Devo ter hibernado ou qualquer coisa assim, para não ter dado conta que se passaram dois meses inteiros desde a última vez que cá vim. Se acharam que me fartei e desisti disto tudo, desenganem-se. A verdade é que estes últimos dois meses foram... olha, foram complicados. O Mestre e eu andámos uns tempos chateados um com o outro (e por causa de uma parvoíce, ainda por cima), e a Páscoa foi uma merda (para variar, lá fui obrigada a voltar à santa terrinha, parece que nunca mais me livro dela) e, com isso tudo, andei muito infeliz. Mas já passou. Vamos então passar ao sexo.
Este fim de semana que passou não só foi o primeiro em algum tempo que o Mestre e eu passámos juntos e bem dispostos como também, como quem estuda na UA como eu sabe, foi o último antes da semana académica, ou seja, dois dias sem fazer nada antes de uma semana sem aulas. Muito tempo livre, portanto. No domingo, à tarde, não dava nada de jeito na televisão (precisamos de canais novos cá em casa. Isto de ver sempre as mesmas séries e sempre os mesmos filmes já cansa), e o Mestre e eu estávamos aconchegados no sofá. Como estavamos carentes, depois de termos feito as pazes da zanga que tivémos, não era de estranhar que estivéssemos a dar mais atenção um ao outro que à televisão. Depois de algumas meias-horas (dá mais jeito medir o tempo passado em frente à televisão em meias horas, já que muitas séries têm episódios de meia hora) de beijinhos e carícias leves e de muitos dias sem brincarmos, tornou-se evidente que estava na hora de desligar a televisão e partir para uma brincadeira.
"Traz uma toalha para a cozinha." Disse-me o Mestre.
Posso não ser lá muito inteligente (também não sou nenhuma loira), mas "toalha + cozinha + brincadeira = atar a Catarina à viga" é um raciocínio que eu sou perfeitamente capaz de fazer sozinha. Lá fui buscar a toalha enquanto o Mestre ia buscar as cordas e mais o que ele quisesse para brincarmos. Mal entrei na cozinha senti logo um arrepio. O Mestre já tinha posto na mesa duas cordas pequenas e uma maior e um cinto. Só de imaginar o cabedal a estalar contra a minha pele senti logo o rabinho a arder. Antes mesmo de o Mestre me mandar fazer alguma coisa, estendi a toalha no chão, debaixo da viga. Quando me endireitei, o Mestre, que estava atrás de mim, enfiou a mão no meu cabelo, a acariciar-me, mas eu desejei logo que ele me agarrasse e me puxasse o cabelo e me começasse a dominar logo. E foi mesmo isso que ele fez. Agarrou-me pelos cabelos e forçou-me a virar a cara para cima. Respirei fundo de excitação.
"Então temos uma submissa proactiva, ahn?" Comentou.
Depois mandou-me descalçar os chinelos e empurrou-me para cima da toalha.
"Despe-te!" Ordenou-me.
Nem ousei virar-me para ele. Arranquei logo a t-shirt do corpo e atirei-a para o lado. Depois, enquanto me vergava para despir as cuecas, o Mestre assentou-me a primeira chibatada com o cinto nas nádegas. Quase me desequilibrei com o choque. Sentir a dor daquela forma, pela primeira vez em semanas, foi como voltar a encontrar uma amiga dos tempos de liceu que já não visse desde que vim para a universidade. Depois aquele ardor na tira de pele onde o cinto me bateu excitou-me.
Acabei de me despir, endireitei-me e virei-me para o Mestre. Ele estendeu a mão direita para tocar na minha mama. Primeiro agarrou-a, sem apertar, só a acariciar, depois apertou-a um bocadinho, sem magoar. A seguir roçou a ponta do dedo à volta do meu mamilo, a pô-lo duro, antes de o apertar e o torcer um bocadinho. Depois deu-me uma palmada em cada mama, de cima para baixo. Soltei um gemido de prazer, porque palavra de honra que me souberam a rosas.
"De joelhos." Comandou ele. "Desaperta-me as calças." Enquanto desapertava os botões das calças dele, o Mestre tirou a t-shirt. Por debaixo dos boxers, podia ver os contornos da pila dele, já mais ou menos dura. "De que é que estás à espera?"
Abaixei-lhe os boxers e peguei no pau e nos tomates dele. Levei-o à boca e comecei a chupar a ponta ao mesmo tempo que lhe batia uma, a princípio, depois agarrei-o pela base e chupei o resto todo. O Mestre agarrou-me pelos cabelos outra vez e forçou o pau dele pela minha boca adentro. Engasguei-me logo e empurrei as coxas dele, a afastá-lo, por reflexo. Ainda não tinha recuperado o fôlego quando o mestre me deu uma bofetada em cada bochecha.
