Nestes últimos dias tenho recebido alguns e-mails de leitores a perguntar-me se me cansei do blog ou se vou voltar a escrever. Tem piada, nunca recebo comentários, mas sempre vou recebendo um ou outro e-mail. Portanto, em resposta, vou continuar, um grande beijinho a todos os leitores e um beijinho ainda mais especial a todos os que me mandaram e-mails a perguntar se se passava alguma coisa. Vamos lá a isto então.
A propósito, hoje vi o filme "Call Girl", em DVD, com o Mestre. Não o tinha visto no cinema, mas gostei na mesma. Fartaram-se de usar o verbo "foder". Tem piada, não me importo de escrever aqui descrições das brincadeiras sexuais que tenho com o Mestre, e descrições explícitas, mas incomoda-me a palavra "foder". Devo ser uma senhora, portanto :P. Já agora, a título de crítica, achei foi que a maior parte das cenas em que o Nicolau Breyner se babava pela Soraia Chaves estavam um bocado foleiras. E também achei que não fazia mal, em vez de terem mostrado tanto as maminhas da Soraia Chaves, terem posto uma cena menos explícita, tipo um grande plano da mão dela a agarrar o lençol da cama ou a cravar as unhas na carne de um homem enquanto gemia. Não é que as mamas dela me incomodem, afinal eu também tenho mamas, duas até, e bem bonitas. De qualquer maneira, gostei e recomendo. E agora, algo um pouco diferente.
Ontem à tarde estava a ler umas coisas para a Universidade e o Mestre estava a ver televisão. Não gosto nada de trabalhar para a Universidade aos Sábados, por isso despachei-me e fui sentar-me ao lado do Meste, no sofá.
"O que é que está a dar?" Perguntei ao Mestre.
Ele suspirou, com ar aborrecido.
"Nada de jeito..." Queixou-se. "Vê o que quiseres." Disse-me, estendendo-me o comando.
Passei pelos canais rapidamente. Realmente, não estava a dar nada das coisas de que gostamos. Também não são muitas. Desliguei a televisão.
"O que é que vamos fazer com uma tarde de Sábado inteira?" Perguntou o Mestre, recostado no sofá, com os olhos fixos no tecto.
"Podíamos sair, ir a algum lado." Sugeri.
O Mestre torceu o nariz.
"Não estou com grande vontade de sair. Apetece-te muito?"
"Não, só estava a dizer."
Mas depois também não tinha mais nada para dizer, por isso encostei-me a ele em silêncio. O Mestre abraçou-me e enfiou os dedos de uma mão nos meus caracóis.
Só mesmo naquela de não estar quieta, comecei a tocar-lhe no peito com as pontas dos dedos. Uma coisa levou a outra e começámos a trocar miminhos. Dali a pouco tempo as coisas começaram a aquecer. Quando dei conta, o Mestre estava quase deitado de costas no sofá, comigo a montá-lo. Eu estava a segurar-lhe a cabeça enquanto nos beijávamos e ele tinha as mãos nas minhas mamas, a tocar-me com as pontas dos dedos em círculos à volta dos meus mamilos, que estavam duros como pedrinhas.
"Queres?" Perguntou-me o Mestre, entre dois beijos.
"Quero!" Respondi-lhe, dem fôlego. Estávamos ambos só de roupa interior e t-shirt, e já tinha estado a sentir como ele estava duro contra as minhas partes sensíveis.
O Mestre parou de me acariciar as mamas, mas não descolou as palmas das mãos do meu corpo. Agarrou-me com aquela facilidade que o torna tão dominante e fez-nos rebolar no sofá. Num instante estava ele por cima, e eu praticamente imobilizada. Os lábios dele colaram-se ao meu pescoço, a beijarem-me com sofreguidão, e eu comecei a desejar que ele me despisse e me penetrasse. Dali a pouco, tinha ele as mãos nas minhas mamas outra vez, quando se levantou de cima de mim.
"Fica aí." Disse-me ele, com a voz do comando que usa quando me está a dominar. "Eu não demoro."
O Mestre saiu da sala. Entretanto, eu voltei a sentar-me e despi-me enquanto esperava. Estava tao maluca que não consegui não deixar que as minhas mãos acariciassem o meu corpo todo como o Mestre tinha estado a fazer. Quando o Mestre voltou, não devia ter passado um minuto sequer, com as cordas na mão, eu já não estava bem em mim. Atirou as cordas para o sofá, ao meu lado, apoiou um joelho ao lado da minha anca e encostou-me às costas do assento. Agarrou o meu cabelo com uma mão e puxou-me contra si com a outra. Puxou-me o cabelo, para orientar a minha cara como queria, e eu comecei a deixar-me deslizar para o estado submissivo. Os lábios dele atacaram os meus e eu puxei-o para mim. Depois de alguns beijos ardentes, o Mestre deixou-se deslizar por mim abaixo, devagar. Primeiro agarrou-me as mamas nuas, brincou um bocadinho com elas e chupou-me os mamilos, mordiscou-os um bocadinho e até os beliscou, mesmo como eu gosto. Continuou a beijar-me, entre as mamas, no estômago, no umbigo e mais abaixo. Com um gesto brusco, puxou-me as ancas para a borda do assento e pôs os braços à volta das minhas coxas. Abriu-me as pernas e enterrou a cara nas minhas partes íntimas. A língua e os lábios dele enlouqueceram-me por uns momentos. A gemer como uma louca, pus as mãos na cabeça dele e estava quase a vir-me quando ele parou e se levantou. Não posso dizer que tenha sido completamente inesperado, o Mestre gosta de me provocar desta maneira: primeiro leva-me quase à loucura, depois pára. Claro que eu fico com ainda mais vontade, e, da vez a seguir, ainda me sabe melhor.
