26 de janeiro de 2009

A minha fixação mais recente

Antes de começar, hoje voltei a ver o Homem da Pêra. É verdade, já não o via há uma temporada. Parecia irritado com alguma coisa. Às tantas, os exames estão a correr-lhe mal. Desejo-lhe boa sorte (quanto mais não seja, porque sou uma menina bonita e simpática e só quero tudo de bom para toda a gente, menos as pessoas de quem não gosto :P). OK, pronto, vamos lá à parte gira...

Já tenho contado de vezes em que o Mestre me tortura com cera quente. Ultimamente temos feito isso com mais frequência, quase sempre a pedido meu. Começo a adorar a cera. Aqui há uns tempor eram molas da roupa nos mamilos. Ainda gosto delas (e beliscões nos mamilos... Mmmmm!), mas já não tenho aquele desejo de antes. Com a cera, bem, nem posso olhar para uma vela sem sentir um assomo de volúpia.

Ontem combinámos fazer amor à noite. Eu tinha que estudar durante o dia e o Mestre também tinha que fazer, por isso deixámos para a noite. À noite fomos para o quarto e acendemos só um candeeiro, o da mesa de cabeceira do Mestre. A luz é fraquinha, mas, para os nossos propósitos, servia perfeitamente. O Mestre começou por acender uma vela. Senti-me logo a arder por dentro, como se a vela estivesse acesa dentro de mim (metaforicamente, seus perversos!). Depois virou-se para mim, abraçou-me e começou a beijar-me. Enquanto curtíamos, fomo-nos encaminhando para a cama. O Mestre sentou-se primeiro e mandou-me sentar-me ao colo dele, ao que eu obedeci. Imediatamente me afastou o cabelo de um dos lados e começou a beijar-me o pescoço. Entretanto as mãos dele pousaram-se nas minhas coxas nuas e foram-se arrastando em direcção às minhas ancas, e depois percorreram a minha barriga enquanto o Mestre me beijava e mordiscava com mais intensidade. Quando as mãos dele me chegaram ao peito os nossos corpos estavam colados um ao outro, e eu tinha inclinado a cabeça para trás, por cima do ombro dele, a oferecer-lhe toda a pele que podia. Entre a minha respiração pesada e as carícias do Mestre nas minhas mamas, mesmo por cima da minha t-shirt, que não era nada grossa (aliás, os meus mamilos rijinhos notavam-se perfeitamente, e o Mestre aproveitou bem isso), dei por mim tão excitada que não me consegui impedir de virar a cabeça e começar eu própria a beijar o Mestre.

"Estás a gostar?" Perguntou o Mestre, ainda com as mãos nas minhas mamas.

Arfei algumas vezes de excitação antes de lhe conseguir dizer que sim.

O Mestre mandou-me despir-me enquanto foi tirar as cordas da gaveta. As roupas pareciam que me incomodavam, e desembaracei-me delas tão depressa quanto pude. Então o Mestre sugeriu atar-me os braços atrás da cabeça, com os pulsos cruzados. Na altura, eu só queria era ser atada, se o Mestre me tivesse dito que me ia atar ao condeeiro do tecto pelo pescoço eu teria dito que sim. Mesmo assim, essa posição é das minhas favoritas. Se ficar deitada de costas, é bastante confortável, e não consigo mexer os braços de todo. Quando já tinha os braços imobilizados e o Mestre me tinha ajudado a deitar na cama, ele atou os meus joelhos aos lados da cama e os meus tornozelos ao fundo da cama. COm o cordame concluído, o Mestre pôs as mãos na parte de dentro das minhsa coxas, em baixo, junto às cordas, mas com as palmas das mãos completamente em contacto com a minha pele. Acariciou-me aí um momento antes de começar a acariciar-me cada vez mais acima, em direcção às minhas virilhas. Mesmo antes de ele chegar a meio caminho eu já só queria que ele saltasse o resto do caminho e que me tocasse entre as pernas, onde eu sentia um fogo de desejo a arder por ele, mas ele continuou no mesmo ritmo, devagar, até chegar às minhas virilhas. Nessa altura, a minha respiração era ruidosa, e a minha barriga agitava-se de vez em quando com tremores de volúpia. Quando eu julgava que ele ia finalmete tocar as minhs partes sensíveis, ele inclinou-se em direcção ao meu baixo ventre, fez-me sentir a sua respiração quente e húmida onde eu estava ainda mais quente e mais húmida, e deu-me um beijinho logo acima de onde eu queria que ele pusesse os lábios. Depois outro só um bocadinho mais abaixo. Eu estava a dar em maluca.

