1 de março de 2008

Doce Prazer

Lá está, mais uma semana passada a correr. Quando comecei este blog tinha em mente actualizar a cada dois ou três dias. Parece que, agora, se conseguir um post por semana já não vamos mal... enfim.

Passemos a coisas mais divertidas. Se se recordam, no dia 14 falei-vos de brincadeiras com chantilly. Pois o chantilly não é o unico ingrediente cremoso e delicioso com que se pode brincar (como julgo que já desconfiavam). Aliás, venho contar-vos de uma brincadeira com outra coisa docinha (para além do Mestre e de mim, claro :P): leite condensado.

Ora os meus leitores que cá vêm sedentos de uma história de sexo à bruta, forçado, em que o Mestre abusa de mim e se satisfaz às minhas custas, lamento (a sério que sim, em mais que um nível), mas hoje vão ficar desapontados. Desta vez foi uma coisa muito mais sensual, mais suave, mas, como não podia deixar de ser, com sexo e cordas à mistura.

A história começou ontem (tecnicamente, anteontem, ou seja, Quinta feira) à noite. O Mestre e eu estávamos no duche, já para nos irmos deitar, quando o Mestre, já no final do duche, me abraça por detrás, beija-me o ombro e o pescoço e me diz:

"Quero sentir o gosto de cada milímetro da tua pele."

Não se passou mais nada no duche, mas eu fiquei com uma ideia bastante clara do que queria fazer. Acabámos e saímos. Secámo-nos um ao outro, como de costume. O Mestre vestiu o robe enquanto eu, que, normalmente, prefiro enrolar uma toalha à volta do corpo (o Mestre também prevere que eu faça isso. Já me tem dito que gosta de ver os meus ombros desnudos e a forma do meu corpo moldada na toalha), fui direita à cozinha.

"Não te vens deitar?" Perguntou o Mestre, ao ver-me sair com tanta pressa.

"Vai andando que já aí vou ter." Respondi-lhe de fugida.

Na cozinha peguei na lata de leite condensado que tinha comprado com a ideia de fazer Baba de Camelo para nós este fim de semana. Não me demorei a voltar para o quarto.

No quarto, o Mestre ainda só tinha vestido a parte de baixo do pijama quando eu entrei. Ele olhou para mim e eu aproveitei para concentrar a atenção dele. Mantive a lata atrás das costas enquanto caminhava em direcção a ele com um passo gingão e provocador. A talvez dois ou três passos dele, parei, deixei cair a toalha e revelei a minha nudez, bem como a lata. O Mestre estava intrigado.

"O que tens em mente?" Perguntou ele, com um sorriso nos lábios. Podia não saber o que eu pretendia ao certo, mas já desconfiava de que ia gostar.

Com movimentos lânguidos, abri a lata, depois lambi a tampa e os lábios.

"Mmm, que bom..." Suspirei. "Queres?"

Não esperei por uma resposta. Molhei a ponta do dedo no leite e cobri um mamilo com uma grande gota. O Mestre aproximou-se de mim, eu inclinei a cabeça e os ombros para trás, ele curvou-se para chegar com a boca aos meus mamilos, depois cerrou os lábios em redor do mamilo com o leite condensado e chupou e lambeu-o.

"É bom, é." Disse o mestre, também tocando no leite com o dedo e espalhando-o nos meus lábios. Depois limpou-mos com uma série de pequenos beijinhos apaixonados, durante os quais eu senti também o gosto doce.

A seguir foi, de novo, a minha vez de brincar com o leite, e deixei correr um fiozinho no peito do mestre, para poder lambê-lo aos poucos, sensualmente. O Mestre voltou a beijar-me. Era a vez dele de pôr leite onde quisesse (tem piada como acordámos logo as regras do jogo, sem palavras, mesmo sem nunca termos feito isto), mas, em vez disso, levou-me para a cama e convidou-me a deitar-me. Depois pegou na lata e deixou escorrer um fio de leite por cima das minhas mamas, na horizontal, e papou-o com pequenos chupões. Depois eu besuntei o lado da forte mandíbula do Mestre com o leite e limpei-o com beijinhos e lambidelas.