"Mãos atrás das costas!" Bradou ele. Depois apontou a verga na direcção da minha boca, e eu voltei a abocanhá-la. Lambi e chupei um bocado até que o Mestre me voltou a forçar e eu voltei a engasgar-me, mas, desta vez, aguentei mais tempo. Quando eu já estava a babar-me e a tossir, ainda com a pila dele na boca (quase na garganta, na verdade), a tentar afastar-me, mas sem tirar as mãos de detrás das costas, ele empurrou-me para trás e largou-me.
"Pfff! Que miséria!" Disse ele, com desprezo. "Vá, levanta-te."
Tínhamos começado depressa. Eu ainda não tinha sido atada e já tinha o rabo a arder do cinto, as mamas vermelhas das palmadas, a cara a doer das bofetadas e sentia-me ligeiramente humilhada do tratamento que tinha recebido. E estava a adorar! Levantei-me, sem tirar as mãos de detrás das costas. Com a corda maior, o Mestre atou-me os pulsos um ao outro e passou a ponta livre por cima da viga. Depois começou a puxar-me os pulsos para cima, o que foi uma estreia para nós, apesar de já termos visto esta posição antes na internet (que o Mestre e eu também gostamos de pornografia). Já estava à espera que fosse um bocado desconfortável. Também não me surpreendeu que desse por mim com tendência a inclinar-me para a frente para tentar ficar mais confortável. Depois, com as cordas mais curtas, o Mestre atou os meus joelhos e os meus tornozelos.
Quando eu já estava atada e ambos já estávamos nus, o Mestre pôs-se à minha frente com o pau na mão.
"Vá, anda cá chupá-lo."
Era evidente que não ia chegar lá. Não estava tão inclinada para a frente quanto isso, e não me podia inclinar muito mais por causa da corda que me prendia os pulsos à viga, mas, mesmo assim, estiquei-me o mais que pude na direcção do membro dele, sem sucesso. O Mestre estendeu os braços, a apalpar-me as mamas.
"Então? Recusas?" Interpelou-me o Mestre.
"Não consigo..." Choraminguei eu.
O Mestre largou-me as mamas e pôs-se atrás de mim. Ouvi-o a pegar no cinto e senti a mão dele a acaricar-me as nádegas.
"Se não chupas vamos ter que te castigar."
Primeiro deu-me algumas palmadas nas nádegas, a princípio ao de leve, mas depois já com força. Quando o meu rabinho estava todo aquecido, começou a bater-me com o cinto. A dor de cada chibatada mais o som do cinto a estalar na minha pele como um chicote deixou a minha ratinha ensopada e a arder de vontade. Depois o Mestre continuou a chicotear as minhas coxas e, a princípio, também foi bom, mas depois começou a doer a sério, mais a posição, que começava a fazer-me doer os braços, e pedi-lhe que parasse. Muitas vezes peço-lhe que pare quando quero que ele continue, para criar ambiente, mas, desta vez, não foi o caso, e o Mestre percebeu isso e pousou o cinto.
Ele agarrou-me pelas ancas e puxou-me bruscamente contra si. Enfiou o membro erecto no meio das minhas coxas, contra a minha ratinha e esfregou-se em mim a provocar-me.
"Queres?"
"Quero!"
"Mentirosa!"
"A sério! Quero!"
"Então implora."
"Por favor..."
"Chamas a isso implorar? Que desgraça..."
"Por favor! Por favor, por favor, por favor..."
"Por favor o quê?"
"Por favor mete-mo todo e fode-me como se fôssemos coelhos."
"Quando pões as coisas nesses termos, começo a acreditar em ti."
O Mestre enterrou-se em mim, todo de uma só vez, e fez-me gritar de prazer e excitação. Agarrou-me os cabelos com uma mão e, com a outra, ia-me agarrando pela anca, apalpando a mama ou açoitando as minhas nádegas enquanto me dava com força por detrás (aqui estive para escrever "enquanto me fodia à bruta por detrás". Não é que não fosse verdade, mas ainda não me sinto confortável a escrever as coisas dessa maneira). Vim-me duas vezes antes do Mestre se vir dentro de mim. Depois desatou-me fomos para a sala, continuar a não fazer nada, agarradinhos no sofá.
Durante o resto do dia, o Mestre andou a chamar-me "Coelhinha". Não me importo, até ao dia que lhe apeteça coelho à caçador LOL.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
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