Ai ai ai, que já é tão tarde e só agora me vou deitar... depois de escrever isto, entenda-se!
Da última vez que escrevi aqui foi a contar de uma vez em que foi o mestre a começar a brincadeira. Normalmente é assim, mas, às vezes, sou eu que o provoco a ele. Hoje foi.
Não costumo usar muita roupa em casa. Quase sempre, quando chego a casa, dispo-me, fico só com a roupa interior e visto uma t-shirt grande. Tenho algumas t-shirts que não uso na rua, são grandes demais, só as visto em casa. Hoje não.
Cheguei a casa antes do mestre e fui a correr mudar de roupa. Despi tudo, vesti umas cuecas de renda preta e uma t-shirt decotada de manga curta muito justa, preta também, para condizer, com brilhantes. Costumo andar de meias em casa, mas hoje calcei antes umas sandálias de salto de agulha. Estão a imaginar o visual? Gostam?
Quando o mestre chegou, fui recebê-lo. Encostei-me a ele, pressionei as mamas contra o peito dele, deslizei a mão desde o ombro, pelo pescoço, até à nuca dele e puxei-o para mim, dei-lhe um linguado tão apaixonado quanto consegui. Depois de um passo atrás, virei-me, passei a mão pela face do mestre e comecei a andar devagar, com o passo gingão de sedutora, sem esquecer o último olhar de matadora por cima do ombro, fui-me embora para o quarto, com a certeza de que o mestre me ia seguir. Assim que pus a mão na maçaneta da porta, o mestre pôs a mão dele na minha e a outra na minha barriga, encostou-se a mim, fez-me sentir o corpo dele contra o meu e a sua presença. Até aí, eu tinha tido uma certa posição de poder, mas sentir o mestre contra mim, a parar-me, a dominar-me daquela maneira subtil foi quanto bastasse para repor a ordem natural das coisas.
Quando entrámos no quarto, o mestre foi direito ao cadeirão e sentou-se.
"Dança para mim." Orednou-me, tal como eu esperava. Só toquei no botão da aparelhagem antes de começar. Tinha lá posto o CD do Joe Cocker ("Leave your hat on" pareceu-me adequado. A propósito, devia arranjar um chapéu para repetir esta brincadeira) de antemão.
Não sei se dava para stripper, mas fiz o meu melhor. Passar as mãos pelas minhas formas femininas e rebolar as ancas, penso que isso não podia faltar. Começar a tirar a t-shirt e voltar atrás logo a seguir a mostrar só um bocadinho das maminhas um punhado de vezes diverte-nos aos dois, pelos mesmos motivos. Inclinar-me para a frente, de pernas abertas, a deixar entrever o meu peito pelo decote enquanto olho o mestre nos olhos com um sorriso provocador nos lábios faz-me sentir atraente (não que precise de ajuda :P) e o mestre não parece importar-se. Quando tirei mesmo a t-shirt estava de costas para o mestre, e tapei o peito com as mãos e os braços antes de me virar, para o ir revelando aos bocadinhos, como se tivesse vergonha. Depois vem a parte da lap dance, comigo a roçar as nádegas no colo do mestre (que, entretanto, tinha começado a desabotoar a camisa), aproximar a minha barriguinha firme da cara dele enquanto balanço as ancas, depois tocar com o peito nos lábios dele e afastar-me outra vez, a continuar o jogo da provocação. Encostar-me de frente a uma parede, de lado para o mestre, permite-me tapar o peito com um braço, depois, à medida que me vou virando para o mestre, vou mostrando mais, até que, de frente para ele, deixo de me tapar, mas acabo de me virar, até estar de costas para a parede, então, com os braços acima da cabeça, deixo-me escorregar languidamente até ao chão. Volto a gatinhar para o tapete, à frente do mestre e sento-me virada para ele. Abro bem as pernas, levantadas, num V que enquadra o meu corpo quase nu. Depois volteio uma perna à minha frente, junto-as e fico de lado para o mestre, sentada no chão, com as pernas dobradas e apoiada nas cotovelos. Levanto um bocadinho as ancas e começo a despir as cuecas. Deslizo-as ao longo das pernas e livro-me delas. Completamente nua, perfilada perante o mestre, volto à posição lânguida, sentada com os cotovelos no chão e a perna mais próxima do mestre um bocadinho mais dobrada que a outra, para esconder as minhas partes pudendas. Arqueio as costas, empurro o peito para a frente e inclino a cabeça para trás, deixo os meus caracóis pender. Depois cruzo a prena mais próxima do mestre por cima da outra e rolo nessa direcção, mostro as costas (e o meu rabinho nu) ao mestre, deito-me de barriga para baixo no tapete, com as mãos e os joelhos no chão, mantenho os ombros levantados o suficiente para mostrar o tamanho das minhas mamas redondas e firmes e balanço um bocadinho as ancas para cima e para baixo, só uma ou duas vezes, é uma coisa subtil, mas bem vejo como isso excita o mestre. Depois levanto-me, caminho em direcção ao mestre, nua e confiante, assento um joelho de cada lado das ancas dele e deixo o peito a milímetros da sua cara.
