18 de agosto de 2008

Eu gosto é do verão, Parte V

É verdade que gosto do verão e de férias e essas coisas, mas também gosto de voltar para Aveiro e de estar por cá. Por exemplo, ainda no outro dia voltei a cruzar-me com o Homem da Pêra, na Avenida. Ainda não me fartei dele.

Voltando às férias: Nesta curta semana que estivémos em Buarcos, no dia a seguir à aventura do Peres e da Bárbara, voltámos a brincar na sala. Para mim qualquer lugar é bom para a brincadeira: a sala, o quarto, a cozinha, o provador de uma loja de lingerie :P, mas o Mestre vê cada lugar com outra perspectiva, vê logo quais são os sítios bons para me amarrar e tem logo ideias. No dia a seguir ao nosso role-play, depois do nosso passeio à beira mar, de mãos dadas, descalços na areia e com o vento nos cabelos, o Mestre disse-me que tinha uma ideia para uma brincadeira na sala. Não me opus.

Despimo-nos um ao outro entre carícias e beijinhos, depois o Mestre trouxe as cadeiras da mesa de jantar para o meio da sala. As cadeiras que temos em nossa casa têm o tampo mais estreito e as costas mais altas que as da casa onde estávamos, para além de que têm as costas maciças, ao passo que aquelas tinham só uma barra curva que assentava mais ou menos ao meio das costas. O Mestre dispô-las na forma de um T, com três cadeiras alinhadas, uma ao lado das outras, e a quarta em frente à do meio, virada para o outro lado. Depois mandou-me passar a cabeça e os ombros pelo espaço entre o assento e as costas da cadeira do meio das três alinhadas de maneira a ficar deitada de barriga para baixo no tampo, com as mamas já de fora, e ajustou a cadeira que ficava de frente para mim de maneira a que pudesse apoiar só os ombros no tampo. Depois atou os meus pulsos às pernas de trás da cadeira da frente, junto ao tampo. A seguir, pegou num dos meus tornozelos e levantou-o enquanto me esticava a perna devagarinho, para não me magoar, até estar quase à altura do tampo da cadeira desse lado, e atou-o também à perna da cadeira e junto do tampo, para que não pudesse baixar a perna. Fez o mesmo do outro lado. No fim, eu estava com a barriga e os ombros apoiados nos tampos das cadeiras, mas, de resto, estava pendurada pelas cordas acima do chão. Mais uma vez, não é uma suspensão total, mas para lá caminhamos.

O Mestre fez-me uma festa no cabelo com ternura.

"Estás confortável?" Perguntou.

Disse que sim, que estava muito bem, e que gostava daquela sensação de estar quase suspensa. Então o Mestre disse que ainda bem e saiu da sala, deixou-me a apreciar a posição. Quando voltou, deitou-se no chão debaixo de mim. Senti a mão dele a acariciar a minha mama.

"Quando ficas por cima ainda parecem maiores." Comentou o Mestre, agarrando bem as minhas mamas todas com as mãos, a tomar-lhes o volume.

Acariciou-me mais um bocado até começar a fazer círculos só com as pontas dos dedos em redor dos meus mamilos, sem lhes tocar. Senti-os a enrijecer e quase a doer de desejo. Então o Mestre esfregou-os ao de leve entre dois dedos primeiro, e depois apertou-os com força e fez-me gritar de dor-prazer.

Farto de estar debaixo de mim (não é nada costume o Mestre ficar por baixo LOL), o Mestre levantou-se e acariciou as minhas nádegas. Depois deu-lhes duas palmadinhas, nada sado-masoquista, antes duas festinhas, o que me deixou ansiosa, porque, quando ele faz isso, é porque vem lá alguma coisa realmente dolorosa.

"Lembras-te daquela vergasta que pedi ao Gervásio* que me fizesse?" Então não houvera de me lembrar! O que eu gosto daquela coisa! "Realmente, foi pena não a termos trazido. Vamos ter que nos desenrascar com o que temos."

O Mestre estava atrás de mim, por isso não vi ao que é que ele se referia, mas, quando a senti no rabinho, soube que era uma colher de pau. O choque percorreu o meu corpo de surpresa. Eu já estava excitada, e a colherada deixou-me quase pronta para passarmos mais adiante.

"Gostas mais assim ou assim?" Perguntou-me o Mestre antes de me açoitar outra vez, na outra nádega. Da primeira vez nem me tinha apercebido, mas o Mestre bateu-me com a parte côncava da colher, e, da segunda, com a parte convexa.

"Nem sei bem..." Respondi, com as nádegas a arder um bocadinho e desejosa de que ardessem muito mais.

"Vê lá outra vez." Retorquiu o Mestre, e deu-me mais duas palmadas sonantes, que me arrancaram um gemido de dor excitado cada uma.

"Da segunda..." Arfei eu.

"De certeza?" Perguntou-me o Mestre, a acariciar-me o rabinho, que começava a aquecer. Fiz que sim com a cabeça. "Então está bem."

A partir daí choveram os açoites no meu rabinho, cada um marcado por um sonoro estalo da madeira na minha pele e um gemido de volúpia da minha garganta. Quando já sentia o rabo em brasa das palmadas (uma coisa é levar palmadas com a mão, outra é ser açoitada com um bocado de madeira. Ambas têm coisas a seu favor), o Mestre parou de me açoitar e deu-me umas palmadinhas muito leves com a colher na minha ratinha, antes de ma esfregar levemente. Eu já sentia os meus fluidos a quererem escorrer pelas minhas virilhas, e imagino o estado em que a colher deve ter ficado. Depois senti a cabeça do membro do Mestre a esfregar-se na minha ratinha, à procura de uma entrada, e depois a enterrar-se todo em mim. As minhas costas arquearam-se de excitação e soltei um gemido diferente. O Mestre penetrou-me com força. Apesar de não ter muito a que me agarrar, foi fácil resisitir às investidas (não pude foi corresponder). Entretanto o Mestre, que tinha vários sítios a que se agarrar para me penetrar como quisesse, foi experimentando a ver como lhe dava mais jeito, até se fartar e decidir que o melhor era mesmo apalpar-me as mamas enquanto me dava com força. Com os dedos dele a esmagarem-me os mamilos e a sua verga a deixar-me louca, não tardei em vir-me... duas vezes (é para verem o quanto eu gosto de suspensões parciais e açoites). Depois disso, o Mestre saiu de mim e sentou-se na cadeira a que tinha amarrado os meus pulsos. Agarrou-me pelo cabelo e forçou-me (como se eu não estivesse a babar-me por o fazer) a abocanhar o pau dele. Chupei-o com entusiasmo, enterrei a cabeça até onde podia no colo dele, e ele veio-se na minha boca. Deixou-me engolir e deixou-se ficar sentado uns minutos, enquanto eu apreciava a suspensão, o calor que se desvanecia no meu rabinho, o cansaço dos dois orgasmos seguidinhos e as carícias que ele me fazia distraídamente na cara e na cabeça, que ainda a tinha deitada no colo dele. Depois desamarrou-me e fomos para a cama.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos.

*Gervásio não é o nome do amigo do Mestre que fez a vergasta, mas façam de conta.

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