Ai ai ai, que já é tão tarde e só agora me vou deitar... depois de escrever isto, entenda-se!
Da última vez que escrevi aqui foi a contar de uma vez em que foi o mestre a começar a brincadeira. Normalmente é assim, mas, às vezes, sou eu que o provoco a ele. Hoje foi.
Não costumo usar muita roupa em casa. Quase sempre, quando chego a casa, dispo-me, fico só com a roupa interior e visto uma t-shirt grande. Tenho algumas t-shirts que não uso na rua, são grandes demais, só as visto em casa. Hoje não.
Cheguei a casa antes do mestre e fui a correr mudar de roupa. Despi tudo, vesti umas cuecas de renda preta e uma t-shirt decotada de manga curta muito justa, preta também, para condizer, com brilhantes. Costumo andar de meias em casa, mas hoje calcei antes umas sandálias de salto de agulha. Estão a imaginar o visual? Gostam?
Quando o mestre chegou, fui recebê-lo. Encostei-me a ele, pressionei as mamas contra o peito dele, deslizei a mão desde o ombro, pelo pescoço, até à nuca dele e puxei-o para mim, dei-lhe um linguado tão apaixonado quanto consegui. Depois de um passo atrás, virei-me, passei a mão pela face do mestre e comecei a andar devagar, com o passo gingão de sedutora, sem esquecer o último olhar de matadora por cima do ombro, fui-me embora para o quarto, com a certeza de que o mestre me ia seguir. Assim que pus a mão na maçaneta da porta, o mestre pôs a mão dele na minha e a outra na minha barriga, encostou-se a mim, fez-me sentir o corpo dele contra o meu e a sua presença. Até aí, eu tinha tido uma certa posição de poder, mas sentir o mestre contra mim, a parar-me, a dominar-me daquela maneira subtil foi quanto bastasse para repor a ordem natural das coisas.
Quando entrámos no quarto, o mestre foi direito ao cadeirão e sentou-se.
"Dança para mim." Orednou-me, tal como eu esperava. Só toquei no botão da aparelhagem antes de começar. Tinha lá posto o CD do Joe Cocker ("Leave your hat on" pareceu-me adequado. A propósito, devia arranjar um chapéu para repetir esta brincadeira) de antemão.
Não sei se dava para stripper, mas fiz o meu melhor. Passar as mãos pelas minhas formas femininas e rebolar as ancas, penso que isso não podia faltar. Começar a tirar a t-shirt e voltar atrás logo a seguir a mostrar só um bocadinho das maminhas um punhado de vezes diverte-nos aos dois, pelos mesmos motivos. Inclinar-me para a frente, de pernas abertas, a deixar entrever o meu peito pelo decote enquanto olho o mestre nos olhos com um sorriso provocador nos lábios faz-me sentir atraente (não que precise de ajuda :P) e o mestre não parece importar-se. Quando tirei mesmo a t-shirt estava de costas para o mestre, e tapei o peito com as mãos e os braços antes de me virar, para o ir revelando aos bocadinhos, como se tivesse vergonha. Depois vem a parte da lap dance, comigo a roçar as nádegas no colo do mestre (que, entretanto, tinha começado a desabotoar a camisa), aproximar a minha barriguinha firme da cara dele enquanto balanço as ancas, depois tocar com o peito nos lábios dele e afastar-me outra vez, a continuar o jogo da provocação. Encostar-me de frente a uma parede, de lado para o mestre, permite-me tapar o peito com um braço, depois, à medida que me vou virando para o mestre, vou mostrando mais, até que, de frente para ele, deixo de me tapar, mas acabo de me virar, até estar de costas para a parede, então, com os braços acima da cabeça, deixo-me escorregar languidamente até ao chão. Volto a gatinhar para o tapete, à frente do mestre e sento-me virada para ele. Abro bem as pernas, levantadas, num V que enquadra o meu corpo quase nu. Depois volteio uma perna à minha frente, junto-as e fico de lado para o mestre, sentada no chão, com as pernas dobradas e apoiada nas cotovelos. Levanto um bocadinho as ancas e começo a despir as cuecas. Deslizo-as ao longo das pernas e livro-me delas. Completamente nua, perfilada perante o mestre, volto à posição lânguida, sentada com os cotovelos no chão e a perna mais próxima do mestre um bocadinho mais dobrada que a outra, para esconder as minhas partes pudendas. Arqueio as costas, empurro o peito para a frente e inclino a cabeça para trás, deixo os meus caracóis pender. Depois cruzo a prena mais próxima do mestre por cima da outra e rolo nessa direcção, mostro as costas (e o meu rabinho nu) ao mestre, deito-me de barriga para baixo no tapete, com as mãos e os joelhos no chão, mantenho os ombros levantados o suficiente para mostrar o tamanho das minhas mamas redondas e firmes e balanço um bocadinho as ancas para cima e para baixo, só uma ou duas vezes, é uma coisa subtil, mas bem vejo como isso excita o mestre. Depois levanto-me, caminho em direcção ao mestre, nua e confiante, assento um joelho de cada lado das ancas dele e deixo o peito a milímetros da sua cara.