Estão a gostar? O mestre está (estava).
A minha dança fica por ali, quanto mais não fosse porque o mestre pôs as mãos (trémulas de desejo) nas minhas ancas, acariciou os flancos do meu corpo, puxou-me pelas costas contra si e enterrou a cara no meu peito. Beijou e mosdiscou as minhas maminhas fofas, lambeu e chupou os mamilos, depois beijou uma linha pelo meu pescoço acima até aos meus lábios e incendiou a minha paixão com um linguado (também não era preciso muito, dançar assim para o mestre excita-me). Levantámo-nos e caminhámos atabalhoadamente até à cama, a tentar coordenar caminhar, despir as calças do mestre e continuarmos aos beijos ao mesmo tempo. Só soube que tinha chegado à cama quando tropecei nela (que querem, ia de costas e tinha perdido a noção das distâncias). O que vale é que cair no colchão não magoa. Aproveitei já estar na cama para me puxar para cima e ficar bem deitada. O mestre ajoelhou-se entre as minhas pernas, inclinou-se por cima de mim, a beijar os meus lábios e o meu peito, deitou a mão meio às cegas à mesinha de cabeceira, abriu uma gaveta às apalpadelas e pegou na primeira corda que achou. Desenrolou-a depressa, mal se continha, e dobrou-a ao meio.
"Dá-me os teus pulsos." Ordenou-me.
Rapidamente o mestre amarrou os meus pulsos juntos um ao outro e prendeu-os às grades da cabeceira da cama. Se a minha respiração já estava pesada, comecei a arfar de desejo. O mestre desenrolou outra corda curta e pegou na minha perna direita, apoiou o meu tornozelo no seu ombro, acariciou a coxa com as mãos e a barriga da perna com os lábios. Descalçou-me e amarrou o meu tornozelo e o meu pé e prendeu-os à grade mais de lado da cabeceira da cama. Escusado será dizer que fez o mesmo à outra perna. Gosto desta posição, de pernas abertas e tudo exposto. É um bocado para o depravada, mas eu gosto. O mestre acabou de me atar prendendo as minhas coxas ao fundo da cama para eu não poder fugir-lhe com as ancas ou mexer-me de todo. Excita-me sentir a corda a enterrar-se na minha pele ao menor movimento.
Com a respiração pesada e comigo completamente imobilizada, o mestre acariciou as minhas pernas, depois as minhas ancas e o meu corpo. Pensei que ia tocar o meu peito e penetrar-me, mas depois vi o seu olhar acender-se com um sorriso um bocado malvado, as pontas dos seus dedos procuraram os flancos do meu corpo e atacaram-me... com cócegas!
Para mim, foi o delírio. Tenho imensas cócegas, e não conseguia parar de me contorcer, logo, de puxar as cordas e de as fazer apertarem-me. Por entre o riso descontrolado, pedi ao mestre que parasse uma dúzia de vezes, mas ele, felizmente, não parou até eu ficar mesmo com falta de ar e gritar "Amarelo!". Aí ele parou, com as mãos espalmadas contra os meus flancos. Retomei o fôlego enquanto desfrutava do torpor das endorfinas por um momento.
"Estás bem?" Perguntou o mestre, e eu acenei que sim com a cabeça.
