Livra, que semana! Sempre a bulir, nem um momento para escrever alguma coisa que valha a pena. Mas, enfim, com o fim de semana à porta, está mais que na altura de partilhar esta história que se passou na Quarta feira, quando, ironicamente, se tivesse tido sobre que escrever, também teria tido tempo para isso.
Aí a meio da tarde, o Mestre chegou a casa. Fui recebê-lo já com uma meia ideia do que havia de dizer. Tinha acordado já com o bichinho de que havia de brincar com o Mestre, e parecia-me a altura ideal.
"Atas-me?" Perguntei-lhe logo depois de o receber. Assim mesmo, sem mais rodeios.
A minha frontalidade espantou o Mestre, deu para perceber, mas não o desagradou.
"'Tá bem..." Respondeu o Mestre, já a congeminar o que me havia de fazer. "Vai andando para a sala que eu já vou ter contigo." Dá-me a impressão de que brincamos mais na sala que no quarto. Não me queixo...
O Mestre não demorou, mas dei comigo tão ansiosa que me custou a espera. Quando o Mestre entrou na sala, com as cordas na mão, não consegui evitar levantar-me do sofá com um salto e ir ter com ele.
"Bem, tu estás de todo..." Comentou o Mestre. Ele está habituado a que eu tenha um grande apetite, mas, realmente, na Quarta estava de todo.
O Mestre pôs o braço à volta da minha cintura e levou-me de volta ao sofá. Sentámo-nos e começou a tocar-me logo. Os dedos dele treparam pelo meu corpo, por debaixo da minha T-shirt enquanto os seus lábios se entrançavam com os meus. Fomo-nos inclinando até que dei por mim deitada de costas, com o Mestre por cima de mim, ainda a beijar-me, e com a T-shirt subida até ao pescoço. Ele dedicou uns intantes a acariciar as minhas mamas com os lábios, depois levantou-se e eu aproveitei para tirar a T-shirt de vez. Assim que estava só em tronco nu, as mãos do Mestre envolveram-me e puxaram-me para si. Depois o Mestre enfiou os dedos de uma mão nos caracóis do meu cabelo, agarrou uma das minhas mamas com a outra e cobriu o meu peito de beijos. Continuou a acariciar o meu corpo em direcção às minhas ancas. Eu já estava empolgada, mas assim que senti um dedo enfiar-se entre a minha pele e as cuecas o "alarme do prazer" disparou completamente dentro de mim. Já me sentia toda nua, mesmo antes da carícia das suas mãos ao longo das minhas pernas a despir-me completamente.
Comigo despida, o Mestre afastou as minhas pernas (sem grande esforço, diga-se de passagem, eu talvez tenha ajudado :P) e acariciou-me as coxas e tocou a minha ratinha.
"Ainda queres que te ate?" Perguntou o Mestre.
Respondi com um aceno de cabeça. Logo o Mestre pegou no meu corpo e me virou de costas para si. Não me privou de acariciar a minha barriga e as minhas maminhas antes de começar a enrolar a corda em torno do meu peito e de me prender os braços atrás das costas. Quando já me tinha imobilizado as mãos, pegou numa parte da corda atrás das minhas costas e deu-lhe um puxão, que arrancou um arquejo excitado à minha voz. Já me fazia sentir sob o seu poder, e, ao mesmo tempo, fazia a corda enterrar-se na minha pele (mmm... que bom) e senti um arrepio eriçar os meus mamilos. Só o toque suave com que o Mestre percorreu o contorno da minha mama fez-me silvar de deleite.
"Tenho mais corda para ti." Anunciou o Mestre, com um sussuro grave e íntimo junto do meu ao meu ouvido. "Achas que aguentas?"
Eu estava a deixar-me perder no meu mundo submisso e não quis falar, mas acenei que sim.
O Mestre fez-me sentar direita no sofá e cruzou as minhas pernas no assento. Depois atou os meus tronozelos cruzados um ao outro com uma corda bem maior que o que tinha que ser, mas depois passou o excesso por detrás do meu pescoço e puxou os meus ombros para a frente e para baixo até me ter profundamente curvada para a frente. Então atou a corda que passava atrás do meu percoço outra vez aos tornozelos e fez-me ficar naquela posição um bocadinho incómoda. Prendeu a corda e puxou a otomana para diante de mim, para se sentar nela. Assim sentado, podia acariciar as minhas mamas e o meu corpo sem grandes acrobacias, bem como a minha cara e até dar-me beijinhos de vez em quando. Eu não podia corresponder, mas podia desfrutar das atenções à medida que me ia habituando à posição.
Não demorou muito tempo até que, depois de me ter habituado à posição, começasse a sentir-me muito desconfortável. Não sentia dor, ou, pelo menos, as cordas não me estavam a magoar, e certamente que não era nada que me fizesse dizer "Vermelho" ou sequer "Amarelo", mas já outras posições me souberam melhor. O Mestre deu conta do desconforto no meu rosto.
"Queres que te desate?" Perguntou, e eu respondi que sim.
O Mestre não me desatou. Em vez disso, levantou-se e desapertou as calças. Mostrou-me o seu membro e declarou:
"Se queres que te desate, trabalha por isso."
Abocanhei o seu órgão. Nem para chupar aquela posição dava jeito, e não deve ter sido grande broche, mas fiz o meu melhor. A ajuizar pelo que senti da verga do Mestre a engrossar e endurecer nos meus lábios, não me devo ter saído muito mal.
"Pronto, já chega." Deretou o Mestre, tirando-se da minha boca.
"Vais-me desatar." Perguntei.
"Quase..." O Mestre não fez tenção de reprimir um sorriso algo malvado enquanto me respondia.
Não consegui reprimir um gritinho quando me senti, de supresa, desequilibrada e tombada e lado no sofá. O Mestre deitou-me de lado, ainda atada, o que, para além de me expôr a penetração, aliviou o desconforto, o que já foi bastante bom. Claro que foi ainda melhor quando o senti a introduzir-se em mim. Respirei fundo a entregar-me ao prazer, as cordas no meu peito voltaram a cravar-se na minha pele. Tudo corria bem. O Mestre penetrou-me enquanto me acariciava e tocava nos meus braços, a ver se tudo estava bem comigo, até me fazer vir duas vezes, e que grandes duas vezes. Não costumo estar deitada de lado quando fazemos amor, e não sei se foi disso ou se foi e qualquer outro truque daquela posição diabólica, mas foram orgasmos absolutamente explosivos que fizeram todo o meu corpo estremecer.
Só quando já estava meio morta da intensidade do prazer e a debater-me para recuperar o fôlego é que o Mestre soltou a corda que me prendia ao pescoço e voltou a sentar-me. Foi um grande alívio, voltar a endireitar-me.
"O que é que se diz?" Perguntou o Mestre, retoricamente, como a uma criança.
"Obrigada." Disse eu, com vozinha fininha de bebé.
"E depois?" Perguntou o Mestre, ainda no mesmo tom, empurrando ligeiramente as ancas para a frente, apontando a sua virilidade na minha direcção.
Não disse nada, mas inclinei-me para o chupar (quase, quase todo! Qualquer dia consigo mesmo!). Agora sim, podia fazer um broche a sério. O Mestre veio-se na minha boca e deixou-me engolir. Depois sentou-se ao meu lado, acariciou-me e beijou-me por um momento e acabou de me desatar.
Pois eu bem estava a pedi-las. É pá, e não é que o Mestre mas deu!? Quem procura sempre alcança :P
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
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Um comentário:
hola
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