Quando eu era pequenina não achava grande piada ao Carnaval. Essa história dos disfarces sempre me pareceu um frete. Agora as partidas de Carnaval eram outra história, dessas gostava. Agora que sou (mais) crescida, continuo a achar um bocado idiota ver crianças (grandes e pequenas) pela rua disfarçadas de bruxas ou princesas ou palhaços ou qualquer coisa assim. E, no entanto....
No dia de Carnaval, conforme tínhamos agendado, o Mestre e eu encenámos uma fantasia de Reitor e menina mal comportada, mas com atenção ao pormenor, ou seja, disfarces (ironicamente, não acham?). Pela minha parte, vesti uma camisa branca que "por azar" encolheu na máquina e me está apertada (a sério, encolheu, não fui eu que engordei. Foi de propósito e tudo) e uma saia com um padrão mais ou menos escocês que eu tratei de subir desavergonhadamente. A sério, dá-me pelo meio da coxa ou menos. Não me atrevo a usá-la em público. Também comprei umas meias brancas quase até ao joelho. Até pintei o cabelo de loiro (logo menos 50 pontos de Q.I.). Só não tinha sapatos de menina de colégio, por isso foram mesmo uns sapatos de salto de agulha. O Mestre, não sei bem como, porque não é nada o estilo dele, arranjou um fato cinzento com o que parece mesmo ser o emblema de um colégio qualquer no bolso do casaco. Com isso e uma camisola de malha, mais o ar autoritário dele, parecia mesmo o Sr. Reitor. Melhor, só se tivesse bigode.
Quando acabei de me mudar, a meio da tarde, fui ter com o Mestre à sala. Ele estava sentado à mesa de jantar, a fingir que tratava de uns papéis. Bati à porta.
"Dá-me licença, Sr. Reitor?" Perguntei, timidamente.
"Ente, entre. Sente-se." Respondeu, com impaciência. Pôs os papéis que tinha à frente de lado e pegou noutro papel. "Então vamos lá a ver o que é que a traz cá hoje. Foi apanhada por uma professora a fumar na casa de banho, certo?"
"Certo." Disse eu, baixinho, com os olhos baixos.
"Depois, quando a professora a repreendeu, insultou-a." Continuou o Sr. Reitor.
"Não foi nada!" Protestei eu.
"Ah não?" Perguntou ele, sarcástico (como um perfeito reitor). "Não a chamou de »Cabra Maluca», por acaso?"
"Não..." Disse eu, desviando o olhar outra vez.
"Então o que é que disse?"
"Só lhe disse que me não chateasse."
"Pois. Então vamos lá tratar do seu castigo." O Sr. Reitor levantou-se e pegou na régua de madeira. Senti logo um arrepio pela espinha acima. Aquela régua estava destinada ao meu rabinho. "Levante-se e assuma a posição." Mandou o Sr. Reitor.
Fui para a cabeceira da mesa e dobrei-me pela cintura. O Sr. Reitor pôs-se atrás de mim e tocou-me com a régua nas coxas, na parte de dentro, a mandar-me abrir as pernas. Depois pôs-me a régua nas costas.
"Se a régua cair antes de eu lhe pegar, o castigo vai ser pior." Ameaçou. Depois atou-me os tornozelos às pernas da mesa. A seguir pegou na régua, pô-la ao meu lado e pegou-me nos braços. Atou-me os antebraços um ao outro atrás das costas, com os cotovelos dobrados, para não poder cobrir as nádegas nem com as mãos nem com os pés.
O Sr. Reitor puxou-me a saia para cima e entalou o tecido na cintura, para não cair. Depois agarrou no tecido das minhas cuecas e deu-lhe um puxão para cima, de maneira a apertarem as minhas partes delicadas com força. Contive um gemido, mas fiquei em bicos de pés até o Sr. Reitor me baixar as cuecas até aos joelhos.
Tínhamos combinado que o Mestre havia de tirar fotografias desta brincadeira. Há já muito tempo que me andava a apetecer fazer isso, para ficarmos com mais do que memórias como recordações das nossas brincadeiras. Desta vez decidimos mesmo fazê-lo. Já tínhamos algumas fotografias de mim a fazer pose com o "uniforme". O Sr. Reitor tirou mais uma, comigo dobrada e com as cuecas pelos joelhos. Ficou muito gira. Há alguma coisa de depravado e humilhante ao mesmo tempo em ter as cuecas pelos joelhos, não acham?