Quase tive medo que ele voltasse a fazer-me cócegas, mas, em vez disso, o mestre inclinou-se para a frente (o que fez o seu membro erecto tocar na minha ratinha molhada), acariciou-me a cara e o peito e beijou-me. Depois penetrou-me. Não consegui (nem tentei, na verdade) reprimir um suspiro de prazer quando o senti deslizar dentro de mim, e não tardou até que os suspiros dessem lugar a gemidos sonantes de excitação. Estava perto quando o mestre tirou de mim e pareceu "fugir". Não percebi logo que tencionava fazer-me sexo oral, mas, quando senti a língua dele no meu clitóris e dois dedos a tomarem o lugar do seu membro viril não tardei em vir-me. O mestre não parecia ter grande pressa de acabar, e lambeu e chupou a minha ratinha mais um bocado, depois voltou a ajoelhar-se junto às minhas ancas e voltou a penetrar-me. Ainda me vim mais uma vez antes de o mestre também começar a gemer e estremecer e vir-se dentro de mim.
O mestre retomou o fôlego e beijou-me com ternura, trocámos algumas palavras doces e ele desamarrou-me. Depois deitou-se de costas ao meu lado e deixou-me aninhar-me no peito dele por uns minutos, enquanto me abraçava. Enfim, foi um bom fim de tarde.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos!
31 de janeiro de 2008
27 de janeiro de 2008
Comecemos...
Isto já se passou há uns dois dias, mas estava indecisa se havia mesmo de ir para a frente com esta ideia do blog.
Tinha saído para ir às compras. O mestre tinha saído ainda antes de mim e devia estar para chegar. Na verdade, esperava eu que ele não chegasse antes de mim, porque ele gosta que, quando chega a casa, eu esteja lá para o receber. Quando voltei, pensei que o mestre ainda não tinha chegado, já que não o ouvi, de maneira que nem me preocupei em procurá-lo. Fui arrumar as compras na cozinha e depois pensei em relaxar um bocadinho na sala, a ver televisão. Qual não é o meu espanto quando, na sala, em cima do sofá, estão à minha espera algumas cordas, já estendidas e dobradas ao meio, perfeitamente à minha espera. Ainda eu estava a pensar que o mestre tinha vindo, posto as cordas e voltado a sair quando fui agarrada por detrás. Na verdade, o termo é mais abraçada por detrás, que o mestre, quando não estamos a fazer sexo desenfreadamente sadomasoquista, até é, em geral, um indivíduo meiguinho. Devia estar à minha espera, encostado à parede, atrás da porta, por isso não o vi. Também deve ter tirado os sapatos, porque não o ouvi aproximar-se.
Os braços dele à volta do meu corpo assustaram-me, a princípio. Depois senti a respiração dele no meu pescoço e os lábios no canto do meu maxilar.
"Tenho estado à tua espera." Disse o mestre, desnecessariamente.
Virei a cabeça para encontrar os láios dele com os meus, e foi quanto bastasse para as mãos do mestre pegarem na borda da minha camisola e me começarem a despir. Já só tinha a roupa interior quando o mestre me começou a empurrar devagarinho em direcção ao sofá (e às cordas). As mãos dele acariciaram a minha barriguina, depois as minhas maminhas, através das copas do meu soutien, chegaram aos meus ombros e depois, com um gesto mais brusco, o mestre agarrou-me os braços e puxou-mos para trás das costas enquanto me dava mais um empurrão para a frente. Tive que pôr um joelho no sofá para não cair para a frente. Devo ter soltado um gemido, porque, de repente, fiquei muito (quero dizer mesmo muito) excitada. Quando senti os dedos do mestre no fecho do meu soutien não consegui reprimir um sorriso enorme. Já tinha a respiração pesada quando vi o mestre a pegar na corda mais comprida, e ainda mais quando a senti na minha pele, a enrolar-se em torno do meu corpo, a escalar por mim acima, desde debaixo do meu peito em direcção aos meus ombros, depois a prender-me os braços atrás das costas. Não demorou muito até ter os braços completamente imobilizados. Depois senti as mãos do mestre a descerem pelas minhas costas, em direcção às minhas nádegas e às minhas coxas, a empurrar a outra perna também para cima do sofá. Com uma carícia despiu-me as cuecas e afastou as minas pernas. Agarrou-me com firmeza pelas ancas e pensei que me ia tocar entre as coxas, mas em vez disso demorou mais um instante a atar as minhas pernas aos braços do sofá, para não as poder fechar ou sair dali. Quando pegou no arnês que tinha feito em redor do meu peito e o puxou, primeiro fazendo as cordas enterrarem-se na minha pele, depois empurrando o meu corpo para a frente, senti-me completamente no seu poder. Implorei-lhe que mo metesse todo.
