Quando eu era pequenina não achava grande piada ao Carnaval. Essa história dos disfarces sempre me pareceu um frete. Agora as partidas de Carnaval eram outra história, dessas gostava. Agora que sou (mais) crescida, continuo a achar um bocado idiota ver crianças (grandes e pequenas) pela rua disfarçadas de bruxas ou princesas ou palhaços ou qualquer coisa assim. E, no entanto....
No dia de Carnaval, conforme tínhamos agendado, o Mestre e eu encenámos uma fantasia de Reitor e menina mal comportada, mas com atenção ao pormenor, ou seja, disfarces (ironicamente, não acham?). Pela minha parte, vesti uma camisa branca que "por azar" encolheu na máquina e me está apertada (a sério, encolheu, não fui eu que engordei. Foi de propósito e tudo) e uma saia com um padrão mais ou menos escocês que eu tratei de subir desavergonhadamente. A sério, dá-me pelo meio da coxa ou menos. Não me atrevo a usá-la em público. Também comprei umas meias brancas quase até ao joelho. Até pintei o cabelo de loiro (logo menos 50 pontos de Q.I.). Só não tinha sapatos de menina de colégio, por isso foram mesmo uns sapatos de salto de agulha. O Mestre, não sei bem como, porque não é nada o estilo dele, arranjou um fato cinzento com o que parece mesmo ser o emblema de um colégio qualquer no bolso do casaco. Com isso e uma camisola de malha, mais o ar autoritário dele, parecia mesmo o Sr. Reitor. Melhor, só se tivesse bigode.
Quando acabei de me mudar, a meio da tarde, fui ter com o Mestre à sala. Ele estava sentado à mesa de jantar, a fingir que tratava de uns papéis. Bati à porta.
"Dá-me licença, Sr. Reitor?" Perguntei, timidamente.
"Ente, entre. Sente-se." Respondeu, com impaciência. Pôs os papéis que tinha à frente de lado e pegou noutro papel. "Então vamos lá a ver o que é que a traz cá hoje. Foi apanhada por uma professora a fumar na casa de banho, certo?"
"Certo." Disse eu, baixinho, com os olhos baixos.
"Depois, quando a professora a repreendeu, insultou-a." Continuou o Sr. Reitor.
"Não foi nada!" Protestei eu.
"Ah não?" Perguntou ele, sarcástico (como um perfeito reitor). "Não a chamou de »Cabra Maluca», por acaso?"
"Não..." Disse eu, desviando o olhar outra vez.
"Então o que é que disse?"
"Só lhe disse que me não chateasse."
"Pois. Então vamos lá tratar do seu castigo." O Sr. Reitor levantou-se e pegou na régua de madeira. Senti logo um arrepio pela espinha acima. Aquela régua estava destinada ao meu rabinho. "Levante-se e assuma a posição." Mandou o Sr. Reitor.
Fui para a cabeceira da mesa e dobrei-me pela cintura. O Sr. Reitor pôs-se atrás de mim e tocou-me com a régua nas coxas, na parte de dentro, a mandar-me abrir as pernas. Depois pôs-me a régua nas costas.
"Se a régua cair antes de eu lhe pegar, o castigo vai ser pior." Ameaçou. Depois atou-me os tornozelos às pernas da mesa. A seguir pegou na régua, pô-la ao meu lado e pegou-me nos braços. Atou-me os antebraços um ao outro atrás das costas, com os cotovelos dobrados, para não poder cobrir as nádegas nem com as mãos nem com os pés.
O Sr. Reitor puxou-me a saia para cima e entalou o tecido na cintura, para não cair. Depois agarrou no tecido das minhas cuecas e deu-lhe um puxão para cima, de maneira a apertarem as minhas partes delicadas com força. Contive um gemido, mas fiquei em bicos de pés até o Sr. Reitor me baixar as cuecas até aos joelhos.
Tínhamos combinado que o Mestre havia de tirar fotografias desta brincadeira. Há já muito tempo que me andava a apetecer fazer isso, para ficarmos com mais do que memórias como recordações das nossas brincadeiras. Desta vez decidimos mesmo fazê-lo. Já tínhamos algumas fotografias de mim a fazer pose com o "uniforme". O Sr. Reitor tirou mais uma, comigo dobrada e com as cuecas pelos joelhos. Ficou muito gira. Há alguma coisa de depravado e humilhante ao mesmo tempo em ter as cuecas pelos joelhos, não acham?
"Por ter sido apanhada a fumar, dez reguadas." Sentenciou o Sr. Reitor. "Conte-as."
A primeira doeu. A segunda doeu muito. A terceira doeu que se fartou. A quarta começou a saber-me bem, mas o Sr. Reitor percebeu e começou a bater-me com mais força. Lá para a sétima, quando eu já tinha o rabinho a arder e cada reguada me fazia tremer entre as pernas, não consegui ter tento na língua.