O Mestre puxou-me as pernas para cima, levou-me os tornozelos até ao lado da cabeça e mandou-me segurá-los nessa posição. Pegou nas cordas e atou um dos meus tornezelos ao pulso do mesmo lado e depois atou-me o joelho ao cotovelo. Fez o mesmo do outro lado. Já tinha estado nessa posição antes, mas deitada de costas em vez de sentada. Não é menos confortável, mas a tendêmcia é para dobrar os joelhos e baixar os tornozelos. Não deve ser má posição, mas não era isso que o Mestre queria. Então passou uma corda mais curta por trás do meu pescoço e atou as pontas aos meus tornozelos, para não poder baixá-los.
"Estás confortável?" Perguntou-me o Mestre.
Fiz que sim com a cabeça. Quando fico assim tão excitada, deixo de falar :P. O Mestre despiu-se rapidamente e voltou a acariciar-me. Naquela posição era mais difícil chegar-me às mamas, mas muito mais fácil acariciar-me as pernas. Quando tinha as mãos nas minhas nádegas, tocou na minha ratinha com as pontas dos dedos e começou a puxar devagarinho, a abrir-me aos poucos. Isso fez-me desejar tanto que ele me começásse a metê-lo que não consegui não gemer.
"Estás a gostar?" Perguntou-me.
Voltei a acenar. Então o Mestre assentou-me uma palmada na nádega. Senti como que um choque, e o meu corpo sacudiu todo.
"E assim, gostas?" Perguntou-me outra vez.
Acenei mais uma vez, e o Mestre continuou a açoitar-me, a arrancar-me gemidos com cada palmada. De cada vez que me batia eu sentia as vibrações a alastrarem em direcção à minha ratinha, e o meu rabinho começava a arder, mas eu estava tão excitada. Já tinha sido açoitada no rabinho dúzias de vezes, mas não com os músculos das nádegas tão esticados. Esta tensão acrescida fazia doer mais, mas eu gostei na mesma. O Mestre voltou a abrir-me com as pontas dos dedos, e os meus sucos escorreram da minha vulva sôfrega.
"Por favor..." Suspirei. "Por favor, mete-mo todo!"
"Queres? Pede outra vez!" Ordenou o Mestre.
Demorei um momento, a tomar fôlego. O Mestre estava erecto, o membro dele estremecia de desejo, mas ele resistia, e continuava a dominar-me.
"Mete-mo todo..." Suspirei outra vez.
"Mais alto." Mandou o Mestre, que não perde uma oportunidade de me fazer implorar por que me penetre.
"Mete-mo todo!" Disee eu, alto, mas não tão alto que os vizinhos ouvissem.
Ele ajoelhou-se no sofá, por cima de mim, e convenci-me de que mo ia meter todo, como lhe tinha implorado. Comecei a arfar mais depressa, de antecipação. Esse foi o meu erro.
"Pede da maneira mais porca que consigas." Ordenou o Mestre, em vez de me penetrar.
Soltei um gemido de frustração. Eu estava mortinha por que ele me comesse como se não houvesse amanhã, e ele continuava a provocar-me.
"Fode-me toda como a uma puta!" Gritei, louca de desejo.
Ele pôs uma mão na minha cara.
"Já que pões as coisas dessa maneira..." Disse-me, por fim.
Finalmente, penetrou-me. Um gemido prendeu-se-me na garganta e acabei por soltar antes um grunhido, depois um "Ah!" suspirado, e depois, com cada penetração forte e funda do Mestre, uma série de gemidos. Ele continuou a tocar-me e a beijar-me enquanto me dava com força até que me vim. Ele também não tardou a tirar de mim e a dar-me o pau à boca para se vir lá. Deixou-me engolir e começou a desatar-me.
Aquela posição deixou-me o pescoço um bocadinho dorido, mas valeu a pena, e também passou logo. Enroscámo-nos no sofá e deixámo-nos ficar até à hora de jantar. Foi um Sábado bem passado.
Na Sexta vi o Homem da Pêra no campus, o que foi estranho, porque acho que nunca o tinha visto no campus a uma Sexta. Agora que penso nisso, acho que também nunca o tinha visto naquele sítio do camous, e passo lá muitas vezes. Estranho...
Espero que tenham gostado e que estejam mais descansados.
Beijinhos.
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