Ele colou as ancas às minhas nádegas, mas ainda estava vestido. Fiquei desapontada, mas quando as mãos dele começaram a acariciar os meus seios nus deixei de pensar nisso. Aquelas carícias leves, sem apalpões (não é que eu não goste de apalpões, às vezes, nas condições certas), fizeram-me gemer de deleite. Então ele tirou um vibrador pequeinino (que prova que o tamanho não é tudo :p) do bloso e começou a andar com ele à volta do meu mamilo direito, que ficou duro como uma pedrinha em menos de nada. Do outro lado, também estava a brincar com o meu outro mamilo com os dedos. Dali a pouco levou o vibrados até aos meus lábios. Uma das regras básicas da submissa é beijar tudo o que nos põem à frente dos lábios, excepto ordem em contrário.
"Lambe-o." Ordenou-me o mestre. Percebi que queria fazê-lo deslizar pelo meu corpo. Por mim, tudo bem.
Senti a ponta a do vibrador a percorrer a minha pele, por entre os meus seios, em direcção ao meu umbigo, para lá do umbigo, cada vez mais abaixo, sobre o meu monte de Vénus e, finalmente, a tocar no meu clitoris. Mas foi mesmo só um toque, fugiu logo. À frustração seguiu-se a dor, quando o mestre empurrou os meus ombros contra as costas do sofá e assentou uma palmada na minha nádega direita. Voltei a gemer, mas de dor. Depois a carícia na nádega açoitada, e logo outra palmada, na outrá nádega. O mestre continuou neste esquema de palmada-carícia (mmm, coisa boa!) durante alguns açoites, depois passou a açoitar-me com mais força, mais depressa e sem carícias. A páginas tantas, o meu rabinho devia estar já todo vermelho, sentia-o quente e a minha ratinha ensopada. Ouvi o mestre desapertar as calças e voltou a agarrar a minha anca, depois meteu-mo todo.
O mestre penetrou-me enquanto despia a camisa, depois voltou a tocar-me com carícias excitanetes. Já me tinha a gemer quando voltou a encostar o vibrador ao meu clitoris, e eu não tardei em vir-me. Claro que o mestre ainda não estava seuqer perto de acabar, e continuou a penetrar-me, a roçar o vibdador nas minhas partes sensíveis e a acariciar o meu peito, quase deitado em cima de mim. Não conseguia mexer-me mais que balançar um bocado as ancas, e isso excita-me.
Dois ou três orgasmos mais tarde, já tinha a cabeça a andar à roda, o mestre saiu de mim, desamarrou-me as pernas rapidamente, agarrou no meu corpo, rodou-me e fez-me sentar. Depois meteu-mo na boca, e eu, claro, chupei-o tão fundo quanto consegui (um dia hei-de conseguir engoli-lo todo). Não demorou muito até que o mestre se viesse na minha boca. Retomou o fôlego e deu-me autorização para engolir.
Recostei-me numa posição não muito confortável, porque ainda tinha os braços amarrados atrás das costas e chegui-me para um lado, para o mestre se sentar ao pé de mim. Ele pegou em mim, sentou-me ao colo dele, frente a frente, e começou a desamarrar-me enquanto curtíamos. Quando já tinha os braços soltos (e bem marcados de corda) encostei-me a ele e ficámos abraçados uns minutos, cobertos com a manta que costumamos ter na sala.
Espero que tenham gostado. Beijinhos.
Tinha saído para ir às compras. O mestre tinha saído ainda antes de mim e devia estar para chegar. Na verdade, esperava eu que ele não chegasse antes de mim, porque ele gosta que, quando chega a casa, eu esteja lá para o receber. Quando voltei, pensei que o mestre ainda não tinha chegado, já que não o ouvi, de maneira que nem me preocupei em procurá-lo. Fui arrumar as compras na cozinha e depois pensei em relaxar um bocadinho na sala, a ver televisão. Qual não é o meu espanto quando, na sala, em cima do sofá, estão à minha espera algumas cordas, já estendidas e dobradas ao meio, perfeitamente à minha espera. Ainda eu estava a pensar que o mestre tinha vindo, posto as cordas e voltado a sair quando fui agarrada por detrás. Na verdade, o termo é mais abraçada por detrás, que o mestre, quando não estamos a fazer sexo desenfreadamente sadomasoquista, até é, em geral, um indivíduo meiguinho. Devia estar à minha espera, encostado à parede, atrás da porta, por isso não o vi. Também deve ter tirado os sapatos, porque não o ouvi aproximar-se.