"Queres que te ate?" Perguntou o Mestre.

"Que pergunta..." Respondi, ousadamente. Tinha a impressão de que o Mestre não estava virado para me castigar nessa noite.

Ele pegou nas cordas e atou os meus tornozelos aos cantos do fundo da cama. Depois deixou cair um fio de leite entre as minhas mamas e lambeou-o todo de uma sé vez, gulosamente, e fez outra passagem, mais metódica, com lambidelas pequeninas. Enquanto eu criava uma pequena poça de leite no meu umbigo, ele amarrou o meu pulso esquerdo ao canto da cabeceira, depois o meu pulso direito e, a seguir, sorveu e lambeu o leite da minha barriga, e logo me deu um linguado com a língua coberta de açúcar. A seguir voltou a molhar um dedo no leite, mas em vez de deixar o leite gotejar nalguma parte de mim, começou a untar a minha ratinha. Uma só gota não lhe chegava, e os toques lentos mes fortes na minha pele mais sensível souberam-me mais doces que o próprio leite condensado. Depois, de acordo com as regras do jogo, lambeu o leite meticulosamente, e certificou-se de que deixava tudo limpinho. Muito limpinho, ao ponto de me fazer arquear o corpo e puxar as cordas.

"Agora devia ser a tua vez." Disse o Mestre. "Estou a ver que já amarrada a outros assuntos. Queres que jogue por ti?"

"Quero..." Suspirei-lhe eu, à espera de alguma coisa mais intensa, e não me enganei.

O Mestre tirou as calças do pijama, que nem disfarçar a enorme erecção com que já estava conseguiam, e pôs uma gota gorda na ponta do seu membro, que eu chupei com volúpia. Enquanto estava a chupar, ele pôs outra gota, mesmo à frente dos meus lábios, e eu chupei mais fundo. Depois mais uma gota e outra até que já tinha tanto da verga do Mestre na minha boca quanto conseguia meter com o pescoço dobrado para a frente, por isso ele parou de pôr gotas e disse-me que o limpasse bem. Chupei por uns momentos até que o Mestre se tirou da minha boca. Ajoelhou-se entre as minhas pernas e pôs leite no mamilo onde eu não tinha posto e chupou-o. Depois beijou-me, encostou o corpo ao meu e eperou pela minha reacção.

"Mete-mo todo!" Suspirei sofregamente, e o Mestre não se fez de rogado.

Investiu fortemente dentro de mim, abrabdando ocasionalmente para sorver mais um golinho de leite condensado ou para o entornar para dentro da minha boca, seguindo-se um linguado apaixonado e muito doce em qualquer dos casos.

O Mestre continuou a acariciar e apalpar o meu corpo enquanto fazíamos amor e eu vim-me não muito antes de ele tirar de mim. Deu-me o seu órgão viril a chupar e veio-se na minha boca.

"Não engulas." Ordenou-me, para meu espanto. "Abre a boca." Eu fiz como ele mandou, e mostrei-lhe a língua coberta da sua semente. Então ele verteu leite condensdo por cima. "Agora podes engolir."

Eu demorei-me uns momentos a misturar os dois e a saborear a mistura exótica, doce e salgada, e depois engoli.

O Mestre desamarrou-me e rimo-nos da tolice deste novo jogo. Claro que tivémos de tomar duche outra vez e só nos deitámos tardíssimo e que esta manhã nos custou imenso sair da cama, mas valeu a pena.

Quanto ao que sobrou da lata, ainda está no frigorífico. Tenho que lhe dar destino antes que se estrague. Quanto à Baba de Camelo, essa vai ter que ficar para outra ocasião. O Mestre diz que não se importa, e que o doce que fizémos a noite passada não tem rival.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos.

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