"Por ter sido apanhada a fumar, dez reguadas." Sentenciou o Sr. Reitor. "Conte-as."
A primeira doeu. A segunda doeu muito. A terceira doeu que se fartou. A quarta começou a saber-me bem, mas o Sr. Reitor percebeu e começou a bater-me com mais força. Lá para a sétima, quando eu já tinha o rabinho a arder e cada reguada me fazia tremer entre as pernas, não consegui ter tento na língua.
"O que é que disse, menina?" Perguntou logo o Sr. Reitor, em vez de me dar a oitava.
"Disse «foda-se»..." Admiti eu, com voz sumida de temor.
"Mais cinco no fim por praguejar." Sentenciou ele, e continuou a castigar-me.
A décima fez-me dizer «porra», e o Sr. Reitor condenou-me a mais cinco em cima das cinco a mais por praguejar.
"Por insultar uma professora, vinte reguadas." Decretou o Sr. Reitor, depois de um curto intrevalo, enquanto me acariciava as nádegas doridas.
"Mas eu não insultei ninguém!" Choraminguei.
O Sr. Reitor continuou a acariciar-me as nádegas enquanto pensava no que fazer em relação a isso.
"Mais cinco reguadas por mentir." Decretou.
Senti-me desanimada, frustrada e irritada. Mas isso passou logo tudo quando a primeira das vinte por ter insultado a puta da professora me apanhou nas nádegas. Não foi tanto a dor, foi mais o choque que me mandou uma tal descarga pelo corpo acima que me ia endireitando, mas o Sr. Reitor pôs-me a mão nas costas e empurrou o meu corpo de encontro à mesa com força. O que valeu foi que o Sr. Reitor deve ter achado que eram muitas reguadas para o meu rabinho suportar, e distribuiu-as por entre as nádegas e as coxas. Mesmo assim, bateu-me a sério, com força, e dei por mim a contorcer-me de dor umas quantas vezes. No final das vinte, o Sr. Reitor deu-me mais um intervalo para recuperar o fôlego enquanto me acariciava as nádegas e as coxas, que me doíam como tudo.
"Cinco por mentir." Decretou, secamente.
Eu já tinha lágrimas nos olhos, e aguentei o melhor que pude, mas logo a quinta fez-me gritar um impropério, e o Sr. Reitor não deixou passar. Ainda faltavam mais quinze por dizer palavrões. Essas quinze custaram, passei-as o tempo todo a chorar, mas o Mestre deu conta e bateu-me com menos força. Depois equilibrou a régua no topo do meu rabinho e mandou-me não a deixar cair. Afastou-se e tirou mais uma fotografia do meu rabo e das minhas coxas vermelhas, quase a brilhar, já com umas negras a quere aparecer. Depois deu a volta à mesa e mandou-me levantar os ombros e olhar para ele, para tirar uma fotografia que ficou mesmo muito provocante, num ângulo pela camisa abaixo que deixa ver boa parte do meu peito, e com a minha maquiagem toda esborratada das lágrimas. Ainda dava para ver a dor nos meus olhos. Claro que quando levantei os ombros da mesa fiz cair a régua. Na altura não me preocupei, estava convencida de que a parte dos castigo já tinha acabado, mas, quando vi a expressão maliciosa do Sr. Reitor, fiquei um bocado aflita. Ele deu a volta à mesa em silêncio, apanhou a régua do chão e pô-la à minha frente.
"Vamos ter que a castigar por ter deixado cair a régua." Disse ele. Eu nem queria acreditar. "Vamos a umas bastonadas."
"Quantas?" Perguntei eu, cheia de medo.
O Sr. Reitor agarrou-me as ancas antes de responder.
"Quantas forem precisas." Disse ele, já a desapertar as calças.
Meteu-me o "bastão" todo de uma vez, com força, e arrancou-me um grande gemido gutural. O encontrão nas minhas nádegas doridas doeu, mas a "bastonada" soube-me tão bem que nem dei conta.
"Uma!" Contei eu, como se ainda estivesse a contar as reguadas.
