Olá!
O meu nome não é Catarina. Ficam avisados. É só que não estou à vontade para dizer aqui o meu nome, com oresto das coisas que vou dizer. Tenho 23 aninhos. O meu cabelo é castanho escuro, comprido e encaracolado e a minha pele clara. Se sou bonita? Eu acho que sim, e pelo menos mais alguém acha que sim, mas perdoem-me a vaidade se vos digo que sou toda boa. Não é ser convencida, mas, que diabo, se sei que sou boa e se bem vejo os homens a babarem-se ao longe (pensam que vos não vemos? Ha ha...), desculpem, mas sou boa. Bem sei que gostam do meu peito grande e redondo ou do meu rabo. Eu também gosto. O meu mestre também gosta. Pois é, tenho um mestre...
O meu mestre é mais que meu namorado. Já tive namorados antes. Não era mau (OK, uma vez ou outra foi mau), mas não era o que eu queria. Uma relação de igualdade é tudo muito bonito, mas o que eu sempre quis (e nem sempre o soube) era um homem que mandasse em mim e me dominasse. E pronto, agora que o achei (ou que ele me achou), adoro o meu mestre.
Não venham ao engano. Este blog é acerca das coisas que o mestre me faz nos nossos encontros sexuais. Eu gosto de sexo à bruta, com cordas, açoites e nomes feios à mistura. É para explorar o meu lado exibicionista, sem deixar ver demasiado. É à experiência.
Pronto, agora é ver se o mestre me faz coisas para eu vir aqui contar.
Beijinhos.
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