Os braços dele à volta do meu corpo assustaram-me, a princípio. Depois senti a respiração dele no meu pescoço e os lábios no canto do meu maxilar.
"Tenho estado à tua espera." Disse o mestre, desnecessariamente.
Virei a cabeça para encontrar os láios dele com os meus, e foi quanto bastasse para as mãos do mestre pegarem na borda da minha camisola e me começarem a despir. Já só tinha a roupa interior quando o mestre me começou a empurrar devagarinho em direcção ao sofá (e às cordas). As mãos dele acariciaram a minha barriguina, depois as minhas maminhas, através das copas do meu soutien, chegaram aos meus ombros e depois, com um gesto mais brusco, o mestre agarrou-me os braços e puxou-mos para trás das costas enquanto me dava mais um empurrão para a frente. Tive que pôr um joelho no sofá para não cair para a frente. Devo ter soltado um gemido, porque, de repente, fiquei muito (quero dizer mesmo muito) excitada. Quando senti os dedos do mestre no fecho do meu soutien não consegui reprimir um sorriso enorme. Já tinha a respiração pesada quando vi o mestre a pegar na corda mais comprida, e ainda mais quando a senti na minha pele, a enrolar-se em torno do meu corpo, a escalar por mim acima, desde debaixo do meu peito em direcção aos meus ombros, depois a prender-me os braços atrás das costas. Não demorou muito até ter os braços completamente imobilizados. Depois senti as mãos do mestre a descerem pelas minhas costas, em direcção às minhas nádegas e às minhas coxas, a empurrar a outra perna também para cima do sofá. Com uma carícia despiu-me as cuecas e afastou as minas pernas. Agarrou-me com firmeza pelas ancas e pensei que me ia tocar entre as coxas, mas em vez disso demorou mais um instante a atar as minhas pernas aos braços do sofá, para não as poder fechar ou sair dali. Quando pegou no arnês que tinha feito em redor do meu peito e o puxou, primeiro fazendo as cordas enterrarem-se na minha pele, depois empurrando o meu corpo para a frente, senti-me completamente no seu poder. Implorei-lhe que mo metesse todo.
Ele colou as ancas às minhas nádegas, mas ainda estava vestido. Fiquei desapontada, mas quando as mãos dele começaram a acariciar os meus seios nus deixei de pensar nisso. Aquelas carícias leves, sem apalpões (não é que eu não goste de apalpões, às vezes, nas condições certas), fizeram-me gemer de deleite. Então ele tirou um vibrador pequeinino (que prova que o tamanho não é tudo :p) do bloso e começou a andar com ele à volta do meu mamilo direito, que ficou duro como uma pedrinha em menos de nada. Do outro lado, também estava a brincar com o meu outro mamilo com os dedos. Dali a pouco levou o vibrados até aos meus lábios. Uma das regras básicas da submissa é beijar tudo o que nos põem à frente dos lábios, excepto ordem em contrário.
"Lambe-o." Ordenou-me o mestre. Percebi que queria fazê-lo deslizar pelo meu corpo. Por mim, tudo bem.
Senti a ponta a do vibrador a percorrer a minha pele, por entre os meus seios, em direcção ao meu umbigo, para lá do umbigo, cada vez mais abaixo, sobre o meu monte de Vénus e, finalmente, a tocar no meu clitoris. Mas foi mesmo só um toque, fugiu logo. À frustração seguiu-se a dor, quando o mestre empurrou os meus ombros contra as costas do sofá e assentou uma palmada na minha nádega direita. Voltei a gemer, mas de dor. Depois a carícia na nádega açoitada, e logo outra palmada, na outrá nádega. O mestre continuou neste esquema de palmada-carícia (mmm, coisa boa!) durante alguns açoites, depois passou a açoitar-me com mais força, mais depressa e sem carícias. A páginas tantas, o meu rabinho devia estar já todo vermelho, sentia-o quente e a minha ratinha ensopada. Ouvi o mestre desapertar as calças e voltou a agarrar a minha anca, depois meteu-mo todo.