O Sr. Reitor (agora que penso nisso, um Reitor a ter sexo com uma aluna depois de a disciplinar é um bocado esquesito. Só agora é que me lembrei. Deve ser de andar loira) riu-se. Depois continuou a penetrar-me. A dada altura puxou-me os cabelos e fez-me endireitar-me um bocado. Então deitou as mãos à minha camisa e abriu-ma com um puxão. Na altura nem quis saber que tivesse feito os botões saltar, tal foi o alívio de ter libertado as minhas mamas e a excitação de mas ter apertado outra vez logo a seguir com as mãos. Entre investidas fortes e apalpões deliciosos, viémo-nos em pouco tempo. O Mestre tirou mais uma fotografia de mim, exausta, mas satisfeita, deitada na mesa, com os olhos meio fechados de cansaço. Essa também ficou muito gira, com a minha expressão de prazer, a maquiagem toda borrada e a minha mama entalada entre o meu peito e a mesa a querer espreitar. Depois desatou-me, e foi à cozinha. Voltou com um frasco de creme hidratante gelado, vindo do frigorífico, mas guardado entre dois sacos de gelo. Sentou-se no sofá e convidou-me a deitar-me de bruços no colo dele enquanto me punha o creme no rabo e nas coxas. Maravilha...
Acho que foi a única vez que gostei de me disfarçar no Carnaval.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
26 de fevereiro de 2009
14 de fevereiro de 2009
Às escuras
Aqui há dias reparei no que julgo ser um centro de explicações chamado "O Mestre". O Mestre nega todo e qualquer envolvimento nisso. O que é pena, de certa forma, que já há algumas semanas que me anda a apetecer fazer um role-play em que eu fosse uma menina de escola mal comportada a quem o Director tivesse de dar um tau-tau...
Na quarta feira fui ao ginásio. Quando voltei, a morrer por um duche, o Mestre estava para sair de casa, deu-me só um beijinho e foi-se embora. De certa forma, até deu jeito, porque eu gosto de me demorar no duche. Quando tomamos duche juntos, isso não é problema, mas, se o Mestre está à minha espera para alguma coisa, é pior. Mas com o Mestre ocupado e fora de casa, pude demorar-me à vontade. Vinha cansada e um bocadinho dorida (durante a época de exames não fui muitas vezes ao ginásio, de maneira que estava um bocado "enferrujada"), e a água quente soube-me maravilhosamente bem. Quando já estava satisfeita, enrolei uma toalha à volta do corpo e saí.
Já estava escuro lá fora e tinha a persiana do quarto corrida (é verdade que me excita descrever as minhas aventuras sexuais aqui, num blog, anonimamente, mas ser observada pela janela não :P), de maneira que, quando entrei, acendi a luz num gesto mecânico, sem sequer olhar para o interruptor. Assim que as luzes se acenderam, um pano cobriu-me a cara e eu não vi mais nada. Dei um gritinho de surpresa. Duas mãos agarraram-me os braços e puxaram-me, primeiro sem grande sentido, para me desequilibrar, depois fui atirada para o lado como uma boneca de trapos. Aterrei de bruços na cama, com as pernas a pender da borda, sem me magoar. O meu primeiro instinto foi o de tentar tirar o saco que me cobria a cabeça, mas antes de conseguir tocar no pano voltei a sentir as mãos a agarrarem-me os braços, a forçarem-me a dobrar os cotovelos e a juntar os pulsos atrás das costas. De repente, o toque da corda na minha pele, rápido e brutal, nem parecia a mesma sensação que conheço tão bem. A corda apertou-me os pulsos antes mesmo de eu ter tido tempo de reagir. Não tenho vergonha de dizer que, naquele momento, nua, a sentir o corpo do meu agressor a prender-me contra a cama, com os pulsos atados e o ar dentro do saco pesado com a minha respiração rápida, estava cheia de medo. Os gritinhos de surpresa eram agora gritinhos de pavor, a pedir para ser libertada.
"Demoraste..." A voz do Mestre, abafada pelo pano foi, de certa maneira um alívio. Por outro lado, agora que sabia que não havia nada a temer, pude desfrutar do medo.
