Já não era sem tempo! Mas o mestre voltou ao que era!
Esta tarde, o mestre tinha saído, e eu resolvi aproveitar para aliviar os meus desejos. Desde há uns dias que o mestre tem vindo a recuperar bem, mas isso quer dizer que me beija e me toca (por outras palavras, que me excita), mas, quando chega a hora "h", diz que não lhe apetece, e, compreendam, eu não sou feita de ferro. De maneira que quando o mestre saiu hoje, aproveitei para me acaricar.
Fui para o quarto, despi-me e deitei-me. Encontrei o vibrador pequenino que o mestre às vezes usa em mim quando me ata e comecei a fantasiar sozinha. Não sei ao certo quanto tempo passou (mais que o que eu julgava, de certeza) enquanto me acariciava a mim mesma, a experimentar pôr o vibrador em diferentes sítios, a ver onde me sabia melhor. A dada altura, tinha eu os pés fincados na cama, as ancas no ar, todo o corpo tenso, o vibrador contra o clitoris e uma mão a acaricar o meu peito. Tinha acabado de me vir (e se bem que precisava ainda melhor me soube) com gemidos e tudo, quando dei conta de que o mestre tinha voltado e estava de pé, na ombreira da porta, a olhar para mim com ar reprovador.
"Venha ter comigo à sala." Disse ele, secamente.
Não é que o mestre reprove que eu me satisfaça sozinha. É outra das nossas fantasias recorrentes, a do reitor e da menina de colégio, e o facto de que me estava a tratar por você confirmava-o. Recompus-me, vesti-me (só as cuecas e a T-shirt, como de costume) e fui ter com ele à sala. Ele estava de pé, ao lado da mesa de jantar, com a régua na mão. É uma régua de madeira, sem marcas de medida, como as que as professoras da escola primária costumavam ter para castigar os alunos (será que ainda se usa isso de castigar os alunos à reguada?).
"Sente-se." Disse ele, apontando uma cadeira com a régua.
Eu sentei-me e ele começou a passear à minha volta, sem olhar para mim, enquanto falava.
"Portou-se mal, menina Catarina. Saio por meia hora e volto para a encontrar nessas poucas vergonhas? Há já uns dias que não ando contente consigo." Aqui o mestre parou, atrás de mim, tocou-me no ombro e sussurou-me ao ouvido. "Mas tens-te portado bem, a aturar-me o amuo." Depois endireitou-se e continuou a fantasia. "Também não ando contente com esse blog que tem andado a escrever. Acaso não lhe terão ensinado a escrever devidamente a palavra «Mestre»? Vamos lá a ver, que castigo merece por ter sido apanhada a portar-se daquela maneira depravada?" Perguntou, apontando para o quarto, através da porta da sala, com a régua.
"A régua nas nádegas." Respondi.
"Quantas vezes?"
"Dez?" Respondi, insegura. O mestre tocou-me com a régua no queixo e exclamou uns sons inarticulados, como se estivesse a impedir-me de dizer alguma asneira. "Quinze?"
"Quinze está bem. Mais cinco pelos outros delitos dá quantas?"
"Vinte."
"Muito bem. Ao menos sabe de Matemática, já que não sabe de moral... ainda. Assuma a posição."
Levantei-me da cadeira e dobrei-me por cima da mesa, com o corpo deitado sobre o tampo e as coxas encostadas à borda.
"Onde é que disse que devia levar com a régua?" Perguntou o mestre.
"Nas nádegas."
"Então por que as esconde?"
Baixei as cuecas até aos joelhos e voltei à posição. O mestre levantou a baínha da minha T-shirt até ao meio das minhas costas, depois tocou-me levemente com as pontas dos dedos ao fundo das costas. Encostou a régua às minhas nádegas. Não estava muito fria, mas senti um arrepio de medo e antecipação a percorrer-me a espinha. Agarrei as bordas do tampo da mesa com as mãos e cerrei os olhos e os dentes.
"Conte-as." Ordenou o mestre. Depois deixou de me tocar com a régua.
Não sentir a régua contra as nádegas pareceu-me ainda pior que senti-la colocada contra a minha pele. A minha respiração acelerou. Depois ouvi o sussuro da régua a cortar o ar e o estalo da madeira na minha pele ao mesmo tempo que a dor rebentava no meu rabinho. Tentei abafar o meu próprio gemido.
"Uma..." Suspirei.
A segunda doeu ainda mais. À terceira não consegui evitar endireitar-me e cobrir as nádegas com as mãos.
"Volte à posição!" Ralhou o mestre. "Essa não contou e vai levar mais uma no fim de castigo!"