O mestre penetrou-me enquanto despia a camisa, depois voltou a tocar-me com carícias excitanetes. Já me tinha a gemer quando voltou a encostar o vibrador ao meu clitoris, e eu não tardei em vir-me. Claro que o mestre ainda não estava seuqer perto de acabar, e continuou a penetrar-me, a roçar o vibdador nas minhas partes sensíveis e a acariciar o meu peito, quase deitado em cima de mim. Não conseguia mexer-me mais que balançar um bocado as ancas, e isso excita-me.
Dois ou três orgasmos mais tarde, já tinha a cabeça a andar à roda, o mestre saiu de mim, desamarrou-me as pernas rapidamente, agarrou no meu corpo, rodou-me e fez-me sentar. Depois meteu-mo na boca, e eu, claro, chupei-o tão fundo quanto consegui (um dia hei-de conseguir engoli-lo todo). Não demorou muito até que o mestre se viesse na minha boca. Retomou o fôlego e deu-me autorização para engolir.
Recostei-me numa posição não muito confortável, porque ainda tinha os braços amarrados atrás das costas e chegui-me para um lado, para o mestre se sentar ao pé de mim. Ele pegou em mim, sentou-me ao colo dele, frente a frente, e começou a desamarrar-me enquanto curtíamos. Quando já tinha os braços soltos (e bem marcados de corda) encostei-me a ele e ficámos abraçados uns minutos, cobertos com a manta que costumamos ter na sala.
Espero que tenham gostado. Beijinhos.
23 de janeiro de 2008
Olá a todos!
Olá!
O meu nome não é Catarina. Ficam avisados. É só que não estou à vontade para dizer aqui o meu nome, com oresto das coisas que vou dizer. Tenho 23 aninhos. O meu cabelo é castanho escuro, comprido e encaracolado e a minha pele clara. Se sou bonita? Eu acho que sim, e pelo menos mais alguém acha que sim, mas perdoem-me a vaidade se vos digo que sou toda boa. Não é ser convencida, mas, que diabo, se sei que sou boa e se bem vejo os homens a babarem-se ao longe (pensam que vos não vemos? Ha ha...), desculpem, mas sou boa. Bem sei que gostam do meu peito grande e redondo ou do meu rabo. Eu também gosto. O meu mestre também gosta. Pois é, tenho um mestre...
O meu mestre é mais que meu namorado. Já tive namorados antes. Não era mau (OK, uma vez ou outra foi mau), mas não era o que eu queria. Uma relação de igualdade é tudo muito bonito, mas o que eu sempre quis (e nem sempre o soube) era um homem que mandasse em mim e me dominasse. E pronto, agora que o achei (ou que ele me achou), adoro o meu mestre.
Não venham ao engano. Este blog é acerca das coisas que o mestre me faz nos nossos encontros sexuais. Eu gosto de sexo à bruta, com cordas, açoites e nomes feios à mistura. É para explorar o meu lado exibicionista, sem deixar ver demasiado. É à experiência.
Pronto, agora é ver se o mestre me faz coisas para eu vir aqui contar.
Beijinhos.
O meu nome não é Catarina. Ficam avisados. É só que não estou à vontade para dizer aqui o meu nome, com oresto das coisas que vou dizer. Tenho 23 aninhos. O meu cabelo é castanho escuro, comprido e encaracolado e a minha pele clara. Se sou bonita? Eu acho que sim, e pelo menos mais alguém acha que sim, mas perdoem-me a vaidade se vos digo que sou toda boa. Não é ser convencida, mas, que diabo, se sei que sou boa e se bem vejo os homens a babarem-se ao longe (pensam que vos não vemos? Ha ha...), desculpem, mas sou boa. Bem sei que gostam do meu peito grande e redondo ou do meu rabo. Eu também gosto. O meu mestre também gosta. Pois é, tenho um mestre...
O meu mestre é mais que meu namorado. Já tive namorados antes. Não era mau (OK, uma vez ou outra foi mau), mas não era o que eu queria. Uma relação de igualdade é tudo muito bonito, mas o que eu sempre quis (e nem sempre o soube) era um homem que mandasse em mim e me dominasse. E pronto, agora que o achei (ou que ele me achou), adoro o meu mestre.
Não venham ao engano. Este blog é acerca das coisas que o mestre me faz nos nossos encontros sexuais. Eu gosto de sexo à bruta, com cordas, açoites e nomes feios à mistura. É para explorar o meu lado exibicionista, sem deixar ver demasiado. É à experiência.
Pronto, agora é ver se o mestre me faz coisas para eu vir aqui contar.
Beijinhos.
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