Com brusquidão, o Mestre forçou-me a ajoelhar-me e a levantar o corpo. Primeiro passou as cordas à volta do meu peito e dos meus braços, por baixo das minhas mamas, depois por cima, depois de trás para a frente, junto ao meu pescoço, por entre as mamas, a juntar as cordas de cima com as de baixo, a apertar um pouco e, finalmente, outra vez para trás, pelo outro lado do pescoço e a atar nos pulsos, a puxá-los para cima, numa posição rígida e com pouco espaço de manobra. Com um puxão rápido, as cordas cravaram-se na minha pele e apertaram-me o peito, deixaram-me sem fôlego. Nem por isso deixei de implorar ao "violador" que parasse e me deixasse ir. Tinha os nervos à flor da pele, e sentir as mamas apalpadas com força, de repente foi quase tão bom como sentir os mamilos apertados, logo a seguir (Ui! Que dor tão boa!).
O Violador levantou-se, e pegou em mim pelas cordas que me amarravam. Desequilibrada, sem conseguir mexer os braços, lá fiz o melhor que pude por me levantar, mas fui logo atirada outra vez para cima da cama. Desta vez, aterrei com as pernas também em cima da colcha. O Violador (já é a segunda vez que o chamo Violador em vez de Mestre. É ele que insiste!) sentou-se em cima das minhas coxas e empurrou-me os ombros para baixo, contra a cama. Depois agarrou-me as nádegas, ainda húmidas do duche, apertou-as um bocado antes de me assentar uma valente palmada em cada uma delas, que me fizeram gritar. Com a pele molhada dói mais, e é uma dor mais aguda. Não é que me esteja a queixar... As palmadas sucederam-se e choveram no meu traseiro, fazendo-me gritar a cada estalo de pele com pele, e trouxeram-me lágrimas aos olhos. Quando, à força dos açoites, já tinha o rabinho tão quente que, se não estivesse já seco, ia secar sozinho muito brevemente, o Violador levantou-se e sentou-se em cima das minhas nádegas doridas. Agarrou-me os tornozelos com força e puxou-os para si, fazendo-me dobrar as pernas. Quando me forçou a cruzá-los, nem os meus melhores esforços para manter as pernas fechadas me valeram. Depois os violador levantou-se (para meu alivio) e deixou-me deitada na cama, atada, por uns momentos. Debati-me o melhor que pude contra as cordas que me prendiam, mas em vão. Conseguia levantar os ombros um bocadinho da cama, mas, de resto, só conseguia contorcer os braços. Com os tornozelos cruzados e atados, conseguia dobrar as pernas mais ou menos, mas não conseguia esticá-las nem fechá-las.
Senti o pano a ser puxado da minha cara, e pensei que me ia ver livre do saco, mas o Violador limitou-se a dobrá-lo para cima, de maneira a destapar-me a boca e o nariz (e ainda bem, porque, entre a gritaria e a emoção, estava a ficar difícil respirar ali dentro), e aquela primeira lufada de ar fresco quase me fez esquecer o ardor no meu rabo. Senti o pano a apertar-se contra a minha cabeça, quando o Violador lhe deu um nó, de maneira a deixar-me respirar à vontade, mas manter os olhos e os ouvidos tapados e sem sair do sítio. Aproveitei para pedir, mais uma vez, e agora entre soluços, que me libertasse. A dada altura devo ter dito "faço o que quiseres" ou qualquer coisa nesses termos, porque o Violador me perguntou:
"O que é que queres fazer?"
Não sabia o que responder, e hesitei. De castigo, senti uma valente vergastada nas nádegas.
"Um broche!" Gritei eu, com uma linha de chamas a arder onde a vergasta me tinha acertado. "Faço-te um broche se me soltares!" Choraminguei.