Estão a gostar? O mestre está (estava).
A minha dança fica por ali, quanto mais não fosse porque o mestre pôs as mãos (trémulas de desejo) nas minhas ancas, acariciou os flancos do meu corpo, puxou-me pelas costas contra si e enterrou a cara no meu peito. Beijou e mosdiscou as minhas maminhas fofas, lambeu e chupou os mamilos, depois beijou uma linha pelo meu pescoço acima até aos meus lábios e incendiou a minha paixão com um linguado (também não era preciso muito, dançar assim para o mestre excita-me). Levantámo-nos e caminhámos atabalhoadamente até à cama, a tentar coordenar caminhar, despir as calças do mestre e continuarmos aos beijos ao mesmo tempo. Só soube que tinha chegado à cama quando tropecei nela (que querem, ia de costas e tinha perdido a noção das distâncias). O que vale é que cair no colchão não magoa. Aproveitei já estar na cama para me puxar para cima e ficar bem deitada. O mestre ajoelhou-se entre as minhas pernas, inclinou-se por cima de mim, a beijar os meus lábios e o meu peito, deitou a mão meio às cegas à mesinha de cabeceira, abriu uma gaveta às apalpadelas e pegou na primeira corda que achou. Desenrolou-a depressa, mal se continha, e dobrou-a ao meio.
"Dá-me os teus pulsos." Ordenou-me.
Rapidamente o mestre amarrou os meus pulsos juntos um ao outro e prendeu-os às grades da cabeceira da cama. Se a minha respiração já estava pesada, comecei a arfar de desejo. O mestre desenrolou outra corda curta e pegou na minha perna direita, apoiou o meu tornozelo no seu ombro, acariciou a coxa com as mãos e a barriga da perna com os lábios. Descalçou-me e amarrou o meu tornozelo e o meu pé e prendeu-os à grade mais de lado da cabeceira da cama. Escusado será dizer que fez o mesmo à outra perna. Gosto desta posição, de pernas abertas e tudo exposto. É um bocado para o depravada, mas eu gosto. O mestre acabou de me atar prendendo as minhas coxas ao fundo da cama para eu não poder fugir-lhe com as ancas ou mexer-me de todo. Excita-me sentir a corda a enterrar-se na minha pele ao menor movimento.
Com a respiração pesada e comigo completamente imobilizada, o mestre acariciou as minhas pernas, depois as minhas ancas e o meu corpo. Pensei que ia tocar o meu peito e penetrar-me, mas depois vi o seu olhar acender-se com um sorriso um bocado malvado, as pontas dos seus dedos procuraram os flancos do meu corpo e atacaram-me... com cócegas!
Para mim, foi o delírio. Tenho imensas cócegas, e não conseguia parar de me contorcer, logo, de puxar as cordas e de as fazer apertarem-me. Por entre o riso descontrolado, pedi ao mestre que parasse uma dúzia de vezes, mas ele, felizmente, não parou até eu ficar mesmo com falta de ar e gritar "Amarelo!". Aí ele parou, com as mãos espalmadas contra os meus flancos. Retomei o fôlego enquanto desfrutava do torpor das endorfinas por um momento.
"Estás bem?" Perguntou o mestre, e eu acenei que sim com a cabeça.
Quase tive medo que ele voltasse a fazer-me cócegas, mas, em vez disso, o mestre inclinou-se para a frente (o que fez o seu membro erecto tocar na minha ratinha molhada), acariciou-me a cara e o peito e beijou-me. Depois penetrou-me. Não consegui (nem tentei, na verdade) reprimir um suspiro de prazer quando o senti deslizar dentro de mim, e não tardou até que os suspiros dessem lugar a gemidos sonantes de excitação. Estava perto quando o mestre tirou de mim e pareceu "fugir". Não percebi logo que tencionava fazer-me sexo oral, mas, quando senti a língua dele no meu clitóris e dois dedos a tomarem o lugar do seu membro viril não tardei em vir-me. O mestre não parecia ter grande pressa de acabar, e lambeu e chupou a minha ratinha mais um bocado, depois voltou a ajoelhar-se junto às minhas ancas e voltou a penetrar-me. Ainda me vim mais uma vez antes de o mestre também começar a gemer e estremecer e vir-se dentro de mim.
O mestre retomou o fôlego e beijou-me com ternura, trocámos algumas palavras doces e ele desamarrou-me. Depois deitou-se de costas ao meu lado e deixou-me aninhar-me no peito dele por uns minutos, enquanto me abraçava. Enfim, foi um bom fim de tarde.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos!
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