O castigo continuou por mais uns minutos excruciantes. Sentia as nádegas primeiro a aquecer, depois a arder, e a minha ratinha a inchar de excitação e a ficar cada vez mais molhada. As lágrimas não tardaram a vir-me aos olhos. Contei a vigésima reguada e mais cinco de castigo por cinco vezes que me portei mal. No fim estava exausta da tensão que tomava o meu corpo logo depois de cada reguada.
"Sente-se." Ordenou o mestre. Não era só a humilhação de estar sentada enquanto o mestre me olhava de alto, era também o desconforto de me sentar no meu rabinho dorido. "Aprendeu alguma coisa?"
"Aprendi que não devo voltar a tocar-me daquela maneira."
O mestre levantou-me o queixo com a ponta da régua, fez-me olhar para ele e deitou-me um sorriso algures entre o benevolente e o malandro.
"Isso seria uma pena. Agora, de castigo, tem de polir o bastão do reitor e pode ir-se embora."
Sim, é mesmo isso que estão a pensar. O mestre pôs-se de pé, com os meus joelhos juntos entre as pernas dele e deixou-me desapertar-lhe as calças. O "bastão do reitor" estava mais que pronto para ser polido, e a minha mão e a minha boca não se fizeram rogadas à tarefa. Na verdade, há já tanto tempo que me andava a apetecer fazer um broche ao mestre que quase me engasguei com o seu órgão na minha garganta. O mestre deixou-me chupar pouco mais que o tempo que lhe levou a despir a camisa, depois afastou-me e ajudou-me a levantar. Apertou as calças e levou-me para o sofá.
Deitei-me de costas, não só para provocar mas também para não magoar mais a minhas nádegas, e o mestre não objectou. Despiu-me a T-shirt, tirou as calças e ajoelhou-se entre as minhas pernas. O meu sexo inchado de paixão não me deixou esconder a minha excitação (não que eu quisesse, na verdade), e o mestre não se fez de rogado em satisfazer o meu desejo. Apoiado num cotovelo, tinha uma mão livre para me acariciar o peito e a cara enquanto me beijava, e, como não me tinha atado, eu tinha as mãos livres para lhe acariciar o corpo ou para o agarrar pelas nádegas e encorajá-lo a penetrar-me com mais força. Alguns minutos mais tarde (calculo, mas hoje descobri que não tenho grande noção do tempo), entre as estocadas do seu membro dentro de mim, os beijos escaldantes nos meus lábios, na minha cara e no meu pescoço e as carícias um pouco por todo o meu corpo, agarrei os ombros do mestre com os braços e puxei as suas ancas para mim com as pernas ao mesmo tempo que todos os meus músculos se contraíam ao mesmo tempo e o meu corpo explodiu de prazer. E logo depois de relaxar, o mestre soergueu-se e dobrou-se para me acariciar as mamas com os lábios e as mãos enquanto continuava a penetrar-me e em pouco tempo voltei a vir-me. Depois o mestre, que também devia estar perto do seu próprio clímax, apoiou um cotovelo de cada lado de mim e penetrou-me como se não houvesse amanhã. Eu estava já demasiado exausta para me voltar a vir, mas acariciei o corpo dele até o sentir vir-se dentro de mim, depois deitar-se sobre o meu corpo, a imobilizar-me enquanto recuperava o fôlego e me beijava o pescoço e a cara.
Quando já tinha recuperado soergueu-se, beijou-me mais uma vez e sentou-se. Depois deitou-me sobre o colo dele, de barriga para baixo, e pegou num frasco de creme hidratante que tinha numa taça com gelo, tapada com um pano na mesinha de café, e em que eu nem tinha reparado ainda. Massagou as minhas nádegas ainda vermelhas com o creme frio (ai que bom...!) por uns minutos, fez-me gemer e suspirar de alívio, depois virou-me e beijou-me outra vez. A sua mão ainda coberta de creme tocou o meu peito, e o frio arrepiou-me. O mestre provocou-me mais algumas vezes, chegou mesmo ao ponto de me esfregar creme frio nas maminhas, mas nessa altura não só o frio já não me arrepiava como até me excitou. Quando dei por mim estava sentada ao colo do mestre, com as pernas à volta das ancas dele e estávamos a fazer amor outra vez. As mãos do mestre no meu corpo todo enquanto eu fazia deslizar o seu mastro dentro de mim levaram-me à loucura mais duas ou três vezes (hoje foi um dia em cheio, já nem sei bem quantas vezes foram). Depois encostei-me a ele, completamente exausta, ele cobriu-nos com a manta e deixámo-nos ficar até termos fome.
Portanto, uma menina porta-se mal e cá está o resultado: uma tarde de sexo escaldante e um rabinho dorido por uns dias :P.
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
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