Durante uns segundos só ouvi a minha respiração pesada e um ou outro gemido (meu), como se o Violador estivesse a ponderar a minha oferta. Depois voltei a ouvir a vergasta a estalar na minha pele (com o saco, não ouvi o so da vergasta a cortar o ar) e voltei a sentir outra linha de fogo nas nádegas. Instintivamente, dobrei as pernas, a tentar proteger-me, e logo senti o Violador a pegar-me nos tornozelos e a afastar-mos com uma mão enquanto continuava a chicotear-me a parte de trás das coxas com a vergasta. Não tardou até que as minhas coxas estivessem também a arder e sentisse um formigueiro a alastrar até à minha ratinha, que também começava a arder, mas por outros motivos LOL. Pouco depois, o Violador largou-me os tornozelos e parou de me bater. Em vez disso, enfiou a mão por entre as minhas coxas e agarrou as minhas partes íntimas. Eu já estava molhada, e ele enfiou dois dedos dentro de mim. Penetrou-me com os dedos uns segundos, depois deixou-me vazia e a chorar por mais (e de dor, para dizer a verdade). A seguir agarrou-me por um ombro e virou-me ao contrário, de barriga para cima. Apalpou-me imediatamente as mamas, deu-me uma palmada em cada uma. Antes mesmo de eu ter tido tempo de lhe implorar que não me fizesse mais nada, senti uma pila a entrar-me pela boca adentro, a ir-me até à garganta e a fazer-me engasgar algumas vezes. Tal era a violência do ataque na minha boca que, por mais que quisesse, não conseguia chupar, porque assim que tentava sentia o pau a ir fundo demais e engasgava-me. Quando eu já estava com falta de ar, o Violador voltou a bater-me com a vergasta, desta vez na parte de dentro das coxas. Eu ia ficando cada vez mais dorida, mas também cada vez mais molhada. Então ele desatou-me os tornozelos e atou-os aos pés da cama. Ainda sem ver nada, senti-o a apoiar os cotovelos ao meu lado e a acomodar-se entre as minhas pernas. Logo senti o membro dele contra a minha rachinha, primeiro a explorar, a encontrar o sítio certo, e logo a seguir a forçar-se por mim adentro com tanta força que pensei que me ia sair pela boca (OK, pronto, também não era tanto assim...). Depois deste primeiro ataque brutal, continuou a violar-me com o mesmo vigor, a mesma bruteza que me fazia as mamas abanar descontroladamente e me fazia gritar como se me estivesse a estripar. No meio daquele turbilhão de encontrões das ancas dele contra as minhas, das estocadas da verga dele dentro de mim e ainda a dor viva nas minhas nadegas e nas minhas coxas, tive um orgasmo brutal, para condizer. Pouco depois, ainda tonta, senti-o sair de mim à pressa e encostar a cabeça da verga à minha boca, agora sem parecer que me ia fazer uma endoscopia. Exausta, lambi e chupei por uns segundos, até que o senti a vir-se na minha boca. Se o Mestre me deixou engolir, não ouvi, com o saco na cabeça, mas engoli à mesma.
Quando o Mestre me desatou, vim a saber que o saco era, afinal, uma fronha. Olhei-me ao espelho por uns minutos, a admirar as marcas da vergasta. Aquelas linhas vermelhas, ainda a doer, pareciam-me lindas e, na verdade, ainda não desapareceram completamente. É da maneira que tenho alguma coisa para me lembrar do Mestre durante o fim de semana, já que ele foi chamado à terra dele :(. Só espero que não volte "traumatizado", como às vezes acontece.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
Na quarta feira fui ao ginásio. Quando voltei, a morrer por um duche, o Mestre estava para sair de casa, deu-me só um beijinho e foi-se embora. De certa forma, até deu jeito, porque eu gosto de me demorar no duche. Quando tomamos duche juntos, isso não é problema, mas, se o Mestre está à minha espera para alguma coisa, é pior. Mas com o Mestre ocupado e fora de casa, pude demorar-me à vontade. Vinha cansada e um bocadinho dorida (durante a época de exames não fui muitas vezes ao ginásio, de maneira que estava um bocado "enferrujada"), e a água quente soube-me maravilhosamente bem. Quando já estava satisfeita, enrolei uma toalha à volta do corpo e saí.