"Mestre, por favor... Por favor..." Gemi eu.

"Por favor, o quê?" Perguntou o Mestre, do fundo do meu corpo.

"Por favor... Dá-me prazer com a boca."

"Assim?" Perguntou o Mestre, imediatamente antes de rastejar de onde estaa em direcção ao meu peito de me me chupar um mamilo.

"Não!" Choraminguei eu.

"Ora essa!" Ralhou o Mestre, a fingir indignação. "És pobre e mal agradecida. Mereces um castigo!"

Ele pegou na vela e deixou cair um fio de cera quente entre as minhas mamas. Esqueci-me logo da vontade que tinha de que o Mestre me fizesse sexo oral. Mordi o lábio, a tentar reprimir um gemido de dor e abafa-lo num grunhido gutural de prazer. As minhas costas arquearam-se para trás e o meu peito subiu, como se pedisse mais cera. O Mestre apalpou as minhas mamas com jeitinho, enquanto a cera derretia na ponta da vela e depois salpicou as minhas mamas de gotas quentes e maravilhosas. Aquela tortura repetida fez soltar os meus gemidos de dor e prazer, apesar dos meus esfrços para os reprimir.

"Peço desculpa, Mestre!" Consegui articular, por entre as gotas de cera que me queimavam quase tanto como me excitavam.

"Desculpas aceites." Disse o Mestre. "Era isto qe querias?" Perguntou-me, momentos antes de voltar a recuar para junto das minhas ancas e de me dar uma valente lambidela com a língua toda na minha ratinha. Soube-me tão bem...!

Disse que sim, e o Mestre continuou a dar-me prazer oral e a fazer-me implorar por mais. Não demorou muito tempo até eu me vir. O Mestre deu-me beijinhos na barriga enquanto aquela magífica vertigem que vem depois de um orgasmo desaparecia. Por uns momentos, deixei-me ficar ali, deitada, sem me conseguir (ou querer) mexer, a respirar fundo. Então o Mestre soergueu-se e deu-me uma palmada no interior da coxa.

"Então não se agradece?" Ralhou ele, outra vez.

Exclamei "obrigado" uma dúzia de vezes, mas era tarde demais. O Mestre bateu-me até as coxas me arderem. Depois, na penumbra do quarto, vi os olhos dele a brilharem de malícia e sadismo. Nem precisei de o ver a estender a mão na direcção da vela para adivinhar o que ele ia fazer a seguir.

Implorei-lhe que não o fizesse, mas já sabia que ele não ia ouvir. Na verdade se quisesse mesmo que ele não o fizesse, tinha usado a palavra de segurança. Ele demorou-se de propósito, a fazer-me sofrer a antecipação da dor, depois deixou cair a cera a arder na minha ratinha. As minhas ancas tentaram fugir, mesmo só por reflexo, mas não consegui mais que fazer as cordas enterrare-se mais nas minhas pernas. Depois ou Mestre tirou-me a cera das minhas partes pudendas à palmada. Quando viu nos meus olhos marejados de lágrimas que a dor se estava a tornar demais, parou, acariciou-me a cara e beijou-me na boca. Foi um daqueles linguados mravilhosos, em que me senti mesmo ligada ao Mestre só pelo acto de beijar, mas também porque dava a entender que ele estaria sempre disponível para me beijar quando me doesse alguma coisa (fisicamente ou não), e só isso pareceu aliviar-me a dor. Depois senti o órgão dele a querer entrar em mim, e a enterrar-se fundo, devagarinho, depois algumas estocadas lentas e fundas, que rapidamente passaram a estocadas rápidas, fundas e fortes que faziam o meu corpo todo abanar e me arrancavam gritos e gemidos de puro prazer. Entre o estado de dor e excitação em que estava e a sensibilidade aumentada da minha ratinha, por já me ter vindo antes, vim-me umas duas ou três vezes antes de o Mestre colar as ancas às minhas e me apalpar uma mama com força, para se excitar ainda mais enquanto o corpo dele tremia de prazer e ele se vinha dentro de mim.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos.

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