"O que é que disse, menina?" Perguntou logo o Sr. Reitor, em vez de me dar a oitava.
"Disse «foda-se»..." Admiti eu, com voz sumida de temor.
"Mais cinco no fim por praguejar." Sentenciou ele, e continuou a castigar-me.
A décima fez-me dizer «porra», e o Sr. Reitor condenou-me a mais cinco em cima das cinco a mais por praguejar.
"Por insultar uma professora, vinte reguadas." Decretou o Sr. Reitor, depois de um curto intrevalo, enquanto me acariciava as nádegas doridas.
"Mas eu não insultei ninguém!" Choraminguei.
O Sr. Reitor continuou a acariciar-me as nádegas enquanto pensava no que fazer em relação a isso.
"Mais cinco reguadas por mentir." Decretou.
Senti-me desanimada, frustrada e irritada. Mas isso passou logo tudo quando a primeira das vinte por ter insultado a puta da professora me apanhou nas nádegas. Não foi tanto a dor, foi mais o choque que me mandou uma tal descarga pelo corpo acima que me ia endireitando, mas o Sr. Reitor pôs-me a mão nas costas e empurrou o meu corpo de encontro à mesa com força. O que valeu foi que o Sr. Reitor deve ter achado que eram muitas reguadas para o meu rabinho suportar, e distribuiu-as por entre as nádegas e as coxas. Mesmo assim, bateu-me a sério, com força, e dei por mim a contorcer-me de dor umas quantas vezes. No final das vinte, o Sr. Reitor deu-me mais um intervalo para recuperar o fôlego enquanto me acariciava as nádegas e as coxas, que me doíam como tudo.
"Cinco por mentir." Decretou, secamente.
Eu já tinha lágrimas nos olhos, e aguentei o melhor que pude, mas logo a quinta fez-me gritar um impropério, e o Sr. Reitor não deixou passar. Ainda faltavam mais quinze por dizer palavrões. Essas quinze custaram, passei-as o tempo todo a chorar, mas o Mestre deu conta e bateu-me com menos força. Depois equilibrou a régua no topo do meu rabinho e mandou-me não a deixar cair. Afastou-se e tirou mais uma fotografia do meu rabo e das minhas coxas vermelhas, quase a brilhar, já com umas negras a quere aparecer. Depois deu a volta à mesa e mandou-me levantar os ombros e olhar para ele, para tirar uma fotografia que ficou mesmo muito provocante, num ângulo pela camisa abaixo que deixa ver boa parte do meu peito, e com a minha maquiagem toda esborratada das lágrimas. Ainda dava para ver a dor nos meus olhos. Claro que quando levantei os ombros da mesa fiz cair a régua. Na altura não me preocupei, estava convencida de que a parte dos castigo já tinha acabado, mas, quando vi a expressão maliciosa do Sr. Reitor, fiquei um bocado aflita. Ele deu a volta à mesa em silêncio, apanhou a régua do chão e pô-la à minha frente.
"Vamos ter que a castigar por ter deixado cair a régua." Disse ele. Eu nem queria acreditar. "Vamos a umas bastonadas."
"Quantas?" Perguntei eu, cheia de medo.
O Sr. Reitor agarrou-me as ancas antes de responder.
"Quantas forem precisas." Disse ele, já a desapertar as calças.
Meteu-me o "bastão" todo de uma vez, com força, e arrancou-me um grande gemido gutural. O encontrão nas minhas nádegas doridas doeu, mas a "bastonada" soube-me tão bem que nem dei conta.
"Uma!" Contei eu, como se ainda estivesse a contar as reguadas.
O Sr. Reitor (agora que penso nisso, um Reitor a ter sexo com uma aluna depois de a disciplinar é um bocado esquesito. Só agora é que me lembrei. Deve ser de andar loira) riu-se. Depois continuou a penetrar-me. A dada altura puxou-me os cabelos e fez-me endireitar-me um bocado. Então deitou as mãos à minha camisa e abriu-ma com um puxão. Na altura nem quis saber que tivesse feito os botões saltar, tal foi o alívio de ter libertado as minhas mamas e a excitação de mas ter apertado outra vez logo a seguir com as mãos. Entre investidas fortes e apalpões deliciosos, viémo-nos em pouco tempo. O Mestre tirou mais uma fotografia de mim, exausta, mas satisfeita, deitada na mesa, com os olhos meio fechados de cansaço. Essa também ficou muito gira, com a minha expressão de prazer, a maquiagem toda borrada e a minha mama entalada entre o meu peito e a mesa a querer espreitar. Depois desatou-me, e foi à cozinha. Voltou com um frasco de creme hidratante gelado, vindo do frigorífico, mas guardado entre dois sacos de gelo. Sentou-se no sofá e convidou-me a deitar-me de bruços no colo dele enquanto me punha o creme no rabo e nas coxas. Maravilha...
Acho que foi a única vez que gostei de me disfarçar no Carnaval.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
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