Já estava escuro lá fora e tinha a persiana do quarto corrida (é verdade que me excita descrever as minhas aventuras sexuais aqui, num blog, anonimamente, mas ser observada pela janela não :P), de maneira que, quando entrei, acendi a luz num gesto mecânico, sem sequer olhar para o interruptor. Assim que as luzes se acenderam, um pano cobriu-me a cara e eu não vi mais nada. Dei um gritinho de surpresa. Duas mãos agarraram-me os braços e puxaram-me, primeiro sem grande sentido, para me desequilibrar, depois fui atirada para o lado como uma boneca de trapos. Aterrei de bruços na cama, com as pernas a pender da borda, sem me magoar. O meu primeiro instinto foi o de tentar tirar o saco que me cobria a cabeça, mas antes de conseguir tocar no pano voltei a sentir as mãos a agarrarem-me os braços, a forçarem-me a dobrar os cotovelos e a juntar os pulsos atrás das costas. De repente, o toque da corda na minha pele, rápido e brutal, nem parecia a mesma sensação que conheço tão bem. A corda apertou-me os pulsos antes mesmo de eu ter tido tempo de reagir. Não tenho vergonha de dizer que, naquele momento, nua, a sentir o corpo do meu agressor a prender-me contra a cama, com os pulsos atados e o ar dentro do saco pesado com a minha respiração rápida, estava cheia de medo. Os gritinhos de surpresa eram agora gritinhos de pavor, a pedir para ser libertada.
"Demoraste..." A voz do Mestre, abafada pelo pano foi, de certa maneira um alívio. Por outro lado, agora que sabia que não havia nada a temer, pude desfrutar do medo.
Com brusquidão, o Mestre forçou-me a ajoelhar-me e a levantar o corpo. Primeiro passou as cordas à volta do meu peito e dos meus braços, por baixo das minhas mamas, depois por cima, depois de trás para a frente, junto ao meu pescoço, por entre as mamas, a juntar as cordas de cima com as de baixo, a apertar um pouco e, finalmente, outra vez para trás, pelo outro lado do pescoço e a atar nos pulsos, a puxá-los para cima, numa posição rígida e com pouco espaço de manobra. Com um puxão rápido, as cordas cravaram-se na minha pele e apertaram-me o peito, deixaram-me sem fôlego. Nem por isso deixei de implorar ao "violador" que parasse e me deixasse ir. Tinha os nervos à flor da pele, e sentir as mamas apalpadas com força, de repente foi quase tão bom como sentir os mamilos apertados, logo a seguir (Ui! Que dor tão boa!).
O Violador levantou-se, e pegou em mim pelas cordas que me amarravam. Desequilibrada, sem conseguir mexer os braços, lá fiz o melhor que pude por me levantar, mas fui logo atirada outra vez para cima da cama. Desta vez, aterrei com as pernas também em cima da colcha. O Violador (já é a segunda vez que o chamo Violador em vez de Mestre. É ele que insiste!) sentou-se em cima das minhas coxas e empurrou-me os ombros para baixo, contra a cama. Depois agarrou-me as nádegas, ainda húmidas do duche, apertou-as um bocado antes de me assentar uma valente palmada em cada uma delas, que me fizeram gritar. Com a pele molhada dói mais, e é uma dor mais aguda. Não é que me esteja a queixar... As palmadas sucederam-se e choveram no meu traseiro, fazendo-me gritar a cada estalo de pele com pele, e trouxeram-me lágrimas aos olhos. Quando, à força dos açoites, já tinha o rabinho tão quente que, se não estivesse já seco, ia secar sozinho muito brevemente, o Violador levantou-se e sentou-se em cima das minhas nádegas doridas. Agarrou-me os tornozelos com força e puxou-os para si, fazendo-me dobrar as pernas. Quando me forçou a cruzá-los, nem os meus melhores esforços para manter as pernas fechadas me valeram. Depois os violador levantou-se (para meu alivio) e deixou-me deitada na cama, atada, por uns momentos. Debati-me o melhor que pude contra as cordas que me prendiam, mas em vão. Conseguia levantar os ombros um bocadinho da cama, mas, de resto, só conseguia contorcer os braços. Com os tornozelos cruzados e atados, conseguia dobrar as pernas mais ou menos, mas não conseguia esticá-las nem fechá-las.
Senti o pano a ser puxado da minha cara, e pensei que me ia ver livre do saco, mas o Violador limitou-se a dobrá-lo para cima, de maneira a destapar-me a boca e o nariz (e ainda bem, porque, entre a gritaria e a emoção, estava a ficar difícil respirar ali dentro), e aquela primeira lufada de ar fresco quase me fez esquecer o ardor no meu rabo. Senti o pano a apertar-se contra a minha cabeça, quando o Violador lhe deu um nó, de maneira a deixar-me respirar à vontade, mas manter os olhos e os ouvidos tapados e sem sair do sítio. Aproveitei para pedir, mais uma vez, e agora entre soluços, que me libertasse. A dada altura devo ter dito "faço o que quiseres" ou qualquer coisa nesses termos, porque o Violador me perguntou:
"O que é que queres fazer?"
