história já não é muito recente, mas é das melhores de ultimamente. Foi numa sexta-feira noite. Eu estava na cozinha a acabar de arrumar a loiça lavada quando o Mestre veio ter comigo. Abraçou-me por detrás e deu-me um beijinho.

"Já estás despachada?" Perguntou-me, com ternura.

"Sim, já acabei." Respondi. "Vamos brincar, agora?"

"Vamos. Fica aqui que eu já venho."

Ainda não tínhamos começado e eu já estava a sentir um assomo de volúpia. Adoro quando o Mestre me dá uma ordem preliminar, como "Fica aqui" ou "Vai para a sala e espera". Sentei-me numa cadeira enquanto o Mestre não voltava. Quando voltou, pouco depois, trazia uma toalha de banho e as sempre presentes cordas. Lembro-me que eram cordas novas, que, pouco tempo antes, reparámos que algumas das cordas que tínhamos estavam a ficar gastas do uso, e o Mestre mandou vir mais. Levantei-me e aguardei a ordem do Mestre. Ele mandou-me ajudá-lo a arrastar a mesa da cozinha para debaixo da viga e que subisse para cima dela. Depois pôs a toalha dobrada na mesa e mandou-me ajoelhar-me nela. A seguir subiu também para cima da mesa e ajoelhou-se atrás de mim, com o corpo colado ao meu. Eu tinha as mãos no colo, como convém a uma submissa, e não tive sequer o ensejo de as mexer enquanto o Mestre começava por colar as mãos à minha pele, primeiro nas minhas coxas, por debaixo da minha t-shirt, contra a minha barriga e devagarinho até às minhas mamas. Os dedos habilidosos do Mestre não demoraram a deixar os meus mamilos duros como pedrinhas, e depois ele apertou-mos, mesmo como eu gosto.

"Despe-te." Sussurou-me o Mestre ao ouvido.

Ainda com as mãos dele por dentro da minha t-shirt, ele ajudou-me a tirá-la. Depois desembaracei-me das cuecas tão depressa quanto pude e voltei à posição inicial, ajoelhada, com as pernas juntas. O Mestre desceu da mesa enquanto me mandava abrir as pernas. Então, de frente para mim, ordenou-me que lhe estendesse os pulsos, e ele amarrou-os um ou outro e passou as pontas livres da corda por cima da viga. Ajustou o comprimento como queria, e pôs-me na posição que quis. Como a viga estava à minha frente, acabei por ficar ajoelhada, com as ancas por cima dos joelhos (mas, com a toalha a almofadas, estava confortável), e com os pulsos para a frente e acima da cabeça. Tinha a corda para me apoiar e manter o equilíbrio, por isso, era uma posição fácil de manter. Quando eu já estava como o Mestre me queria, ele não voltou a subir logo para cima da mesa, mas pôs uma mão na minha anca e a outra no meu tornozelo. Ambas as mãos foram deslizando, uma pelo flanco do meu corpo, outra pela minha perna, até que o Mestre estava a acariciar-me uma mama enquanto me tocava entre as pernas. A mão na mama estava a saber-me bem, mas o calor da palma da mão dele contra a minha ratinha e os movimentos fortes, mas subtis, dos dedos no meu púbis estavam a enlouquecer-me. O Mestre apercebeu-se, e quando eu estava a ficar mais excitada, parou.

"Vai com calma, fofinha." Disse-me ele, com uma certa malandrice, antes de apagar a luz e de se ir embora.

É sempre assim. Já nem me queixo. Na verdade, até gosto, cada vez mais, destes momentos de frustração antes de começarem as coisas mais excitantes.

O Mestre voltou pouco depois, claramente com mais apetrechos, mas, no escuro e de costas, não percebi logo o que era. No escuro, mais ou menos, porque tínhamos deixado a persiana aberta, mas, mesmo assim, estava escuro. O Mestre aproximou-se e acariciou-me com uma só mão, primeiro as costas, depois as nádegas, depois apalpou-me as nádegas levemente. Então parou e ouvi-o dar dois passos atrás. Houve uma pausa, e apercebi-me de que estava a suster a respiração. Já estava a antecipar que o Mestre me fosse bater, só não sabia como.

A primeira chicotada acertou-me nas costas, logo abaixo dos ombros, e fez-me gemer de dor. Era um cinto que o Mestre tinha ido buscar, um cinto de cabedal largo e bem rijo. A segunda chicotada foi mais forte, mas já não doeu tanto. Algumas chicotadas mais tarde e já me estavam a excitar. Foi aí que o Mestre começou a bater-me com o cinto no rabinho, e com ainda mais força, já que aí tenho mais chicha, e aguento melhor o cinto. Muitos gemidos mais tarde, uns de dor, outros de excitação, quando já tinha o rabinho a arder, o Mestre deu-me duas chicotadasa, muito dolorosas, directamente na minha ratinha, depois pousou o cinto na mesa, atrás de mim, e pôs-se à minha frente outra vez. Pôs-me as mãos nas mamas e apertou-as um bocadinho. Depois assentou-lhes palmadas, ora na esquerda, ora na direita, tanto de cima como de lado. Só quando eu já sentia as mamas vermelhinhas e quentes é que ele voltou a agarrá-las e mordiscou-me os mamilos um bocadinho. depois voltou a subir para cima da mesa. Pegou outra vez no cinto, passou-o por entre as minhas pernas e puxou-o para cima, de encontro à minha ratinha molhada, com força.

"O que é que eu hei-de fazer contigo?" Perguntou-me o Mestre, ao ouvido, com uma pontinha de desprezo, como se falasse com uma criança mal comportada, ou com uma puta imprestável.

"Mete-mo todo." Arfei eu. "Por favor, Mestre, por favor, mete-mo todo!" Implorei-lhe.

Ele largou o cinto e não se fez rogado. Agarrou-me as ancas, fez-me rodá-las, de maneira que eu tive que me apoiar mais nas cordas. Depois senti-o tocar-me entre as pernas com o membro viril, procurar o sítio certo por um momento e depois enterrar-se em mim, primeiro devagar, depois agarrou as minhas ancas com as duas mãos e deu-me com força por detrás. Ao fim de algum tempo começaram a doer-me os pulsos da tensão das cordas, e o Mestre começou a dar-me palmadas nas nádegas de vez em quando. Quando deu conta de que eu estava perto de me vir, procurou o meu clitoris com os dedos da mão direita e acariciou-me aí até sentir o meu corpo sacudido pelos espasmos de um orgasmo espetacular. Pouco depois, ainda meio zonza, senti-o agarrar-me as mamas e vir-se dentro de mim. Soltou logo as cordas da viga e deixou-me voltar a sentar-me nos calcanhares enquanto me abraçava e me beijava. Depois desatou-me os pulsos, ajudou-me a descer da mesa e fomo-nos deitar.

Escuso de dizer que foi só o começo de um fim de semana "bem passado" :P

Espero que tenham gostado.

Beijinhos.