Não sabia o que responder, e hesitei. De castigo, senti uma valente vergastada nas nádegas.
"Um broche!" Gritei eu, com uma linha de chamas a arder onde a vergasta me tinha acertado. "Faço-te um broche se me soltares!" Choraminguei.
Durante uns segundos só ouvi a minha respiração pesada e um ou outro gemido (meu), como se o Violador estivesse a ponderar a minha oferta. Depois voltei a ouvir a vergasta a estalar na minha pele (com o saco, não ouvi o so da vergasta a cortar o ar) e voltei a sentir outra linha de fogo nas nádegas. Instintivamente, dobrei as pernas, a tentar proteger-me, e logo senti o Violador a pegar-me nos tornozelos e a afastar-mos com uma mão enquanto continuava a chicotear-me a parte de trás das coxas com a vergasta. Não tardou até que as minhas coxas estivessem também a arder e sentisse um formigueiro a alastrar até à minha ratinha, que também começava a arder, mas por outros motivos LOL. Pouco depois, o Violador largou-me os tornozelos e parou de me bater. Em vez disso, enfiou a mão por entre as minhas coxas e agarrou as minhas partes íntimas. Eu já estava molhada, e ele enfiou dois dedos dentro de mim. Penetrou-me com os dedos uns segundos, depois deixou-me vazia e a chorar por mais (e de dor, para dizer a verdade). A seguir agarrou-me por um ombro e virou-me ao contrário, de barriga para cima. Apalpou-me imediatamente as mamas, deu-me uma palmada em cada uma. Antes mesmo de eu ter tido tempo de lhe implorar que não me fizesse mais nada, senti uma pila a entrar-me pela boca adentro, a ir-me até à garganta e a fazer-me engasgar algumas vezes. Tal era a violência do ataque na minha boca que, por mais que quisesse, não conseguia chupar, porque assim que tentava sentia o pau a ir fundo demais e engasgava-me. Quando eu já estava com falta de ar, o Violador voltou a bater-me com a vergasta, desta vez na parte de dentro das coxas. Eu ia ficando cada vez mais dorida, mas também cada vez mais molhada. Então ele desatou-me os tornozelos e atou-os aos pés da cama. Ainda sem ver nada, senti-o a apoiar os cotovelos ao meu lado e a acomodar-se entre as minhas pernas. Logo senti o membro dele contra a minha rachinha, primeiro a explorar, a encontrar o sítio certo, e logo a seguir a forçar-se por mim adentro com tanta força que pensei que me ia sair pela boca (OK, pronto, também não era tanto assim...). Depois deste primeiro ataque brutal, continuou a violar-me com o mesmo vigor, a mesma bruteza que me fazia as mamas abanar descontroladamente e me fazia gritar como se me estivesse a estripar. No meio daquele turbilhão de encontrões das ancas dele contra as minhas, das estocadas da verga dele dentro de mim e ainda a dor viva nas minhas nadegas e nas minhas coxas, tive um orgasmo brutal, para condizer. Pouco depois, ainda tonta, senti-o sair de mim à pressa e encostar a cabeça da verga à minha boca, agora sem parecer que me ia fazer uma endoscopia. Exausta, lambi e chupei por uns segundos, até que o senti a vir-se na minha boca. Se o Mestre me deixou engolir, não ouvi, com o saco na cabeça, mas engoli à mesma.
Quando o Mestre me desatou, vim a saber que o saco era, afinal, uma fronha. Olhei-me ao espelho por uns minutos, a admirar as marcas da vergasta. Aquelas linhas vermelhas, ainda a doer, pareciam-me lindas e, na verdade, ainda não desapareceram completamente. É da maneira que tenho alguma coisa para me lembrar do Mestre durante o fim de semana, já que ele foi chamado à terra dele :(. Só espero que não volte "traumatizado", como às vezes acontece.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
Assinar:
Postagens (Atom)